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 [Bairro] - Centro

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Aluno Avançado

MensagemAssunto: [Bairro] - Centro   Sab Mar 21, 2015 1:12 pm

Centro


Na região central de Nova Capital encontra-se o centro da cidade, coberto por centenas de arranha-céus, escritórios administrativos de grandes empresas e corporações nacionais e internacionais, incluindo um prédio da famosa Organização Cerberus.

O tráfego é intenso nas ruas e avenidas do bairro, que são as principais vias de acesso entre os bairros da zona sul e zona norte da cidade. No Centro também se encontram a sede do Banco Central de Nova Capital (BCNC), o Museu Histórico Nacional, criado em 1922, e o Teatro Municipal Glória Amorim, homenageado com o nome de uma das maiores atrizes nacionais, nascida na cidade.

Os imigrantes também ocuparam a cidade no início de sua fundação e consolidaram grandes áreas comerciais e de entretenimento. A Rua da Fraternidade é ocupada por diversas lojas e restaurantes típicos japoneses, italianos, libaneses, entre outros.

Um dos grandes pontos da cidade também se encontra no centro, é o Parque da Cidade, um dos locais mais agradáveis da cidade inteira. Uma área verdejante, que pulsa vida e energia positiva, onde pássaros de várias espécies podem ser vistos.

É onde estão localizados o Jardim Zoológico, o Obelisco da Nova Capital, símbolo histórico da cidade, a Concha Acústica "Maestro Atayde", vários monumentos, estátuas e bustos de personalidades importantes.

O parque é cortado por ciclovias, pistas de caminhada, e campos largos com quadras poli-esportivas a céu aberto, onde as pessoas vão correr, pedalar, praticar alguma atividade física, ou simplesmente por lazer.

Os idosos procuram os inúmeros banquinhos para ler jornal, alimentar os pássaros, ou apenas contemplar as belezas do parque. Outros ficam nas mesinhas de xadrez, ou pistas de bocha, jogando com amigos.

Várias mesas de piquenique, largas e compridas, são ocupadas por famílias inteiras que vão lá pra fazer churrasco, ou piquenique mesmo. Isso quando não vão comer nos restaurantes, quiosques, ou carrinhos de cachorro-quente, milho-cozido, algodão-doce, etc.

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"Isso é apenas uma máscara. Um símbolo. Quem está por trás dela é que realmente importa."

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Arco

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 1:32 am

Churros, Churros, quem vai querer os Churros?


Zoológico
Centro


Crianças corriam, pais se preocupavam, famílias se divertiam, funcionários cuidavam dos animais, que por sua vez se exibiam para o público. O céu sem nuvens e o sol quente completavam o cenário perfeito para um ótimo domingo no Zoológico de Nova Capital.

Há mais de vinte anos seu Francisco vendia seus churros ali, sempre com seu sorriso cordial e bom humor. Adorava crianças e as tratava com muito amor. Mas, sempre havia um lado ruim. Apesar de amar sua profissão e se orgulhar de ter criado os seis filhos com o dinheiro da sua barraquinha de churros, a vida não estava sendo boa para "Chicão" nos últimos dois anos.

O câncer de sua mulher havia consumido as economias de uma vida toda do casal e eles estavam atolados em dívidas. Não sabia mais o que fazer quando um homem de terno entrou por sua porta e lhe fez uma proposta. Obviamente ele havia recusado, mas ficara com o cheque do homem mesmo assim. Afinal de contas eram seis dígitos. O homem lhe garantira que o cheque possuiria fundos assim que ele realizasse seu pedido. E ele pensava cada vez mais nisso.

Foi então que os devaneios de seu Chico foram interrompidos por um casal que pedira dois churros, com doce de leite. Ele tinha certeza disso. Nunca errara um pedido antes. E quando os entregou, o homem jogou o churro no chão e disse.

- Seu animal! Você é idiota? Que parte do cho-co-la-te você não entendeu?

- Senhor, me desculpe. Tinha certeza que o senhor havia pedido doce de leite no recheio. Vou providenciar um novo. - respondeu calmamente o vendedor, mas com uma tristeza na voz.

- Enfia essa merda no cu, não tenho tempo para perder com você. - disse o homem enquanto virava as costas para sair, sem pagar, mas consumindo o churro de doce de leite normalmente.

- Calma, amor. Se ele fosse inteligente não venderia Churros, seria médico, engenheiro ou advogado como nós. - disse a mulher gargalhando.

Uma lágrima correu pela face de seu Chico. Ele retirou o avental, abriu a parte de baixo do carrinho e mexeu rapidamente. Logo em seguida subiu em um banquinho e gritou:

- CHURROS GRÁTIS! SIRVA SE VOCÊ MESMO!

As pessoas não acreditaram, mas depois que ele gritou algumas vezes, um homem se serviu e foi embora. Isso fez com que várias pessoas fossem para o lado do carrinho. Seu Chico saiu e foi embora do parque caminhando tranquilamente. Só começou a correr quando alguém gritou:

- Meu Deus! Tem uma bomba no carrinho!

As pessoas começaram a olhar, achando que era mentira. Mas, de repente, o carrinho ardeu em chamas que começou a se espalhar rapidamente. Duas pessoas acabaram se ferindo, algumas outras ficaram cercadas pelas chamas. E o fogo só aumentava.

Objetivos:

- Apagar o fogo: 1 Jogador - Dificuldade 8.
- Prender seu Chico: 1 Jogador - Dificuldade 4.
- Salvar os Civis: 1 ou mais Jogadores (ações individuais) - Dificuldade 2 para cada civil. O jogador deve definir e descrever os civis que pretende salvar (dentro de sua ação, de forma interpretativa). Ao tentar salvar civis demais, a dificuldade será maior, uma falha acarretará em não salvar nenhum.
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Flor do Luar

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 3:52 am

Tenho PAVOR de zoologico. Amo bicho, mas la no Discovery Channel. Leoes sao bonitos, zebras sao chiquerrimas com aquele animal print e os pandas sao muito fofos. Mas convenhamos, e o cheiro daquilo? Isso eles nao mostram, ne, meus amores.

Mesmo assim, la estava eu, em pleno domingo, levando a pirralhada pra uma visita ao local por ordens superiores. Trabalho? Nao. Minha mae mesmo, que concordou em passar o dia com os sobrinhos  pre adolescentes de 15 anos, mas ai tacou o problema pra mim. Bruxa. Como se eles ao menos quisessem estar ali. Todos os tres nos seus iphones, nao dando a menor bola pro que acontecia no lugar.

A verdade eh que eu nao tinha nada melhor pra fazer mesmo. Ja tava com o Sindicato ha algumas semanas mas, era so treino. Eu realmente esperava alguma acao surpreendente, uma missao super perigosa, ou impedir viloes loucos pela cidade, mas na real, parece que tudo ate ficou mais calmo depois que eu entrei pro grupo. Boring.

Depois de comprar churros pra mim e pros meus primos, me encostei num muro, e foi ai que eu percebi que meu dia, e minha sorte, iriam mudar por completo... O cara mais lindo daquele lugar, encostado no murinho da ponte sob o rio. De repente, ele olhou pra mim, e ai veio o dilema, flertar com o novinho ou encaixar estrategicamente mais um pedaço de churros dentro da boca, ja visivelmente cheia?  Fiz os dois ao mesmo tempo e, de bonus, quase engasguei. Toma essa sociedade, a mulher modelo do seculo xxii ja nasceu.

- Isso eh nojento, Lux. Minha mão ta toda melada. - reclamou um dos meus primos, enquanto eu olhava fixa pro carinha na ponte.
- Meu Deus, isso eh real? Eh essa a juventude atual? - pensei em voz alta. - Lucas, enfia isso na boca logo antes que jogue esse seu iphone pros macacos. - disse, num tom e ameaça.

De repente, um grito euforico: - CHURROS GRÁTIS! SIRVA SE VOCÊ MESMO!

Se tem gente que topa ate injecao se for de graca, imagina o caos que aquilo virou se tratando de comida. Ate o carinha da ponte correu como um raio pra pegar o churros de graça. Pe rapado. Com medo do alvoroço, meus primos se aglomeraram ao meu redor. Engracado, mas achei ate bonitinha a reação deles, vendo em mim um tipo de proteção.

De repente, um grito mais alto - Meu Deus! Tem uma bomba no carrinho! - e uma explosão logo em seguida.

Como a gente estava um pouco longe da explosao, nenhum de nos 4 se feriu, mas o carrinho do churros ardia em chamas e o fogo se expandia rapidamente.

Nao vou mentir, eu queria mesmo salvar todo mundo, mas se eu corresse atras do dono do carrinho de churros, que devia muito bem saber da presenca da bomba ja que ele se mandou, eu melhorava minha popularidade com o publico e ainda ganhava pontos com o Sindicato. Eu ia arrasar.

- Pirralhos, querem contar pros amiguinhos da escola amanha que a prima Lux, aka Maresia salvou o dia? Entao me esperem em algum lugar seguro enquanto eu corro atras do maluco do churros. Ligo pra voces quando acabar.



Objetivos:

- Prender seu Chico: 1 Jogador - Dificuldade 4.

Eu comprei o churros, entao sei bem a fisionomia do dono do carrinho. Alem disso, brasileiro eh curioso, entao, provavelmente, ta todo mundo vindo pra ca ver o que houve, o que torna mais facil achar o unico cara fugindo desse lugar de forma desesperada, evidenciando a culpa. Pretendo seguir rumo a saida, usando minhas habilidades de combate pra passar pela multidao, de forma agil. Ao encontrar Chico, usarei minhas habilidades hidrocineticas para prende-lo com tentaculos de agua, impedindo sua fuga
.

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FICHA Força Heroica:
 


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- Não sou bonitinha. Sou linda de morrer.

Enerjoule//Flor do Luar//Maresia
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Jogo de Cartas

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 5:02 pm

O ponto vermelho se aproximava no mapa como um lembrete do que houvera em sua ultima jornada, a essa altura a batalha contra o dragão vermelho já havia esgotado todos recursos do inventário de Cybernética, que suava a cada “click click click click” frenético. Vermelho, caótico e sombrio, o dragão voava em rasante sobre o rio de magma que cercava a fortaleza, sua barra de vida estava próxima de se esgotar, mais um golpe com a espada vorpal e... “AVISO: o Servidor vai entrar em manutenção.”

Domingo, sol brilhando e céu azul, Mariana jamais ia imaginar que passaria o resto do dia no zoológico, caso não tivesse destruído seu monitor com uma espada de pixels a algumas horas atrás. Já estava acordada desde a madrugada e ainda sem o mínimo de sono.

"Saia de casa eles disseram, vai ser legal eles disseram. Eu devia ter ido comprar outro monitor, mas domingo é uma merda mesmo, nenhuma loja aberta, internet 1X0"

*estalar de dedos*

-O Má, acorda to falando com você, olha só aquelas girafas trepando!

Danilo foi a primeira pessoa que Mariana procurou quando resolveu dar uma saída, amigos desde de infância ambos costumavam jogar co-op, mas o contato dos dois havia diminuído desde que Mariana havia entrado para o Sindicato. Hoje estavam ali para gravar mais um vídeo para o canal da Cybernética.

-owwww cut cut, Ah ainda bem que você me disse Dan, não tinha notado – disse a garota num tom sarcástico.

-Cê é chata viu, a ideia de gravar aqui foi sua, mas você bem que tá precisando pegar uma corzinha.

Era verdade, desde que foi expulsa da faculdade de ciências da computação após revelar que tinha poderes, Mariana dedicava seu tempo disponível apenas ao sindicato e a seu vlog no youtube. Domingo era dia de responder as perguntinhas da semana, e por sugestão de Danilo eles resolveram gravar em um local diferente cada vez, aproveitando para entrar em contato com os fans em locais públicos.

Não demorou para a Cybernética ser reconhecida e alguns fans se aproximarem querendo tirar uma selfie e participar das perguntinhas da semana, sempre sendo simpática com os seguidores, mas sem falsa modéstia "Eu sei, eu sou foda". Entretanto a gravação foi interrompida pelos gritos de um vendedor de churros, que subiu em um banco buscando atrair o máximo de pessoas, enquanto convidava todos para se servirem de graça.

– Tá difícil pro cara competir com algodão doce, nem de graça o povo quer- Entretanto quando o primeiro curioso se aproximou, logo o carrinho já estava cercado de pessoas,  incluindo dois seguidores que até então acompanhavam Cybernética filmando com celular. Danilo começou a gravar a ação.– Vendedor de churros maluco, quantas views será que dá, Cyber? Pega um lá!

-Nem pensar queridinho, tenho que manter a forma para combater o crime.

As pessoas tumultuavam em volta do carrinho, empurrando uns aos outros até que um deles grita sobre a bomba.  Alguns se afastaram mais a maioria permaneceu incrédula, a explosão de chamas veio logo em seguida.

-Puta que pariu!!!

-Agora sim esse vídeo vai render , Dan chama policia, bombeiros, Samu, melhor já avisa na minha pagina, eu vou lá ajudar as pessoas! – Disse Cybernética enquanto corria até o foco do incêndio.

Objetivos:

Salvar os civis: 2 - dificuldade 4


Cybernética pretende ajudar os 2 fans gulosos que estão cercados pelas chamas, projetando uma armadura leve nos braços e pernas, em seguida criando varias plataformas subindo até ficar acima do foco do incêndio. Se conseguir, pretende mover uma plataforma principal até ficar acima dos civis presos pelas chamas projetando uma escada para que ambos subam, caso consiga, irá afastar a plataforma até um local seguro.

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Terremoto.

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 8:38 pm

A respiração era irregular, as pernas doíam e boca estava extremamente seca, apesar disso a satisfação era inegável e evidente no sorriso tolo.

Havia anos que Gilberto não corria com tamanho empenho, e mesmo que os dois quilômetros fossem uma marca pouco invejável ele a considerava o primeiro passo de seu retorno para a vida heroica.

Ele esticou as costas no banco em frente a saída do zoológico e deixou a cabeça pender para trás, a garrafa plástica tocou os lábios e enquanto o frescor da água aliviava a garganta, pouco a pouco seus pensamento flutuavam para o passado, ele se lembrava de muitos anos atrás quando fazia parte do exército. Se após 2 quilômetros ele estivesse naquele estado certamente teria que limpar alguns banheiros, mas isso nunca tinha acontecido, ele sempre se esforçara pra ser o melhor, sempre seguindo as regras, sempre obedecendo sem questionar, sempre...

Uma espécie de estalo o retirou do fluxo de pensamentos, pessoas corriam em desespero pela saída do zoológico, por alguns momentos, enquanto corria no sentido oposto da multidão, ele pensou que algum animal havia escapado ou que um louco tivesse puxado uma arma, mas suas suspeitas se provaram tolas quando seus olhos captaram as chamas e as pessoas que ainda se encontravam em meio a elas, imediatamente ele levou a palma da mão ao solo e começou a colocar suas habilidades em uso. No passado estar com roupas civis seria um empecilho para suas ações, principalmente na época que estava foragido, mas agora que tudo e todos que lhe importavam estavam distantes e seguros nada deteria sua determinação heroica.

Ação: Usando seu sensor sísmico, Terremoto tentará localizar um grupo de pessoas, principalmente feridos, e elevar o solo enquanto forma túneis, criando uma conexão para fora das chamas. Caso alguém esteja ferido de mais para andar, ele entrará pelo túnel e removerá a pessoa.
Objetivo: Salvar 3 pessoas/ ND:6
Sensor Símico (1) + Geocinese (2) + ZC (1)= 4
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Sonar.

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 8:46 pm

Domingo, nada melhor do que ficar em casa e beber uma boa cerveja gelada. Só que não pra Caio. Desde que tinha feito a promessa para seu avô que matéria seu legado e que não permitiria o nome imponente do Dr. Incrível cair no esquecimento, não se dava ao luxo de fugir da boa forma, dos exercícios matinais e das atividades físicas. Todos os dias praticava pelo menos meia hora de caminhada, seguida de mais meia hora de corrida leve no parque da cidade.

Era um dia lindo pra se admirar toda aquela natureza que já se tornara escassa pela ambição do homem. A sensação de correr, sentir o cheiro do mato fresco e bem cuidado do parque, a brisa suave batendo em seu rosto, enquanto via as folhas que caiam lentamente de uma grande árvore a frente era inigualável. Trazia paz e tranquilidade e ao mesmo tempo um grande sossego para sua alma entristecida pelo seu drama familiar.

O sol que refletia sutilmente aos olhos brilhantes das pessoas felizes no parque o levava para um momento de serenidade e paz de espírito. De alguma forma ele se importava demais com cada um por quem ele passava. Ficava imaginando qual o problema de cada um e o que ele faria para melhorar a vida daquela pessoa.

Já estava terminando sua caminhada e se aproximando de seu carro para ir embora do parque quando ouviu próximo dali um homem anunciando para que as pessoas se servissem de churros gratuitamente. Abriu a porta de seu carro e foi pegar sua mochila atrás do banco do motorista, onde seu traje estava para guardar seu celular e relógio que utilizava para acompanha-lo nos exercícios e ir se servir também. Foi quando ouviu uma explosão vinda da mesma direção do grito.

Segurando seu traje ele pensou: “Chegou a hora” e rapidamente entrou no carro e vestiu-se com parte dele em segundos, e presumindo não ter tempo suficiente para uma grande entrada, partiu em disparada correndo a pé, atravessando com sua pistola laser na mão os canteiros de grama do parque e saltando as folhagens como um verdadeiro atleta.

Objetivo:
Salvar os civis: 3 - dificuldade 6

Ainda durante a corrida Dr. Incrível avista a situação de perigo. Uma jovem civil gordinha tenta se aproximar de um pote de vidro com algumas balas que estava próximo ao local do incêndio, porém o calor estava tão intenso sobre o pote que ele estava prestes a estilhaçar-se em direção a quem tivesse perto. Ao mesmo tempo um destroço do carrinho era lançado em direção a duas crianças que estavam na direção oposta.

Com um reflexo Incrível salta em um movimento ousado em direção a jovem, segurando-a como um abraço por trás das costas e ao mesmo tempo mirando no destroço que está sendo lançado em direção das crianças, disparando na direção dele com a intenção de desviar seu caminho e não atingir mais nenhum civil, enquanto cai ao chão junto com a jovem que em um movimento de giro, pretende proteger com suas próprias costas caso algum estilhaço do vidro seja lançado em sua direção.

Vantagens:
Atletismo (1) + Pistola Laser (2) + ZC (1) = 4

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Sentinela Dourado - #ffcc00 - Dr. Incrível - #339999 - Sonar - #cc0000
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Atieno

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 10:48 pm

Era outro domingo como qualquer outro, pelo menos para 99% da população de Nova Capital. Para mim, era um domingo especial. Pela primeira vez eu iria ao zoológico por conta própria. Sim, é irônico um animal ir até o local onde animais são mantidos sob custódia, só que eu sempre tive curiosidade de saber... Como era ver do outro lado da jaula. É meio cruel com os bichinhos, mas se parar pra pensar que eu vivi uns 15 anos assim...

Estava ao lado da área onde os tigres ficavam. Observava os felinos, apoiado na grade, escutando o que algumas pessoas - estranhamente apertando o passo ao me ver - comentavam ao passar por mim, coisas do tipo "nossa, um homem-tigre", "já vi ele no circo" e "os animais não deveriam ficar nas jaulas?". O último foi o que mais me doeu, mas eu pouco estava ligando pra isso. Até teve um garoto que passou por mim gritando "ô tigre, pula de volta pra jaula!". O encarei e emiti um grunhido, mas nem liguei. Ele saiu rindo, enquanto eu voltei minha atenção aos tigres que ali estavam.

- É, tigraiada, eu já estive nessa situação de vocês... - digo, olhand para os felinos, até que um cheiro e um grito me chamam a atenção.

Viro minha cabeça para o lado, soltando uma das mãos da grade. Minha cauda começa a se mover, indicando meu estado de atenção, e eu começo a cheirar. O cheiro me é familiar - churros, parecidos com os que eram vendidos no circo que eu tivera sido forçado a ficar. O vendedor de churros do circo direto me dava as sobras do dia para eu comer... Gostava muito disso. Mas enfim, o cheirinho estava me atraindo, e ouvir que era de graça apenas me animou mais a ir.

- Galera, o primo Yannick já volta  digo para os tigres, dando um sorriso e indo na direção do carrinho.

Dei uma corridinha rápida com mãos e patas, mas parei ao ouvir sobre a bomba. Me coloquei de pé novamente, ficando atento ao que estava acontecendo. Percebi o senhor que estava gritando sair de fininho de perto do local, e fiquei atento. Nem precisei ficar tanto tempo atento, visto que a detonação do carrinho aconteceu e logo espalhou chamas para tudo quanto é lado. Era fácil perceber quem era o responsável... Pensa só um pouquinho: Pessoa oferece churros de graça, aí depois sai de perto e começa a correr antes do carrinho explodir... Não é tão difícil deduzir quem foi o responsável por aquilo.

- E eu estava doido pra comer churros hoje... - murmurei, já pronto para a perseguição.

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Objetivo:
• Prender Seu Chico - Dificuldade 4


Vendo o senhor fugindo, pretendo correr atrás dele, usando minha furtividade e minha super-agilidade para tentar não ser notado. A ideia era chegar o mais próximo possível do senhor e saltar sobre ele, para segurá-lo, exatamente como numa caçada mas, em vez de abatê-lo, o objetivo é imobilizá-lo.
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Caoísta

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 11:10 pm

Rafael se encontrava no Parque de Nova Capital, sentado em posição de lótus ele estava imerso em um vórtex mental.
Desde que ele retornou se seus treinamentos, desde que salvou sua mãe de seu próprio erro, ele procurava melhorar suas habilidades, mágicas o máximo possível, assim as meditações cruciais para trabalhos mágicos tomavam grande parte de seu tempo diário.

Seu "não pensar" começa a se tornar visões, é incrível os truques que a menta humana prega em si mesma, visões aterrorizantes o perturbam, batimentos cardíacos deixam de ser quase nulos e se tornam acelerados, súbito gritos entram em sua cabeça e o mago desperta.

Ao abrir os olhos ele percebe que os gritos não vinham de sua mente e sim do zoológico de Nova Capital. Ainda sentado ele levita e toma rumo em direção do caos, assim que ganha altura Rafael avista o motivo do caos.

Seu objetivo é perseguir o homem em fuga pelo ar, mantendo-se fora da visão do meliante, para então no momento certo parar na frente dele e projetar seu escudo místico que utilizará como um membro da tropa de choque ou um legionário romano, para mandar o homem ao chão.

Objetivo:Prender seu Chico - Dificuldade 4
Vantagens:Escudos de Energia Mística (1)+ ZC(1) = 2

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Adaptiva

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Abr 29, 2015 11:56 pm

Não é facil ser uma incógnita na sociedade, não possuir identidade ou familia, mas é melhor.  Eu me integro e me adapto as coisas, a situações, é realmente mais facil ser ninguém e possuir só um codinome. Contudo, sou um ser humano. Preciso me divertir. E  depois de tudo isso, aonde chegamos? No zoológico de Nova Capital, é claro! Ok, é corretissímo dizer que sou iniciante nessa coisa de super herói e nunca salvei ninguém. Porém, um domingo no zoológico não mata ninguém, e se pensar em matar, estou aqui pra desencoraja-lo!

A ideia de observar animais em cárcere para nos satisfazer não me anima. Enquanto caminhava pelo zoológico, observei vários deles, indiferentes. Caso possuissem capacidade de pensar, se rebelariam contra nós? Pois deveriam.

É, meu corpo se adapta a toda a um bocado de situações, entretanto, a fome é uma coisa que não dá pra burlar por muito tempo. Bolei um plano de ajudar algum ambulante do zoológico em troca de comida, situação comum em minha vida. Pedi por informação e me indicaram o "Seu Chico" do churros.

Gritos de horror saindo de indivíduos apavorados, com fogo  se espalhando de um carrinho de churros em chamas. Essa  foi a "incrível" cena que presenciei ao chegar na área do famoso "Seu chico". Obviamente, me recordei da noite em que meus pais morreram. Bendito fogo.  É, parece que a hora de agir havia chegado.

Objetivo:
- Salvar  2 civis : Dificuldade 4


Ação:    Utilizar de uma superfície (uma mesa de plástico ou alguma chapa de metal presente no local) para deslizar entre as chamas. Adaptiva ficara deitada sobre o material, servindo para deter o fogo. Os civis ficarão de pé na superfície e o fogo não os atingira, pois Adptiva estará em contato com as labaredas na hora da passagem pelas chamas.

Vantagens: Evolução reativa (1) + Agilidade Aprimorada (1) + Acrobacia (1) = 3
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Garota Mental

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qui Abr 30, 2015 12:54 am

Um lugar que me faz sentir muito bem é o Parque da Cidade. Morando lá no bairro constelação, não tenho tanto contato com o verde como eu gostaria. E vendo como a população mantém as coisas em ordem é gratificante.

Depois de um momento no parque resolvo dar uma caminhada pelo Zoo. Sou Agrônomo e agora sou meio animal também. Vou ver como os animais se comportam na minha presença. – Os bois me consideram um deles, não me estranharam. Vamos ver se os leões me veem como uma presa.

Entrando no ambiente comum do Zoológico, vejo uma aglomeração de pessoas correndo
descontroladas. Vejo fumaça ao longe e muita gente gritando e crianças chorando. Algo muito ruim está acontecendo e eu corro para verificar.

Ao me ver correndo na direção do fogo, as pessoas gritam e ficam mais aterrorizadas. Algumas mudam de direção, outras se agacham. – Não posso fazer nada pessoal, só sei que não vou fazer mal a ninguém.

Me aproximando ao máximo para não virar churrasco, eu vejo que a fonte do incêndio é um carrinho de lanches que deve ser churro ou cachorro quente. – Cara, esse fogo está muito grande, sei que vai ser muito difícil, mas vou tentar fazer alguma coisa quanto a isso.

AÇÃO: Observando as tubulações locais, percebo que há um hidrante próximo ao local. Providencio uma grande pedra e tentarei quebrar a tampa do mesmo e com minha força incliná-lo em direção ao fogo para que a água comece a jorrar molhando o local para apagar o fogo e refrescar as pessoas.

OBJETIVO: Apagar o fogo - Dificuldade 8

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Lótus e Lince

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qui Abr 30, 2015 12:56 pm

- Vamos lá, Sofia! Ficar aqui e ver alguns bichos não vai levar muito tempo. Tenho certeza que você vai se divertir, vamos! Não te tirei de casa pra tu ficar com essa cara de bunda aí.

- Não. - Sofia massageava os músculos dos braços na tentativa de aliviar a dor muscular, resultado de horas nas salas de treino do Sindicato - Você disse que a gente ia sair e fazer algo divertido. Ficar o dia inteiro olhando pra bicho coçando a bunda e comendo mato passa muito longe de qualquer ideia de diversão.

Mais cedo naquele dia ambas estavam caminhando pelo centro da cidade em busca de algo para desanuviar o stress vindo da nova vida de super heroínas. Laura optou por ir ao zoológico por causa de uma entrevista que viu na televisão onde uma psicóloga falava sobre os benefícios de observar a calma dos animais. "Bullshit", pensou Sofia, só que nada que ela dissesse iria tirar da irmã essa tão gloriosa atividade em família.

-  Olha só, vou te dar uma dica: que tal a gente sair daqui o quanto antes e ir fazer algo mais interessante? Tem uma livraria aqui perto onde você pode comprar uns quadrinhos enquanto eu procuro a biografia do Iggy Pop. Todo mundo fica contente e eu não fico sentindo esse cheiro de cocô seco.

Uma frase perdida no ar chamou a atenção de Sofia. A garota virou-se e se deparou com uma situação que para ela era imperdoável; um engomadinho fresco estava discutindo com o vendedor de churros por causa de um erro que poderia facilmente ser remediado. Escutar "- Enfia essa merda no cu, não tenho tempo para perder com você." foi a gota d'água. Cerrou os punhos, afastou-se da irmã e gritou ao homem:

-  ESCUTA AQUI, SEU FILHO DA PUTA! Quem tu pensa que é pra falar assim com o Seu Madruga ali? Tu acha que só porque tua peita é de tecido caro ela te dá o direito de sair falando do jeito que bem entender com as pessoas? Se não fosse crime eu encheria sua cara de tanta porrada que seu cu iria cuspir teus dentes em 36 prestações.

- O que caralhos você tá fazendo, Sofia? - Disse Laura, puxando a irmã pela camisa velha e desbotada do Velvet Underground - Tá querendo meter a gente em encrenca? Se o Sindicato souber que você tá ameaçando civis por aí eles vão te dar uma puta bronca. Além do mais o velho ali é doido. Não tá vendo ele gritando e oferecendo churros grátis? Para de discutir que isso não é problema teu. Vambora, anda.

- É, mas se eu não fizer isso a situação vai ficar impun--

A explosão do carrinho fez tremer músculos, ossos e órgãos. Não houve tempo pra assimilar o que acabara de acontecer, mas o senso de urgência das gêmeas fez com que elas traçassem rapidamente um plano usando seu elo mental. Lince correu para um lado, Lótus para o outro e em poucos segundos voltaram de uniforme. Não que elas precisassem ocultar identidades ou algo do tipo, mas o estilo faz parte quando se trata de salvar o dia.

- Ok, agora sim esse vai ser um ótimo passeio.

Ação:
Apagar o fogo: 1 Jogador - Dificuldade 8.

Lótus avisará Lince pelo seu elo mental que havia passado perto de uma grande caixa d'água responsável por suprir o armazenamento de algumas jaulas próximas. A gêmea destrutiva escalará na frente "programando" explosões regulares (usando sua aceleração molecular) nas principais barras de ferro da estrutura para que ela se incline e derrube água no pátio onde está o fogo; a irmã reparará parcialmente as partes danificadas para controlar a queda da caixa d'água, impedindo que desabe violentamente em cima dos animais.

Vantagens:
Manipulação de Matéria (2) + Elo Mental (1) + Aceleração Molecular (1) + ZC (1) = 5

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Vital

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sex Maio 01, 2015 12:36 am

Chat Confidencial:
Vult0_conectou-se á conversa;

[14:30:18]Vult0_está digitando...
[14:30:20]Vult0_: Boa Tarde Vital, esta ai!
[14:32:33]Vult0_: Está com alguma amiguinha eu acho...
[14:40:25]Vult0_: Pois bem se ver isso logo, e eu espero que a veja está ocorrendo algo suspeito no Zoo do Centro, captei algo a ver com bomba e fogo pelo rádio da policia...
[14:53:00]Vult0_desconectou-se da conversa;

Sammy saia do banheiro estava só de calcinha e com uma camisa de banda aleatória que achou no guarda roupa, ainda com a escova de dente na boca ia até o Notbook onde via as mensagens de Vulto...

-Eithc xhá a... Tirava a escova da boca. - Eita, já a essa hora?

Sammy fazia uma cara de desaprovação, porem logo se levantava indo até seu guarda roupa o abria tendo algumas peças de cosplay e roupas um tanto quanto estranhas.

-E eu pensando que combater o crime ia ser algo mais pra Night...

Abria o fundo falso do guarda roupa pegando o uniforme, o colocava meio as pressas, meio que sem reação no quanto simplesmente sai pela janela...

30min depois...

-Porque tinha de ter fogo no meio? Antes de começara voar até o começo do escarcéu via uma figura familiar correndo, era seu chico o dono do carrinho de chorros, porem ele não estava com o medo das pessoas até que um dos funcionários do Zoo grita:

-PEGA ELE, FOI ELE, PEGA ELE LOGO!!!

-Oque? o Chico? Porque ele iria querer algo assim?

Mesmo sem entender, voava na direção dele, ao invés de parar ou diminuir a velocidade ele corria mais e mais, então a unica coisa que pensava em fazer era tentar controlar uma quantidade minima de energia nos punhos e o lançar entre os pés de chico para que ele tombe, porem tentando o pegar antes da queda e voando até a altitude máxima, com isso se fosse tudo bem sucedido iria voar até perto do fogo o ameaçando de soltar gritando a ele: "Foi realmente você? Ou melhor. Porque?"...

Objetivo:
 

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Ímã

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sex Maio 01, 2015 4:46 pm

- Ok. Legal. Ok. Legal. Aquele garoto tá olhando pra mim. E eu gosto disso. – Diz a menina, tomando seu sorvete.

- Qual é? Para de secar o cara!  - Dani esfrega os olhos, enquanto um de seus fones de ouvido se desprende.

- Você só tá assim porque não curte a fruta. – Responde a amiga, dando um tapa leve no ombro da moça.

Dani abaixa a cabeça, fazendo um gesto de negação com a mesma, enquanto solta um leve sorriso. Não sorria há tempos. Mas seus amigos sempre tentavam animá-la desde a perda de sua namorada e, principalmente, de seu bisavô. Hoje em dia, no entanto, a única coisa que a animava era a satisfação de ajudar os outros, sem contar a adrenalina de quando veste seu uniforme azul.

- Ok, eu entendo que você tá desesperada pra arrumar um homem, só não entendo o porquê de você ficar tão excitada só de pensar em alguém enfiando um objeto fálico em você-sabe-onde. – Diz Dani, em tom baixo, enquanto recoloca o fone em seu ouvido.

- O que eu não entendo é como você não gosta. – Diz a moça, abrindo um sorriso.

Quando Dani estava prestes a responder, uma confusão começara. As pessoas corriam para um mesmo lugar.

- Não ouviu? – Pergunta a amiga à Dani, mas sem deixa-la responder, correndo na mesma direção.

Entretanto, fogo começa a tomar conta do local da aglomeração. Pessoas correndo, outras presas no meio do fogo. Dani sabia o que fazer. Rapidamente, a moça se equipa com seu uniforme, planando quase que instantaneamente. Seu corpo parecia leve no ar. Sua preocupação aumenta ao ver as pessoas desesperadas pelo fogo. Ela cerra os punhos, manipulando suas mãos levemente de um lado para o outro. Neste instante, ela vê uma família sendo “atacada” pelas chamas. Quatro pessoas. O pai, a mãe e duas crianças.

“Certo, as crianças eu posso carregar, mas os pais...” – Divaga por alguns instantes.

Sem hesitar por mais nenhum momento, ela se concentra, a fim de arrancar duas barras aleatórias de duas jaulas diferentes. Amarraria os pais com estas, enquanto desceria para pegar as duas crianças, concentrando-se em levantar todos ao mesmo tempo, tirando-os dali com segurança.

Objetivos:

Salvar os civis: 4 - dificuldade 8

Vantagens:
Magnetocinese: 2; Vôo: 2 = 4

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Obs: Não comento sobre minha vida pessoal, isso não é um blog, bitch!
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Samaritana

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sab Maio 02, 2015 1:10 am

(Continua a seção de terapia)

...

- Bom, nosso tempo já terminou então continuamos outra hora Sara.

Samuel olha para o relógio, levanta e cumprimenta a moça. Ajeitando suas coisas de maneira rápida como se estivesse atrasado para um compromisso.

- Sei que está apressado mas posso te fazer só uma pergunta? (Ele concorda) Meus poderes parecem que estão evoluindo. De vez em quando eu tenho colapsos e consigo sentir de maneira mais forte a circulação das pessoas. Tipo sei lá, um sexto sentido. Isso é normal?

Os dois trocam olhares e percebem a ironia da pergunta e sorriem. Não era normal, mas era biológico.

- Não sei nada aprofundado em relação a meta-humanos mas como se trata de percepção acho que tenho algo que possa ajudar. Existe um conceito da Gestalt nomeado "Figura-Fundo" onde determinado órgão sensitivo foca em um determinado objeto e suas informações, acabando por ignorar os outros dados. Procure fazer algo que te distraia, mas ao mesmo tempo te deixe concentrada em algum objeto específico.

Samaritana agradece e sai do consultório e se depara com as ruas movimentadas do "Centro". Ela pensava em que lugar ir. Apesar do Parque ser um lugar agradável demoraria um pouco para chegar lá. Então ela lembra do Zoo que havia ali perto. Seria um bom lazer, além de que ajudaria no controle de seus poderes.
Pessoas sorrindo, animais dentro de suas jaulas, alguns companheiros do Sindicato e vendedores tentando ganhar a vida. O dia comum com acontecimentos comuns que Sara almejava. Andando entre os espetáculos ela para na jaula dos leões e tenta concentrar sua percepção hemocinética em um deles.

- CHURROS GRÁTIS! SIRVA SE VOCÊ MESMO!

Um garoto que estava correndo esbarra na moça. Roupas simples, não parecia um menino de muitas condições. Sara segura no seu braço impedindo o garoto de seguir seu curso.

- Espera! Eu não sou tão ingênua, me devolva a carteira.

O menino finge que vai devolver e pisa no pé de Sara. Ele sai correndo e rindo indo em direção a uma barraca de churros onde se inicia um aglomerado de pessoas. Sara então corre atrás do menino e percebe que chamas se espalham no local e o cercam.

- Droga! E eu estava achando que ia ser um dia normal! Tudo bem, pessoas estão sofrendo perigo e precisam ser salvas!

--------------------------------------------------------------------

Com sua Hemocinese ela irá empurrar o garoto para seus braços o afastando das chamas, controlando o seu sangue somente por poucos segundos devido a sua instabilidade com esse poder em corpos vivos. Afastando-o das chamas o levará para um lugar seguro cuidando para que ele fique bem.

Objetivo:
Salvar os civis - 1 - Dificuldade 2

Vantagens:
Hemocinese (+2); ZR (-1) = 1

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O mal não é algo que corre no sangue

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Tubarão

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Dom Maio 03, 2015 8:38 pm

Como pude ficar tanto tempo sem fazer isso?

Pensava Katya sentada com seu filho e sua amiga Marta em um piquenique no parque da cidade. Aquela sensação de estar podendo ficar entre seus entes queridos, fazendo coisas de gente normal, levando uma vida normal era algo cada vez mais raro e desejado.
Sempre fazendo algum serviço  para o Sindicato seja como uma cientista, ou como a heroína Atômica, seu tempo para a família, e principalmente para seu filho era cada vez menor. Por sorte contava com a ajuda de Marta, que  era uma amiga de longa data da família. Foi ela quem praticamente a criou quando pequena, e esteve junto da moça quando a mãe morreu a alguns anos atrás, e agora a ajudava  a criar  seu filho. Marta era mais que uma amiga ou confidente, era uma segunda mãe. Uma mulher sábia e de boa índole. Ela era uma das poucas que sabia que a cientista voava por ai como uma heroína, e por mais que sentisse um aperto no coração toda vez que a moça vestia o uniforme, nunca deixou de apoia-la e sentir orgulho de seus atos.

-Você escolheu ficar aqui mais isolada entre as árvores de propósito não é?
-Não, nem tô pensando nisso hoje, só queria deixar a gente num lugar mais tranquilo...
-Hahah Você não me engana menina, relaxa um pouco. O que pode acontecer de ruim num lugar assim... Me passa a caixa de suco ali.
-Mamãe, eu também quero suco...
-A mamãe põe pra você meu amor...

Katya sabia que a qualquer momento algo poderia acontecer,sempre acontece. Algum chamado de emergência, incêndio, ataque de vilão etc... Por uma sugestão do próprio Sindicato a moça já mantinha parte de seu uniforme abaixo da roupa do dia a dia, e o restante numa bolsa. Sempre estava precavida, por mais que rezasse para que passasse um dia sem nada de ruim acontecer.

Os sorrisos e as boas conversas naquele piquenique foram interrompidos por gritos desesperados vindos de uma aérea não tão longe dali.
Marta olha para Katya com uma expressão séria, ambas não queriam estragar aquele momento tão bom, mas sabiam que era preciso.

-Sabe de uma coisa? me deu vontade de comer algodão doce, vou trazer pra gente! A Mamãe já volta.
Dando um beijo na testa do garotinho, Katya rapidamente se levanta, pega sua bolsa e desce até uma área mais isolada e repleta de vegetação.
Um rastro amarelo corta o céu do parque, lá de cima Atômica tem uma visão ampla da situação: Um carrinho de churros ardendo em chamas, algumas pessoas cercadas pelas labaredas que se espalharam, muita gente correndo desesperada alegando ter uma bomba no carrinho.
O que pode acontecer de ruim num lugar assim? Ah fala sério, eu mereço...
Ela observa a sua volta, procurando algo que lhe possa servir como vantagem antes de agir.

Certo, os patos estão do outro lado, espero que os peixes também estejam...
Como um raio a heroína desce até o chão assustando algumas pessoas com sua entrada brusca
-Todos vocês se afastem agora!
Atômica se aproxima do carrinho em chamas com as mãos estendidas na intenção de absorver parte da energia liberada pelas labaredas, afim de amenizar um pouco do calor para que ela possa pegar o objeto e o arremessar dentro da área que observou do lago.

OBJETIVO: Apagar o fogo - Dificuldade 8

Vantagens:
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Arco

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sex Maio 08, 2015 8:30 pm

Fechado.

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Arco

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qua Maio 13, 2015 12:55 am

As pessoas gritavam e as chamas só aumentavam, o carrinho sequer parecia já ter sido um carrinho de comida, agora se parecia mais uma fogueira que havia ganhado vida própria e se espalhava com uma velocidade incrível. Uma família havia sido cercada pelas chamas, os pais e as duas crianças já estavam desesperados e não sabiam o que fazer para sobreviver. Para sua sorte, alguém por perto decidira intervir.

Ímã surgiu voando e manipulando duas barras de metal arrancadas das jaulas, enrolando-as no tronco dos pais desesperados, logo em seguida mergulhando ela mesma e pegando as duas crianças com os braços, tentando tirar todos dali, abusando um pouco de seu poder.

Enquanto seu Chico corria a todos pulmões, ele mal pode perceber a aproximação do híbrido de humano e felino. Tigre saltava entre as árvores, buscando o melhor momento para dar o seu bote e capturar o malfeitor.

As gêmeas, preocupadas com o incêndio que poderia se espalhar mais e mais, causando mais vítimas, começavam a se movimentar em direção a uma grande caixa d’água e traçar sua estratégia com seu elo mental. Quem olhasse de fora e não as conhecesse, jamais entenderia como poderiam agir tão bem juntas.

O fogo era infernal e Ímã pode sentir o desgaste que o calor causava em seu corpo, decidindo então que se não saísse logo dali poderia não conseguir salvar a sua própria pele, quem dirá a da família. Usando todo seu poder, levantou os pais e também o seu próprio corpo, atirando-se ao ar e só parando muitos metros a distância. Pode sentir o metal do seu corpo estando aquecido, o que causou um incomodo especial. Seu nariz sangrava e ela estava exausta. As condições haviam jogado contra ela, mas Ímã estava satisfeita em salvar aqueles civis e a adrenalina que percorria seu corpo era algo maravilhoso. Mal pode sentir quando desmaiou.

Quando seu Chico ficou entre duas árvores, Tigre viu o momento perfeito para saltar. Porém, quando ele apoiou seu pé sobre um galho, sentiu-o partir e tirar todo o seu equilíbrio. Uma pessoa normal provavelmente teria caído e quebrado o pescoço no processo, mas a agilidade de Tigre, juntamente com suas demais habilidades, ainda lhe permitiram girar o corpo no ar e tentar cravar as garras na árvore. Em vão. A casca da árvore se soltou e ele seguiu em queda livre até o chão, onde se chocou e desmaiou, sem nem saber o que aconteceu.

Lótus e Lince colocavam seu plano em prática, agindo rapidamente e de forma sincronizada. Escalar a caixa d’água foi um trabalho complicado, mas não impossível. A pior parte foi controlar as explosões e restaurações da caixa, mas elas duas conseguiram lidar com isso também, esforçando-se muito. A caixa tombou e a água se espalhou de forma brusca, como uma onda. O carrinho virou e logo foi engolido pela água, levando as chamas a extinção. Alguns dos civis acabaram sendo arrastados pela água, mas sem danos graves, muito melhor do que serem incendiados vivos.

As gêmeas aproveitaram e ajudaram os seus companheiros que se encontravam debilitados, Tigre gravemente ferido e Ímã exausta pela combinação de uso excessivo de poder e calor. Todos seguiram para a sede do Sindicato, felizes com a oportunidade de terem salvados muitas vidas ali.

Seu Chico, que havia conseguido fugir, se afastou do Zoológico e encontrou um carro preto atravessado. A janela se abaixou e um homem de terno cinza e óculos entregou para ele uma valise.

A cura da sua esposa está aí, basta aplicar a injeção. E também tem uma gorda quantia em dinheiro. Parabéns, Francisco. Você é um dos nossos agora. Eu e meu senhor cuidamos dos nossos. E ainda precisaremos de você, esteja preparado – o vidro se fechou e ele foi embora, acelerando o carro e deixando seu Chico com a mercadoria.

O senhor, que até hoje só conhecera o trabalho honesto, soube de uma coisa: havia vendido a alma ao diabo.

ROLAGEM DE DADOS:

Lótus e Lince – ND 8
Manipulação de Matéria (2) + Elo Mental (1) + Aceleração Molecular (1) + ZC (1) + Dado (3) = 8. Sucesso. 8 XP.

Tigre – ND 4
Furtividade  (1) + Super Agilidade (2) + Zona (0) + Dado (0): 0. Falha crítica. 0 XP. Encontra-se bem ferido e deve interpretar as consequências disso nas próximas missões, por um tempo.

Ímã – ND 8
Magnetocinese (2) + Vôo (2) + Zona (0) + Dado (5) = 9. Sucesso. 8 XP.
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Sombria

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Dom Maio 17, 2015 4:59 pm


Balaclava





Marcelo era um cara calado, na sua. Odiava ser chamado de “tímido”, mas a verdade era que ele era socialmente inapto: tinha histórico de depressão clinica, e sérias dificuldades de se envolver com outras pessoas. Por causa do seu peso na época, e do seu desenvolvimento rápido de pelos por todo corpo, ele sofreu bullying pela maior parte dos seus anos escolares, se tornando cada vez mais introvertido cada ano. Ao invés de sair de casa e viver uma vida comum, ele passava dias e noites assistindo filmes de ação e de guerra, os quais adora até hoje.

Por isso agora, aos seus vinte e tantos anos, tinha muitos poucos amigos e, especialmente, nunca tinha tido uma namorada. Com a mãe falecida, o seu anjo salvador, a única pessoa que o impedia de cair completamente no fundo do poço, era o seu pai, Edson, o retrato do trabalhador honesto, o homem do campo que havia ganhado a vida na cidade grande no suor e trabalho duro; há poucos anos, ele havia conseguido montar uma loja de celulares em um mini-shopping no centro, chamada “Edson Celulares”, e passou a se dedicar somente a ela, junto com o filho.

Marcelo acreditava que havia conseguido se livrar dos valentões da escola, quando terminou a mesma, e agora que não era mais gordo. Mas, trabalhando na loja como atendente, um dia ou outro, sempre havia alguém. Cliente ou funcionários das outras lojas, sempre havia uma piadinha, ou comentários debochados aos sussurros sobre ele. Não eram mais sobre o seu corpo, mas sim sobre o fato de ser tão tímido, de parecer um pateta porque não sabia interagir com outros como uma pessoa normal. Vendo que não podia fugir daquilo, pensamentos extremos invadiam sua mente, mas era o seu pai quem o impedia de fazer uma loucura. Por respeito e admiração a ele, que queria que herdasse o seu negócio, Marcelo aguentava todo o sofrimento calado.

Porém, um dia, o mini-shopping dá a notícia de que várias lojas do seu estabelecimento, inclusive a Edson Celulares, seriam fechadas para dar espaço para uma nova loja da rede de eletrodomésticos Eletrojoule. O baque é tão forte em Edson que ele, que mal adoecia, sofre um infarto fulminante, e morre no caminho pro hospital, devido à demora de chegada da ambulância ao local. Marcelo, agora sozinho no mundo, cai completamente no poço de sua própria escuridão, desaparecendo completamente do mapa após o incidente.



Centro
Um ano depois



Era uma tarde lotada como sempre no Centro de Nova Capital. A última adição ás lojas do mini-shopping Esmeralda, a mais nova Eletrojoule da região, fazia um sucesso tremendo, assim como as todas as outras, atraindo um número imenso de pessoas para o pequeno shopping e suas outras lojas. Entre essas pessoas, estava um homem de rosto familiar, vestindo roupas largas que cobriam todo o corpo, e uma grande mochila militar nas costas.

Ele anda pela loja, observando tudo, especialmente os funcionários da mesma. Ele vai até onde ficam as máquinas de lavar, e deixa um objeto lá, caminhando então em direção à saída. Ele passa por duas funcionárias, que veem algo piscar lá atrás, de onde ele veio. Elas vão até o local, vendo então um celular velho, ligado ao que parecia ser uma bomba, piscando uma luzinha verde. Elas olham para fora, apenas para ver o homem parado lá, olhando de volta, com um celular em mãos, ligando pra alguém. Dois segundos depois, o celular da bomba vibra, recebendo uma chamada.

Uma explosão então ocorre, estourando todas as vidraças da entrada da loja de eletrodomésticos e lançando todos ao chão, feridos ou desesperados. O homem era o único em frente à loja ainda de pé, agora retirando um rifle de assalto moderno de sua mochila. Ele abre a sua jaqueta, mostrando seu colete a prova de balas, já vendo os seguranças se aproximarem de longe. Ele começa a andar em direção a eles atirando, derrubando um a um com seus tiros certeiros, que ecoam alto pelo lugar. Ao fim de tudo, ele olha para as saídas do mini-shopping, vendo algumas pessoas correndo abaixadas pra fora do local.

– ... Ninguém escapa.

Ele liga novamente pelo seu celular, e em seguida os painéis ao lado das entradas do mini-shopping começam a estourar, um por um, que então começam a fechar as portas de enrolar automáticas das mesmas, trancando o lugar. Marcelo então vê todas as pessoas caídas no chão, feridas e com medo, e começa a caminhar entre elas. Em dado momento, ele para, e levanta alguém do chão pelo braço.

– Você... Você se lembra de quem eu sou, não? O cara quem você costumava zoar? – Ele pergunta, olhando o homem com seus olhos vazios.

– ...M-Me desculpa, cara. P-Por favor... Não me mata! Por favor!

– ... Matar você?

Marcelo então solta o rapaz, retirando uma máscara da sua jaqueta e a colocando no rosto. Era uma daquelas máscaras que tinha três buracos, mostrando os olhos e a boca, conhecido pelos especialistas como balaclava. Em seguida ele retira uma faca de combate da mochila, que faz com que o homem comece a ficar ainda mais desesperado.

– Não irei matar você. Eles irão.

Marcelo então deixa a faca cair no chão, e volta a caminhar, agora gritando pra todos.

– ESCUTEM! DENTRO DO ESMERALDA NESSE EXATO MOMENTO, EXISTEM VINTE E TRÊS BOMBAS ESCONDIDAS, PRONTAS PRA EXPLODIR. EU FAÇO UMA LIGAÇÃO, E ESSE LUGAR TODO VAI PRO CHÃO! VENHAM ATRÁS DE MIM E EU MATO!

– PORÉM, VOCÊS TÊM UMA ESCOLHA! ESSAS PESSOAS QUE ESTÃO DE PÉ FIZERAM ALGO ERRADO. ELAS SÃO VALENTONAS! BULLIES! SE VOCÊS ESFAQUEAREM TODOS AQUELES QUE EU LEVANTAR DO CHÃO, EU DEIXO TODOS IREM. É SIMPLES! CORTEM AS MAÇAS RUINS, OU A ÁRVORE INTEIRA APODRECE. VOCÊS TÊM 45 MINUTOS PRA ESCOLHER!

O homem da balaclava então continua a andar, jogando facas da sua mochila no chão, e levantando todos aqueles que ele conhece, da época em que trabalhava ali...

Objetivos:
- Salvar as pessoas de pé: ND 2 cada
- Parar Marcelo: ND 8
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Dillian Fa

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Seg Maio 18, 2015 1:48 am

Heitor observava atentamente um conjunto de espadas decorativas. As Bokkens, graciosamente organizadas numa estrutura, lembrando um templo japonês. Isso o fazia lembrar dos ensinamentos de seu antigo mestre. A lâmina da Katana era letal, mas fútil se usada desnecessariamente. Lição aprendida de Tsukahara Bokuden, um renomado samurai, mas que aprendera a nunca usar a espada para tirar uma vida ou derramar sangue sem motivo. Heitor não entendia isso na época, mas com o tempo entendeu essa lição...

Você vai querer alguma coisa?

Os pensamentos de Heitor são cortados, e percebe a atendente o observando. Era uma moça, quase da mesma idade que ele, que trabalhava na loja de peças de decoração.

O que? Não, não... Eu só parei pra olhar...
Espera ai... Heitor? É você?
Você me conhece? - pergunta, franzindo a testa para tentar reconhecê-la.
Sou a Amanda, lembra? Estudei com você o 7º e 8º ano!
Espera ai... Amanda? Sim, eu me lembro! Você está diferente...
E você não mudou nada. E ai, ainda está estudando? Saiu da escola...?
Eu ME FORMEI, ok? Conclui o ensino médio. - fala com certo desconforto, pois Amanda era de sua época de Bad Boy.
Se formou? - fala com certa surpresa - Eu não acredito. Quer dizer... Você...
Nunca levei nada a sério, né? Eu mudei... Mas e você? O que fez da vida?
Ah... Nada muito importante... - fala, meio que tentando se desvencilhar do assunto - Tenho que voltar ao trabalho. Mas foi bom te ver de novo.
Falou...

Era um dia especialmente melancólico para Heitor, pois completava-se um ano desde que Yoshio fora assassinado. Decidiu passear um pouco, espairecer a mente, e achou que sair da rotina faria bem. Apesar dos pesares, reencontrar uma amiga dos tempos de colégio ajudou. Após um tempo, ouve um barulho de explosão, e muita gritaria. É então que vê um homem, ameaçando a segurança do local, com um rifle. Com pouco tempo para pensar, Heitor sabia que devia fazer alguma coisa. Corre para um canto mais afastado, fora da vista das pessoas (que ou estavam tentando entender a situação ou correndo de medo), e retira da mochila o uniforme de Ronin. Infelizmente, sua Bokken não estava com ele. Rapidamente, ele se troca e corre para saber o que acontecia. Bem a tempo de ver o homem instalando o caos no local, incentivando as pessoas a atacar alguns funcionários que escolhia a dedo. E Amanda estava no meio, com mais duas funcionárias da loja de presentes. Algumas pessoas, ainda que timidamente, pegam as facas jogadas pelo atirador e começam a avançar.

Estão loucos? Estas pessoas são inocentes!

Ação: Ronin se lançará contra a população, em defesa de Amanda e das outras duas funcionárias. Sem usar força letal, usará suas habilidades para desarmar aqueles que estiverem portando facas, e afastará outras usando sua pirocinese para inibir novos avanços. Usará, também, duas das Bokkens que estavam na decoração como arma de defesa. Sua intenção é desarmar e desestimular novos avanços, usando de pirotecnia e habilidades de combate como intimidação.

Objetivos: Salvar 03 pessoas ND:06


Vantagens: Pirocinese+1, Combate+1, Armas Brancas+2.


Última edição por Ronin em Sex Maio 22, 2015 7:38 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Ter Maio 19, 2015 12:38 am

Xamã observava a cidade de Nova Capital de cima de um dos maiores arranha-céus do centro. Com todos seus sentidos ampliados, ele oscilava entre o mundo material e espiritual, observando a cidade em suas duas formas, notando as principais diferenças, perdido em um devaneio, quando seus pensamentos foram interrompidos pela presença de dois espíritos – um casal. Eles estavam cautelosos, mas Xamã fez um sinal para que se apresentassem. Eles vieram, se apresentaram e então comentaram.

Eles disseram que podíamos contar com sua ajuda, que você tem ajudado os nossos e os vivos... nosso filho, ele vai fazer uma loucura. – Eram os pais de Marcelo e dali a poucos minutos, seu filho começaria um ataque terrorista no Shopping. – Ele vai acabar morrendo e levando muitas pessoas juntas... você sabe como isso abala os dois mundos... – dizia a mulher, que já estava a mais tempo no mundo espiritual e conhecia melhor como tudo funcionava.

Vamos logo, me digam tudo que sabem no caminho. Precisamos impedí-lo.

E partiram...

-----------

Meia hora depois, já no telhado do Shopping, Xamã buscava o rapaz que os pais haviam procurado ajuda. Entrou para a parte superior, se teleportando. Com toda certeza seu visual ritualístico e os seus pés descalços o deixavam totalmente deslocado ali, mas ele não tinha tempo para se importar com nada disso. Depois de dois teleportes, acabou vendo Marcelo sair de uma loja, seguido por uma explosão.

Maldição, cheguei tarde. – Disse, cerrando os punhos. – Espero que não tarde demais.

Observou toda a cena, toda a proposta do rapaz. Concentrou-se e ampliou seus sentidos, saltando em seguida para o mundo espiritual. Sabia que a sanidade do jovem estava afetada e que logo estaria arruinada para sempre. Sua morte naquelas condições criaria um espirito opressor e tudo só pioraria. Chamou os pais de Marcelo e os preparou.

Eu vou trazê-lo até vocês, isso impedirá que ele exploda as bombas e também dará uma oportunidade a vocês a remediarem o erro que cometeram na criação desse rapaz. – Nem esperou resposta, desapareceu novamente para o mundo material.

Xamã observava toda a cena de cima, estava buscando o momento perfeito. Pretendia, no momento certo, usar sua telecinese para imobilizar a mão de Marcelo que segurava o celular. Em seguida iria se teleportar até ele e arrastá-lo novamente, até o mundo espiritual. Jogaria Marcelo aos pés dos pais dele, para que eles pudessem finalmente ter uma conversa definitiva sobre toda a vida que ele vinha levando.

Por fim, Xamã o traria novamente ao mundo material, de preferência sem o celular. O entregaria para as autoridades, para que pudessem responsabilizá-lo pelos seus atos. E buscaria visita-lo no futuro, quem sabe colocá-lo em contato novamente com seus pais, para que ele pudesse se recuperar e sair de lá como uma boa pessoa.

Objetivos:
- Parar Marcelo - ND 8.
- ND Total: 8.

Habilidades:
- Comunicação Espiritual (2)
- Passo Espiritual (2)
- Sentidos Aguçados (2)
- Telecinese (2)
- Zona (0)
- Soma: 8.
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Vital

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Ter Maio 19, 2015 4:49 pm

Samanta em uma pequena tarde e depois de mais uma briga com Larissa ia até o mini-shopping perto de casa para comprar fones novos, pois os antigos aviam caído depois de um passei "calmo"...

- Nunca mais voo ouvindo música, alem de perder meus fones quase bati em um ônibus!! Dizia baixo enquanto procurava algum de seu gosto.

- Tenho de voltar a postar no meu Vlog, agora que vou preparar meu próximo cosplay posso fazer uns tutoriais, e para isso acho que vou comprar uma câmera nova!

Se abaixava e ficava vendo os vários modelos, seu visual estava de certo modo diferente, avia jogado o cabelo para o outro lado, antigamente usava um moicano hoje aderiu ao sidecut, quem a via com o cabelo do outro lado quase não a reconheceria, a não ser seu antigos colegas de classe que a viram na época do cabelo grande antes no novo corte.

- SSSSHH... UUII!! Acabei de ter um calafrio, isso não é nada confortável... Se espremia balançando a cabeça, logo voltava a olhar a vitrine, porem sem querer observava o reflexo dela e nisso via um homem, familiar e extremamente suspeito passando por traz dela vindo da lavanderia, até que em um momento aleatório a imagem que via era o homem com um celular e uma explosão forte...

- MERDAAA!!! Samantal se desequilibrava e então se jogava ao chão perto de um casal, logo via que realmente era familiar, era Marcelo, um antigo colega de classe cujo qual trabalhou nesse local a um tempo atrás antes das mudanças, a reação dela era confusa e estranha ao ouvir as palavras que saiam da boca dele, ele parecia um daqueles terroristas que apareciam nos seriados e filmes onde a S.W.A.T. aparece da uma surra, ele estava completamente louco...

-... É SIMPLES! CORTEM AS MAÇAS RUINS, OU A ÁRVORE INTEIRA APODRECE. VOCÊS TÊM 45 MINUTOS PRA ESCOLHER!... Era a ultima coisa que ele falava antes de começara caminhar, Vital estava em choque vendo aquilo, oque poderia fazer, mostrar ou se quer revelar os seus poderes poderia deixar todos em uma situação de risco ainda maior, era algo que deveria ser resolvido de outra forma, então por um motivo estranho, Samanta começava a recordar em flahsbacks da vida de seu "amigo" o colega que sempre sofreu zoações e humilhações, então uma ideia louca e possivelmente suicida passava na cabeça de Samanta...

-Ei, Maaa... Maaar... Marco... MARCELO!!! É isso, Marcelo, ei você espere ai, eu lembro de você seu canalha!!!

Samanta se levantava puxava mais a franja no rosto e a parte lateral que cobria o raspado, ela estava levemente tremula, porem firme, caminhava na direção dela e olhando firme para ele dizia aos outros ao redor:

- SE ALGUM BABACA AQUI PEGAR UMA DESSAS FACAS EU MESMO VOU ESTOURAR OS OVOS!!!!

Ela chamava mais uma vez a atenção dele:

-EI MARCELO!! Porque você estava fazendo isso? Porque faz isso com eles? Por causa das vezes que eles te zoaram por ser "diferente"? foi pelas vezes que eles o chamavam de tímido? Eu lembro de você quando trabalhava aqui, sempre quieto, lembrava você no colégio, e eu lembro de você de la também, era gordinho e sempre sofria na mão dos outros, mais sempre era o melhor aluno, o melhor vendedor, extremamente inteligente, e isso é verdade, não é qualquer um que arma bombas e as coloca em um shopping sem ninguém perceber...

Ela estava com um tom agressivo porem sincero, dava uma pausa olhando para ele e então voltava a falar:

-Você sofreu por causa da perda da sua mãe e de seu pai, por causa de tudo que fizeram por você, e você quer se vingar? Não acha que isso é infantil? Ou não lembra que Justiça, é diferente de Vingança como diria um de nossos vigilantes favoritos o Justiceiro? E não ache que estou falando isso porque estou implorando pela minha vida... Estou falando isso porque sei oque você sente, sabe oque é para uma jovem em uma escola hipócrita gostar de garotas? Sabe oque é um grupo de garotas tirar sarro da sua cara? e até mandar os namorados te bater só porque é "sapatão"? O único amigo de verdade que você tem é outro excluído um negro órfão anti-social cujo qual nem falar, falava direito? E depois ao passar do tempo o preconceito cresce e as pessoas o tratam pior, você tinha uma escolha, eu não tive uma, eu sofri preconceito até daqueles que menos esperava, meus próprios pais, eu era a garota rebelde que ou iria se matar ou virar uma sociopata... mais eu não fiz isso...

Samanta iria se aproximar dele seu olhar de ódio se tornava um olhar mais sério misturado com inícios de lagrimas, então iria fazer algo que muitos podiam achar insano, mais ela iria fazer, ela iria meter a porra do dedo na cara dele e gritar mais ainda:

-VOCÊ, VOCÊ QUER MOSTRAR PARA OS OUTROS OQUE VOCÊ SENTE? QUER MOSTRAR PARA OS OUTROS OQUE VOCÊ CENTIL? PORQUE VOCÊ NÃO MOSTRA PARA AS PESSOAS CERTAS? NÃO ACHA QUE A CULPA DISSO FOI DE TODAS ESSAS PESSOAS AQUI, MUITAS INOCENTES E ATÉ CRIANÇAS, VOCÊ PODERIA PEGAR ESSE SEU TEMPO LIVRE, ESSA SUA CABEÇA CRIATIVA E PENSANTE E FAZER ALGO BOM, DESCONTAR ESSA SUA ANGUSTIA E RAIVA EM QUEM REALMENTE MERECE, VOCÊ PODERIA SER UM HERÓI, ALIAS, VOCÊ É COMO NOSSO VIGILANTE FAVORITO, COM OO JUSTICEIRO, TEM UM VONTADE E NÃO TEM COM ALGUÉM PRÓXIMO PARA SE PREOCUPAR, VOCÊ PODERIA MOSTRAR PARA AS PESSOAS QUE VOCÊ NÃO É MAIS UM GORDINHO E QUE NÃO ERA TÍMIDO APENAS QUIETO, PODIA MOSTRAR PARA AS PESSOAS COMO VOCÊ É FORTE E NÃO FAZER AS PESSOA ERRADAS SENTIR OQUE VOCÊ SENTIU, PORQUE EU NÃO FIZ ISSO, EU ATÉ HOJE TENHO VONTADE, MAIS EU TENHO ALGO MAIS, EU TENHO AMOR POR MIM MESMA PARA NÃO ME FAZER CAIR NESSA TENTAÇÃO DE VINGANÇA, VOCÊ PODERIA FAZER MUITO MAIS DO QUE MATAR TODOS E SE VINGAR, PODERIA FAZER A PORRA DE UMA JUSTIÇA COM AQUELES QUE ESTÃO LÁ FORA FAZENDO PIOR...

Samanta iria tomar o folego olharia para ele e diria abaixo para apenas ele ouvir:

- E você ainda pode fazer, é só não explodir tudo isso, é só soltar eles, e sair daqui, ainda da tempo, você tem essa opção e poucos tem... Eu fiz a escolha certa... E hoje, muitos me conhecem como VITAL!! E nessa ultima frase Samanta iria olha-lo fixamente limpando as lagrimas que caiam do rosto e iria se sentar junto aos que ficavam espantados ao redor apenas o olhando e rezando para que ele não tivesse escrúpulos, algum herói apareça nesse meio tempo que ela ficou tentando o convencer...

Objetivo:
Parar Marcelo - ND 8

Bônus:
ZC

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Qui Maio 21, 2015 11:07 pm

Já se passavam horas e Mariana continuava a revirar o perfil de seu ex-namorado, selecionando foto atrás de foto e lendo todos os comentários atentamente. A garota ainda se sentia incomodada pela separação, apesar de visivelmente estar levando uma vida melhor, super-heroína, campeã de MMOs e sucesso nas redes sociais, mas nem tudo isso somado era capaz de provocar ciumes em Gustavo, e isso torrava a paciência de Mariana a cada encontro forjado.

-Partiu compras? Tá podendo hein, espera só eu hackear o perfil dessa piranha que anda curtindo suas fotos! - Disse Mariana enfurecida enquanto conferia as ultimas localidades que seu ex esteve. Dessa vez a blogueira se dirigia até o mini-shopping Esmeralda, onde pretendia simular mais um encontro por “Acaso”.

-Ah Gustavo, a quanto tempo, nem te vi, como tá a vida?...ah você sabe, to muito ocupada com meu canal, sem falar a vida de heroína...Sim, por falar nisso, vim comprar esse iphone de ultima geração... -

Repetia Mariana nas ruas do centro, sem se importar com os olhares curiosos que atraia, continuava a bisbilhotar as ultimas postagens de seu ex-namorado, entretanto teve uma surpresa ao ver o titulo do post mais recente, acompanhado de um vídeo de poucos minutos.

TEM UM CARA ATIRANDO NAS PESSOAS AQUI NO SHOPPING ESMERALDA

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O vídeo começa com o som de tiros e gritos apavorados, a filmagem era tremida e desfocada, mostrando de relance o atirador, Gustavo corria até a saída junto de outras pessoas, mas a portas se fecharam em seguida.

– ... Ninguém escapa. - Dizia o atirador.

Ainda ofegante, Gustavo se jogava no chão junto de outras pessoas, escondendo o celular, que agora captava apenas o áudio e o discurso do Mascarado. Mariana  já se aprontava, enquanto ouvia o restante do vídeo, jogando peças de roupa pro alto mantendo apenas seu uniforme. Sem saber se estava mais preocupada com a vida dos reféns ou se apenas queria impressionar seu ex, Cybernética fez seu caminho até o mini-shopping com auxilio de seus patins pixelados.

Objetivos: Salvar 04 pessoas ND 08

Ação: Cybernética pretende adentrar o local hackeando as portas de emergência, em seguida ao avistar as pessoas de pé, pretende materializar literalmente uma torrente de pixels para varrer as facas do chão, desarmando qualquer um que pretenda atacar os "inocentes", projetando uma armadura em partes vitais.

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sex Maio 22, 2015 3:54 pm

"Ao menos pararam de ficar me encarando..." - penso, caminhando devagar. Era muito cedo, mais ou menos 13:30h, eu havia acabado de acordar. Estava sonolento, andava quase me arrastando. A preguiça era tamanha que eu nem ligava pros locais onde minha cauda estava passando... Até passou por cima do pé de um rapaz distraído, que tomou um susto daqueles e saiu correndo, derrubando a mochila que segurava.

- Ei, cara - grito, pra chamar a atenção do corredor, assustando outras duas pessoas e fazendo com que ele parasse e, temerosamente, se virasse na minha direção. - Sua mochila! - aponto para o chão, onde a mochila está caída, e o rapaz volta, cautelosamente, provavelmente com medo de mim, puxando sua mochila rapidamente e voltando a correr, até tropeçando uma vez.

- Pff... Só por que pareço um tigre, não quer dizer que eu vá te caçar - digo, quase num tom de sussurro. Voltava a caminhar na direção de casa. Na minha mão direita, algumas sacolas com coisas que comprei na Padaria do Seu Afonso, como alguns pães, 5 litros de leite e dois pacotes de whiskas. Na outra, o jornal do dia. No papel mesmo, é bom pra usar pra... Outras coisas.

Já perto de casa, resolvi abrir o jornal, e vi numa das manchetes sobre uma loja que abriria num minishopping do Centro hoje. Era uma grande loja, a Eletrojoule. Quem sabe, talvez, eu consiga comprar algo lá. Ou só dar uma olhadinha mesmo.

Deixando as coisas em casa, fui pra conferir a loja naquele minishopping, até que um pouco ansioso. Já ia até imaginando as reações... Uma atendente chegando muito devagar e com medo perto de mim e falando "posso ajudar, er... moço?".

Tudo bem, aí eu fui pra lá... Chegando na porta, o lugar estava uma bagunça, com um monte de pessoas correndo do local. Achei aquilo estranho, e comecei a correr na direção da entrada principal. No caminho, pude ouvir estouros, e as portas começaram a baixar. Apertando o passo, saltei para conseguir passar pela porta entreaberta, adentrando o shopping. Entrando, vejo as pessoas deitadas no chão e logo trato de me esconder. Enquanto escondido, vejo um homem todo de preto e mascarado, erguendo algumas pessoas e jogando facas no chão, gritando algo sobre pessoas bullies.

"Ah cara, um bullinado querendo se vingar?" - penso, observando a cena.

Depois de toda essa encenação, aproveito pra pegar a deixa e saltar na direção de um casal que foi levantado pelo cara de preto, ficando na frente deles. De pé, começo a falar o mais alto possível pra todos:

- Não precisamos de pessoas feridas aqui, vamos dar um jeito de sair, não precisamos ferir ninguém! Só por que uma pessoa é bullie, não significa que precisamos agir desta maneira violenta contra ela! - digo, tentando evitar uma confusão generalizada.

Pretendo garantir a segurança do casal combinando minhas habilidades felinas com minha audição. A audição me ajudaria a detectar os sons de quando uma pessoa fosse se levantar para atacar um dos dois sob minha proteção. Vendo o ataque, pretendo usar minha agilidade, mesmo debilitada, somada à minha furtividade, para desarmar essas pessoas.


Objetivo: Salvar duas pessoas de pé (ND4)

Vantagens: Furtividade (1), Sentidos Aguçados (1), Super Agilidade (2 -1 por estar debilitado, vide missão dos Churros), Zona (1)
Total: 4
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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Sex Maio 22, 2015 11:56 pm

- Hihihi – Uma risada contida podia ser ouvida dentro de uma das cabines sanitárias no banheiro do mini-shopping Esmeralda. - HAHAHAHA! – De repente ela se intensifica num estouro, assustando um senhor de idade que lavava as mãos.

Carlos da Silva, conhecido como o herói animalesco Fera, era o responsável pela sonora gargalhada. Horas antes, ele havia almoçado feijoada, batata doce, ovo cozido e repolho com um copo de coca-cola. Aquela mistura, deliciosa para o herói, não “caiu bem” depois de poucas horas, momento em que ele se encontrava no centro da cidade acabando com a gangue dos ladrões de correntinha.

Já havia conseguido pegar 12 moleques, de no máximo 15 anos de idade. E todas as correntes e colares foram devolvidos, inclusive de uma senhora que confundiu o herói com um dos moleques e começou a agredí-lo com a bolsa.

- Foi você seu miseravelzinho!! Eu tenho certeza!!

- Calmaê vó! Tô só te devolvendo po.. – O herói dizia calmamente, diferente de seus pensamento. - Se controla Carlin, não esgana essa véia não, não esgana essa véia... ai carai, preciso cagar... – O héroi ignora a idosa e sai correndo, precisava achar um banheiro rápido, e o leitreiro mais chamativo foi o do mini-shopping Esmeralda.

E ali estava o herói no momento, escrevendo “poemas” na porta do banheiro com sua caneta bic:

“Quando sento nesse vaso,
sinto uma tristeza profunda,
a bosta bate na água
e a água bate na bunda.”

E voltava a gargalhar.

Foi então que escutou uma explosão. Para a surpresa do vigilante não era dentro daquela cabine. Ele se limpou rapidamente, levantou as calças e saiu correndo dali. Voltou correndo se lembrando de lavar as mãos e tornou a correr. Não entendeu direito o que aconteceu ali, as portas estavam abaixadas, a maioria das pessoas no chão, e algumas em pé. Entre elas, uma homem armado com um rifle e usando colete a prova de balas. Fera só pegou o final do discurso do homem.

– PORÉM, VOCÊS TÊM UMA ESCOLHA! ESSAS PESSOAS QUE ESTÃO DE PÉ FIZERAM ALGO ERRADO. ELAS SÃO VALENTONAS! BULLIES! SE VOCÊS ESFAQUEAREM TODOS AQUELES QUE EU LEVANTAR DO CHÃO, EU DEIXO TODOS IREM. É SIMPLES! CORTEM AS MAÇAS RUINS, OU A ÁRVORE INTEIRA APODRECE. VOCÊS TÊM 45 MINUTOS PRA ESCOLHER!

- AÊ OTÁRIO! Dexa se ser chorão velho.. Num sabe brincá num desce pro play PORRA!! – Fera então grita, tentando chamar a atenção do homem mascarado.

Fera não sabia o que estava acontecendo ali, o porquê daquelas pessoas estarem em pé, mas sabia que a ameaça ali era aquele homem. O herói continuaria o provocando, achando qualquer coisa para zoar com a cara dele. Planejava correr em sua direção, usando de sua acrobacias e agilidade para se desviar e procurar algum apoio alto para se agarrar com sua cauda, e então pegar impulso e dar uma voadora com dois pés no peito, com sua força. Tentaria desarmar o homem com socos e pontapés, e aplicaria golpes com suas garras, tentando não o machucar muito, e se aproveitaria se sua resistência para caso o homem acertasse algum golpe.

- Vai chorá, vai? – Já tinha a frase de efeito planejada caso conseguisse derrubar o homem.

_______________________

Acrobacias(1) + Membro extra(1) + Garras(1) + Super Força(2) + Super Resistência(1) + Super Agilidade(2) + ZR(-1)
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Caoísta

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MensagemAssunto: Re: [Bairro] - Centro   Seg Maio 25, 2015 10:27 pm

-Ai, o ruim de sair da casa dos pais é ficar sem almoçar, eu realmente deveria aprender a cozinhar, ou poderia aprender um feitiço. Sei la abra-te pepperoni!
Rafael andava pelo mini shopping olhando ao seu redor atentamente procurando algum estabelecimento alimentício que lhe agradasse.

Após alguns minutos ele finalmente se decide e senta em um restaurante de comida chinesa.

-Por favor, eu gostaria do combo com arroz e frango-xadrez e um copo de suco de mexerica.

O rapaz termina sua refeição e paga pelo almoço. Em seguida ele decide ir até a doceria ali perto para comprar um pedaço de torta, no entanto no meio do caminho ele esbarra em um homem alto e magro vestindo terno e usando óculos escuros.Naquele mesmo instante seus olhos brilham com energia mística, fato que espanta o herói.

--Caralho! O que foi isso?!É como se meus poderes tivessem sido ativados sem minha vontade.Meus batimentos se aceleraram, tem algo estranho com aquele cara!

Porém quando ele se vira não consegue mais observar o homem com que esbarrara, e sua procura é interrompida por um grande estrondo vindo da direção na qual ele caminhava antes de ser trombar naquela misteriosa figura.Os gritos e a confusão atraem o herói.


-PORÉM, VOCÊS TÊM UMA ESCOLHA! ESSAS PESSOAS QUE ESTÃO DE PÉ FIZERAM ALGO ERRADO. ELAS SÃO VALENTONAS! BULLIES! SE VOCÊS ESFAQUEAREM TODOS AQUELES QUE EU LEVANTAR DO CHÃO, EU DEIXO TODOS IREM. É SIMPLES! CORTEM AS MAÇAS RUINS, OU A ÁRVORE INTEIRA APODRECE. VOCÊS TÊM 45 MINUTOS PRA ESCOLHER!

--Puta que pariu! Se eu não fizer algo aquelas pessoas iram mesmo matar umas as outras!

Rafael leva as mão na altura do umbigo e começa a entoar seus encantamentos, sua veste mágica toma seu corpo e o herói começa a levitar enquanto seus olhos brilham com energia mística. Do seu saco de componentes mágicos ele retira uma cabeça encolhida que lembra um crânio de um asteca ou membro de uma outra civilização pré cabralina.

Caoísta então ruma em direção às pessoas em pé, sentado em posição de lótus ele paira no ar em frente à algumas delas, em uma das mãos ele segura a cabeça enquanto na outra seus dedos fazem movimentos repetidamente como se manejasse algo neles. O mago começa a recitar um castigo em uma língua perdida.

Em seguida se pronuncia:

--Ninguém se aproxima deles! Procurem abrigo enquanto as autoridades não detém aquele lunático, esse é meu único aviso!

Objetivo: Caoísta pretendia resolver a situação sem violência apenas amedrontando as pessoas com seu rito, no entanto se a situação se agravasse ele estaria pronto para agir disparando suas rajadas naqueles que se aproximassem.

Salvar 4 pessoas ND: 08
- Rajadas de Energia Mística 1
- Escudos de Energia Mística 1
- Voo 1
- Compreender Linguagens 1
- Componentes Mágicos 1
-Zona 1

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