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 T04E01 – Amanhecer Violento:

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Umbra

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Qua Jun 27, 2018 6:56 pm

Presos com o time  formado por Antares, Replica e Morfo, Arsenal tomou a lideranca do nosso grupo, que havia sido emboscado por tres meta humanos.

- Umbra e Olímpica peguem o de Água - disse Arsenal, num tom de quem sabia o que tava fazendo. Como ele ficava gato comandando, sem or.
- Deixa com a gente - respondi, num tom baixo e timido, enquanto olhava pra Olimpica. Nao tinhamos contato, mas ela parecia uma pessoa interessante. Parecia ja ter passado por muita coisa e, mesmo sem poderes, sabia se virar muito bem.

Olimpica, entao, me abordou com um plano. Eu nao era um bom lider mas sabia muito bem seguir um plano certinho, e o dela parecia muito funcional.

Com Olimpica tomando a frente e iniciando um ataque corpo a corpo com o inimigo que controla agua, usarei minhas sombras na forma de garras para dar a ela cobertura enquanto faz o inimigo se aproximar de seus aliados. Caso ela use as bombas de espuma, aproveitarei que as bombas tem como efeito limitar sua mobilidade para prende-lo nas sombras, enquanto tento, tambem com as sombras, cegar os demais inimigos.

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Solar

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Qui Jun 28, 2018 3:28 pm

Arsenal dá o sinal. Antares começa a correr contra o inimigo do fogo, enquanto seu companheiro cria uma armadura em volta do rapaz. Um direto esbarra na parede de fogo, enquanto um chute rodado raspa na mesma. Antares parece concentrado demais na luta para prestar atenção e cuidar de seus parceiros. Arsenal utiliza da armadura do rapaz para criar projéteis das mãos. Quando Antares golpeia a parede de fogo mais uma vez, os projéteis são desferidos, atravessando-a, atingindo o peito do inimigo, que dá alguns passos para trás.

O trabalho em equipe ajuda a com que o adversário se desconcentre, derrubando assim sua proteção. Arsenal avança, criando uma armadura para si próprio. Antares, mais próximo, tenta golpear o rosto do inimigo, mas é alvejado por uma bola de fogo, caindo. Arsenal surge, munido de dois bastões. O rapaz tenta atacar a cabeça do inimigo, sendo impedido pelo fogo criado por seu oponente. Antares se levanta e os dois começam a golpear.

Pirocinético:
- Mi turno.

Ao término de sua frase, uma pequena explosão ocorre, fazendo com que Arsenal e Antares sejam jogados para longe. Os dois, se levantam, se olham com o semblante sério, fechado. Logo depois olham para o inimigo, que caminha em direção aos dois, lentamente. Os rapazes balançam a cabeça positivamente. Ao se levantarem, Arsenal cria novamente o exoesqueleto para ambos, que avançam. O fogo vai de encontro a eles.

Arsenal:
- AGORA!

Arsenal encosta a mão nas costas de Antares e, logo em seguida, o empurra com seus poderes. O rapaz vai de encontro ao inimigo. Pego de surpresa, o meta de fogo não tem o que fazer, se chocando contra o rapaz. Arsenal aparece logo atrás, golpeando-o. Arsenal o prende em uma espécie de jaula de energia, enquanto este está desacordado.

Ao sinal de Arsenal, Olímpica parte com ferocidade para enfrentar o inimigo da água. O homem atira diversos jatos contra a moça, que desvia. No entanto, quando está prestes a ser atingida, uma sombra surge a sua frente, fazendo com que a água seja desviada. Umbra daria a assistência contra de longe, enquanto Olímpica ia para o corpo a corpo. A moça pulava e corria, em ziguezague, abaixando quando necessário, enquanto Umbra utilizava suas sombras como contenção para os ataques inimigos.

O meta de água junta as duas mãos, se concentrando. Uma tromba d’água é formada e lançada contra a moça. Olímpica salta, mas parece não conseguir atingir uma altura aceitável para fugir do golpe. Uma sombra surge do chão, levantando a moça mais alto. A garota vira sua cabeça para trás, fazendo um sinal de positivo. Ela tira duas esferas de seu cinto, jogando-as contra os projéteis de água do vilão.

A espuma começa a crescer no chão. Com a visão nublada, o inimigo não percebe a chegada de Olímpica que, já no chão, o pega de surpresa. O tempo para reagir é bulo, fazendo com que o homem seja golpeado no estômago por um soco e no tórax por um chute, caindo para trás. Quando Olímpica está prestes a finalizar o inimigo, este solta mais um golpe de água, que atinge uma parede de sombra.

Umbra surge por detrás deste, utilizando suas sombras para prender seus braços e pernas. Olímpica se levanta, ficando de frente para o bandido. Com seu bastão, a moça golpeia o oponente na cabeça. Cambaleante, o meta de água é preso por uma terceira bomba de espuma. Sua cabeça tomba para frente, indicando que este desmaia.

Morfo avança contra o inimigo elétrico. Com o corpo de borracha, ele consegue absorver o impacto dos golpes, sem sofrer danos. Réplica o segue de perto. Mesmo cansado, o novato não desiste da missão. Os dois possuem o corpo de borracha, fazendo com que nenhum deles seja atingido em cheio pelo inimigo.

O homem começa a soltar relâmpagos pelo seu corpo, tentando impedir a chegada de seus oponentes, mas é em vão. Réplica desliza pelo chão, segurando as pernas deste. Ainda cansado, o rapaz não consegue manter os poderes com a máxima potência que poderia. Mesmo mantendo o foco, alguns pontos de seu corpo de borracha se ativam e desativam com uma certa frequência. Alguns pequenos raios atingem seu corpo, fazendo com que seu uniforme fique chamuscado e o rapaz sinta dor.

Morfo transformas as laterais de seus braços em vidro, com espinhos bem pontudos. Ele desvia dos raios, enquanto Réplica, em um grande esforço, derruba o elétrico no chão. Morfo pula, aparecendo por cima do inimigo, pisando com seus dois pés o vilão, que nada faz. Morfo o ataca com raiva, desferindo socos em sua face, até que Réplica segura seu braço.

Réplica:
- MORFO!

O herói para, vendo o rosto de seu inimigo ensanguentado. Ele desativa seu poder, olhando para os lados. O suor em seu rosto se intensifica. Tiago passa a mão em seus cabelos, enquanto suspira aliviado.

Umbra:
- Esses caras que eram muito fracos ou nós que somos bons mesmo?

Arsenal:
- Fico com a segunda alternativa.

Antares:
- E agora, o que a gente faz, destemido líder?

Arsenal:
- Vamos prender esse povo e seguir em frente. Ainda não achamos o que viemos procurar.

Ao ouvir o plano de Garuda, Impacto dá a ordem e o time se separa. Espectro e Garuda ficam lado a lado, com o primeiro estudando os movimentos do inimigo, tentando achar alguma brecha, enquanto o segundo concentrava seus poderes telecinéticos para um ataque concentrado.

Centelha:
- BANG!

Centelha atira contra o inimigo, que dispara uma rajada de luz contra o projétil da garota. Impacto tenta auxiliá-la, mas logo é impedido pelo inimigo do vento, que atira contra ele. Impacto recebe o golpe em sua totalidade. Ele sorri, disparando uma rajada de energia contra seu adversário.

De olho no inimigo do gelo, Espectro põe a mão no ombro de Garuda.

Espectro:
- Conto contigo.

O rapaz usa de sua intangibilidade, enquanto deixa Garuda e Sísmico para trás. Seu alvo era o bandido do gelo. Centelha continua sua peleja contra o inimigo de luz. Ela se transformar em fumaça, deixando mais difícil a precisão do adversário, que começa a ficar confuso. De repente, um objeto pontiagudo surge do chão. Eram os poderes de Sísmico se manifestando. O vilão pula, sendo acertado no rosto por uma bomba de fumaça. Dentro desta, um pequeno fragmento pontiagudo, carregado eletricamente, atinge o peito do homem, fazendo-o cair.

A contenda entre Espectro e o inimigo de gelo começa. O rapaz, munido de sua intangibilidade, procura algum ponto fraco, enquanto o outro foge das estalagmites criadas por Sísmico, ao longe. Estática surge à sua frente, quase o surpreendendo. A garota tenta um gancho, com os feixes elétricos rodeando seus dedos, mas o homem desvia. Com a palma de sua mão coberta por uma crosta de gelo, segura o braço da moça, congelando-o.

Estática não consegue fugir. Seu oponente cria uma estaca de gelo e, quando está prestes a atacar a garota, é interrompido abruptamente. Espectro havia se materializado na hora, desviando a estaca, mas não o suficiente para evitar ser golpeado. A ponta da estaca se finca no ombro do rapaz, fazendo seu branco uniforme se sujar de vermelho.

Estática, furiosa, carrega sua mão e, com a palma, bate no tórax do inimigo, descarregando seus poderes nele. A moça cai, como também seu adversário. No chão, a moça faz um apelo a Davi.

Estática:
- Preciso... De eletricidade.

O rapaz a levanta, se usando como apoio para a garota. Enquanto a leva para a caixa de disjuntores próxima a luta, ele vê Impacto desviando-se dos ataques do aerocinético. Diego pula de um lado para o outro, desvia da esquerda para a direita e, quando não consegue, é auxiliado pelos poderes de Sísmico, que cria barreiras de terra para que seu companheiro não seja ferido.

Centelha, em sua briga com o meta de luz, parece levar vantagem. A moça se materializa ao atacar e se transformar em fumaça, para cegar o inimigo, logo em seguida. Seu adversário continua cambaleante, após ser alvejado por Garuda, ao longe. No entanto, ele concentra todo seu poder para desferir uma rajada de energia que atacaria todos em seu raio de ação.

Centelha percebe e tenta escapar. Ao ver que seus companheiros estão em perigo, tenta criar um domo de terra ao redor do inimigo para, no mínimo, diminuir a potência de seu golpe. O domo funciona quase por completo, no entanto, quando estava se fechando, o golpe é disparado. O feixe de luz em direção à Centelha consegue ultrapassar a barreira. Entretanto, Centelha é auxiliada pela telecinese de Garuda, que a empurra para frente, fazendo com que o poder adversário bata no teto do local.

O domo de terra é totalmente esfacelado, revelando um inimigo caído ao centro. Impacto ainda enfrenta seu adversário do vento, enquanto Centelha tenta auxiliá-lo. Neste momento, as luzes se apagam. Não demora muito para que o gerador do lugar reacenda tudo novamente. O vilão do vento é cercado pelos 6 e tenta uma última cartada: criar um vendaval em plena antessala.

Garuda o rodeia com suas esferas de fumaça concentrada, enquanto Centelha, que ainda possuía mais um “tiro”, carrega seus poderes. Estática volta à ativa, com cambaleante Espectro, que ainda sentia bastante o ombro. Impacto, ofegante, estalava os dedos das mãos, enquanto Sísmico se mantinha calado, concentrado.

Um tremor começa a acontecer. Os garotos se viram para Pedro. O rapaz, com os dedos entrelaçados e tremendo, tentava produzir algo que fizesse seu inimigo se distrair. O tremor começava a ficar mais forte. O nariz do garoto começava a sangrar, preocupando seus companheiros.

Impacto:
- Força Heroica! AGORA!

Ao comando de Impacto, os outros cinco atacam, ao mesmo tempo. O inimigo se distrai, fazendo com que o vendaval diminua de intensidade. Estática fica de frente para ele, segurando seus ombros firmemente, soltando seu poder. Espectro aparece e ataca com a palma de sua mão a lateral da barriga, acertando umas costelas. Centelha ataca a outra lateral, atirando sua última bola de fogo. As pontas de flecha de metal de Garuda atingem os braços, incapacitando seu inimigo de usar seus poderes. O chão ao redor do vilão cede, enquanto Impacto pula, desferindo um soco em seu rosto, o enterrando no chão. O último inimigo era derrotado.

Graças aos poderes de um exaurido Sísmico, os garotos encontram uma pssagem secreta na antessala. Os 6 adentram o local, descobrindo um laboratório, com várias cápsulas contendo pessoas. Impacto e Centelha acessam o computador daquela sala, com o auxílio de seus aparatos tecnológicos. Eles descobrem que os inimigos que acabaram de enfrentar são cobaias em experimentos para criar meta humanos, sendo que todos eram bandidos condenados de diversas partes da América Latina, presos em Ciudad Barrios.

Centelha:
- Cara, olha essas pesquisas. Nego tá fabricando super seres a rodo aqui.

Espectro:
- Gente, o problema é maior do que a gente pensava...

Ao ouvir as palavras de Espectro, Impacto e os demais viram-se, encontrando algo surpreendente.

Garuda:
- Essa é...

Impacto:
- Nova!

Porém não havia tempo para o espanto, pois logo um barulho é ouvido. Os passos de alguém, que parecia bem grande, começam a ecoar no laboratório. Centelha deixa seu aparelho hackeando e copiando os arquivos daquele computador, enquanto Impacto tenta mexer no teclado ao lado da cápsula que mantém Nova, tentando acordá-la.

O cheiro de sangue invade o laboratório, deixando a todos aflitos. De repente, uma cabeça rola para dentro do local. Era um dos inimigo que os jovens acabaram de derrotar. Um sujeito alto e bastante forte, de pele azulada, manchada de sangue, e usando apenas uma calça rasgada, surge. Seus olhos brilhavam em azul. Ele golpeia a parede com as costas das mãos, fazendo um grande buraco nela.

O grupo de Arsenal chega ao local no instante do golpe. Eles só veem o monstro destruindo a parede da sala secreta, enquanto sentem o cheiro forte de sangue. Morfo e Antares olham para o chão e veem os corpos destroçados e ensanguentados, manchando todo o lugar de vermelho. Alguns novatos, dos dois times, ficam aterrorizados com a cena.

De repente, um urro. O monstro está prestes a atacar



Obs: Vocês não estão se vendo, porque tem um cara de 2,20m de altura, com a largura de um guarda-roupa, bloqueando a porta. É sério gente, é tipo um Hulk azul.

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Garuda

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Qui Jun 28, 2018 4:16 pm

Mesmo que não tivesse se tornado amigo deles, ou sequer tivesse conversado muito com eles, Radesh havia conhecido uma parte do time original da Força Heróica e reconheceu Nova assim que colocou os olhos sobre ela. Se lembrou dos inúmeros vídeos de treinamento que assistira e pensou rapidamente que para ela aquele monstro azul não seria um problema.

–  Não sei do que essa criatura é capaz e não anseio descobrir a totalidade de sua força. Precisamos da Nova. Acredito que Espectro e Estática podem fazer isso bem... o resto de nós precisa ganhar tempo.

Usou a telecinese para levitar e chamar a atenção da criatura. Ainda tinha seus poderes telepáticos bloqueados, se não fosse por isso as coisas ali seriam diferentes. Mas, aprendera em seus estudos a ter paciência e calma, mesmo nos momentos mais desesperadores. Recitou um mantra em voz alta.

– Om Bhuh, Bhuvaha, Swaha. Tat Savitur Varenyam!

Pretendia chamar a atenção do adversário enquanto seus aliados o atacavam com mais potência do que ele seria capaz de atacar. Usaria sua telecinese para isso. Dividiria o metal que carrega consigo em milhares de partículas pequenas, criando uma nuvem de poeira metálica. Faria esse material girar com velocidade na cabeça do monstruoso adversário, como um enxame de abelhas. Seu objetivo era distrair, atordoar e até cegar temporariamente o monstro, usando os meios que fossem necessários.

Enquanto isso, ficaria sempre com um distância segura, pois acreditava ser incapaz de sobreviver a uma pancada daquele mostro. E, novamente, usaria sua telecinese para tentar salvar os aliados em momentos críticos.

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Fonte:
 


"Só é sábio o homem que se mantém senhor de si mesmo."
(Bhagavad-Gita)

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Centelha

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Qui Jun 28, 2018 11:21 pm

O cheiro de sangue no ar me embrulhava o estômago e ver aquela cabeça decepada fez a janta subir até minha garganta – Respira, Agnes. Respira – tentava manter a calma diante daquela situação. Os punhos cerrados faziam meus dedos doerem.

Pensava que o ponto alto daquela missão já havia passado, mas vislumbrar aquela criatura acabou com todas as minhas certezas. Eu não seria capaz de encarar um adversário como aquele. Não era forte o suficiente. Não estava pronta praquilo. Não tinha mais granadas. Não podia mais contar com uma sobrecarga para potencializar meus ataques. Eu havia desperdiçado essa jogada minutos antes – Burra! Burra! Porque você não as guardou para algo mais sério?! – O medo faz meu coração disparar. Um nó se forma em minha garganta:

[...] o resto de nós precisa ganhar tempo – Meu devaneio é interrompido pelas palavras de Radesh, me despertando do desespero – Nós... – penso – Nós! – Olho ao meu redor. Vejo meus companheiros. Minha amiga – Eu não to sozinha! – volto meu olhar para a criatura – meus punhos cerrados faíscam intensamente – Como era mesmo que o papai falava? – indago mentalmente, levando a mão até a ágata de fogo em meu peito – "Vai. Se tiver medo, vai com medo mesmo."

Se tudo o que eu tinha era meu próprio “reservatório de energia”, se tudo com o que podia contar era com minha própria capacidade, ela tinha que bastar... ela iria bastar! – Ei, grandalhão – Uma coragem surpreendente toma conta de mim – Tenta baforar essa! – Aponto minhas mãos para a criatura, planejando alternar entre disparos de fumaça densa contra seu rosto, tentando asfixiá-lo, ou ao menos atrasá-lo, e disparos de bolas de fogo contra seu peito, enquanto me mantinha pronta para esquivar "fumegantemente" de possíveis investidas.

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Fonte:
 

"Tá pegando fogo, bicho!"


Última edição por Centelha em Sex Jul 13, 2018 6:33 pm, editado 8 vez(es)
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Sísmico

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Qui Jun 28, 2018 11:48 pm

O plano foi bem sucedido e o grupo saiu vitorioso do embate, mas a que custo? Pedro estava exausto, já que seus poderes ainda exigiam muito de seu corpo, que ainda não estava completamente recuperado.

“Mas que droga! Meu nariz ainda está sangrando e minhas pernas já não me respondem do jeito que eu quero, mas pelo menos o pior já passou.”, pensava o rapaz, enquanto limpava o sangue do nariz com os dedos e se escorava nas paredes para caminhar junto com os seus companheiros em direção à passagem secreta, que se abriu acidentalmente com seus poderes.

Para a surpresa de todos, o local era um laboratório que servia como experimentos para a fabricação de meta-humanos, como os que eles haviam enfrentado minutos atrás. Porém, uma das cápsulas chamou a atenção de todos: Nova estava em uma delas. “Droga, tem algo errado aqui. Que vibração estranha é essa que eu estou sentindo vindo do chão?”, Sísmico estava inquieto e pensativo, até que em um instante, todos ouviram os passos pesados e sentiram o cheiro de sangue preenchendo o laboratório.

A cena mórbida tinha sua sequência e um monstro de pele azulada e olhos brilhantes soltou um urro ensurdecedor anunciando sua intenção de investida contra o grupo. Pedro se apavorou ao ver a cabeça de um de seus inimigos rolando pelo chão, mas precisou colocar esse sentimento de lado, pois sabia que, se não triunfassem ali, eles seriam os próximos.

- Já sei o que fazer, pessoal! Ajudem Garuda e Centelha a ganhar tempo e tentem mantê-lo ocupado, mas sem riscos desnecessários. Ao meu sinal, se afastem desse monstro. – Sísmico gritou para o seu grupo, enquanto cerrava os punhos com força e plantava os pés com firmeza no chão.

- Eu estou de muito mau humor agora! Então não me culpe pelo que vai acontecer daqui para frente. – Sísmico desferiu sua bravata contra o oponente, enquanto dava um pisão forte e encostava suas duas mãos no solo. “Vamos lá Pedro! Preciso aguentar só mais um pouco.”, pensava o rapaz, preocupando-se mais com os seus companheiros do que consigo mesmo.

Com isso, Sísmico pensava em tirar proveito da oportunidade criada pelos outros membros para levar o tempo necessário de se concentrar e criar tremores capazes de fissurar o terreno em várias regiões, deixando uma parte do chão mais instável. Quando a armadilha estivesse pronta, iria sinalizar aos seus companheiros e, utilizando o peso do monstro, fazê-lo cair em um buraco, dando a oportunidade de seus colegas finalizarem o combate e o resgate de Nova.

Caso ainda lhe sobrasse energia, Pedro ainda pretendia auxiliar os outros membros em casos críticos, retirando-os do perigo iminente com domos de terra.

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Fonte:
 


Última edição por Sísmico em Sex Jun 29, 2018 7:53 pm, editado 1 vez(es)
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Espectro

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 2:29 am

9 meses atrás

- Davi, essa dor que está sentindo agora é apenas em seu corpo físico. Se concentre em todos os aspectos de sua existência. Sua energia, sua alma, seu espírito. A dor não é mais forte que você. - O espírito de Malachias o aconselhava durante uma batalha contra inimigos da Ordem.- Não serão seus inimigos que o derrubarão. Será você mesmo se você ceder.

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Hoje

As palavras do espírito de Malachias voltavam em sua mente nesse momento de dor. O sangue que sujava seu branco uniforme não assustava mais o garoto, mas a dor era algo que num primeiro momento não conseguia ignorar, até lembrar dos conselhos recebidos.

- Não posso ceder à dor! Não posso!

Novamente sentiu uma fisgada no ombro no momento que o bizarro metahumano havia aparecido no laboratório onde estavam. Davi se concentrou para tentar ignorar a dor e ajudar seus amigos, mas ele tinha poucas ideias de como poderia ajudar até ouvir as palavras de Garuda e Sísmico. Olhou para a cápsula onde estava Nova, sua antiga companheira de equipe e só pensava em salvá-la.

- Se ao menos eu pudesse carregar alguém comigo. - Pensou por um momento, mas depois olhou para sua mão.

Sacou seus bastões, conectou um ao outro e expandiu para ficar com 1,5 metros de altura. Ele não tinha conhecimentos tecnológicos o suficiente para tentar de um jeito mais pacífico e por isso só pensou em uma alternativa.
Tentaria quebrar o vidro com seu bastão e depois tentar acordar a moça, para que ela pudesse ajudar a equipe.

Feito isso, ele recobrou em sua mente sua missão original. Recolher informações e destruir o que fosse possível. Por isso, enquanto seu grupo lidaria com o metahumano, Espectro planejava usar sua psicometria para reviver a memória de objetos daquele laboratório para facilitar sua buscar por documentos, arquivos, amostras e qualquer outro tipo de dado relevante para ser levado de volta. E no processo, ajudar a destruir todo o resto.

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Última edição por Espectro em Sab Jun 30, 2018 1:28 am, editado 1 vez(es)
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Estática

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 1:19 pm

Uma Fernanda de cabelos majoritariamente castanhos e pontas loiras se movia pelos corredores do Instituto. Empurrando a roda de sua cadeira com uma mão, e com um celular na outra, ela parecia conversar com alguém por mensagens. Ela aproxima o celular da boca e começa a falar:

- Aqui, eu acho que eu não vou não miga... Tô cansada, eu quero só o meu quarto agora... - Ela diz em um tom mais desanimado, terminando o áudio.

De repente, vozes surgem do fim do corredor, e ao mesmo tempo, aparece um grupo de pessoas se movendo a passos rápidos. Quando Fernanda finalmente tira os olhos do celular para olhar, ela nota que é o time de veteranos do Força Heróica: O enorme Tubarão à frente, acompanhado por Arco, o Diretor do Instituto, Arsenal, e Nova, todos já vestidos com suas roupas táticas. A jovem de cadeira de rodas se assusta, olhando pra trás e percebendo ser a única no caminho deles, passando então a tentar virar a cadeira de rodas para um canto e sair do caminho deles, mas tem dificuldades.

- Droga, droga, droga... - Ela continua tentando mas o desespero a atrapalha, até que o grupo se aproxima antes que ela pudesse fazer mais alguma coisa.

- É Fernanda, não é isso? Você está bem? Precisa de alguma ajuda? - Pergunta Roberto Ferreira, parando próximo a garota. O grupo do Força também para.

- Nossa, que vergonha... Não! Eu estou bem! Obrigadaa haha! Só indo embora pro meu quarto! - Ela responde olhando baixo, já vermelha, começando a empurrar a cadeira de rodas rapidamente.

- ... Você está seguindo de volta por onde você estava indo. - A garota escuta atrás dela.

- Ah, ok haha! Obrigada! - Ela dá um 180 e volta, percebendo que estava voltando por onde tinha vindo. Ela passa pelo time mais uma vez, que volta a seguir em frente.

- Tchau Fernanda! - Nova acena para a garota com um sorriso gentil, passando pela mesma. Fernanda só dá um sorriso amarelo e acena com a cabeça.

Após passar pelo grupo, a menina enfia a cabeça nas mãos, querendo morrer de tanta vergonha que sentia.

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Ao olhar para Nova dentro daquela cápsula agora, a primeira lembrança que Estática tivera fora daquele momento embaraçosso. Ela era um dos membros originais do Força Heróica, e apesar de ter tido muito pouco contato com a mesma, a respeitava tanto quanto os outros veteranos. De repente, a garota eletrocinética sente um cheiro horrível, seguido pela cena chocante da cabeça sendo jogada perto deles.
Estática sente um embrulho no estômago, e ela coloca a mão sobre a boca para evitar de quase vomitar ali mesmo. Sem nem ter tempo de processar isso direito, ela logo vê a figura monstruosa azulada aparece em frente ao grupo.

Tendo caído momentos atrás sem energia contra um dos metas elementais, e agora com aquela cena, Estática sente-se paralisada por um momento, incerta agora de que podia derrotar aquela figura. Os seus companheiros discutem e planejam entre si, e ela logo ouve Garuda, o mais centrado ali, falar.

– Precisamos da Nova. Acredito que Espectro e Estática podem fazer isso bem... o resto de nós precisa ganhar tempo.

- Você está certo. Precisamos de toda a ajuda pra derrotar essa coisa... - Estática respira fundo e tenta assumir o pensamento "zen" de Garuda, para permanecer calma e focada. - A gente consegue.

Feixes de eletricidade aparecem no corpo de Estática novamente, e ela logo começa a ajudar Espectro a acordar Nova. Se necessário, Estática irá usar seus poderes de forma cuidadosa para dar um choque moderado na água dentro da cápsula ou na própria Nova para tentar acordá-la o mais rápido possível.
Caso o Monstrengo azul venha pra cima da eletrocinética, ela irá usar seu teleporte fásico para fugir dos seus ataques, evitando entrar em combate direto com o mesmo.

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Antares

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 1:32 pm

A voz calma e o jeito compreensivo de Radesh poderiam até deixar Antares confortável, mas não o suficiente para ele se abrir tão facilmente, a quase amizade deles caminhava para um rumo que alegrava Jean e ele tinha medo de ser julgado pelo seu passado sombrio e estragar tudo. Ele ja viu rejeição entre os jovens ali dentro por conta de gostos musicais, ele não queria aquilo pra si.

- É que…   - Relutava para continuar.  - É que passei por muitas tragédias até chegar aqui, todas por minha causa. Tenho medo que isso se repita toda vez que eu estiver por perto. - Suspira, como se aquelas palavras tirasse um peso de seu peito.

– Você tem seus corpos no passado, Jean. Eu também tenho os meus. A vida trás aprendizado e evolução, pagar pelos nossos atos faz parte do karma. Buda acreditava que não devemos se elevar e tentar rebaixar os outros, mas também não devemos elevar os outros e nos rebaixar. Devemos aceitar o karma e buscar compensar nossas atitudes. - observou o céu se avermelhar no horizonte e apontou para que Antares também observasse. – Você parece ter se acostumado a ficar sozinho para se proteger e não causar mal, essa proximidade está lhe assustando. Mas, lembre-se que depois de uma noite tenebrosa, sempre há um amanhecer. - Se calou e deixou a natureza fazer o seu espetáculo diário, que infelizmente poucos sabiam apreciar.

-Espero que a minha tempestade esteja no fim… - Dizia Jean acompanhando Radesh naquele silêncio após absorver suas palavras.

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Seu peito começou a apertar, respirar ficou mais difícil, sua visão ficou turva e seu suor gelado. Aquela cena foi um tiro em sua mente, todos aqueles corpos ali no chão foi como uma viagem no tempo. Ele conseguia ver no meio daquele sangue a imagem da sua mãe, do motorista do acidente e também de sua irmã, todos que ele causou um terrível fim, todos inertes.

Após esse breve momento de desespero o seu coração começou acelerar, seu sangue começou a ferver e a raiva começou a surgir. Antares fecha os olhos e tenta se concentrar, ele tenta se focar ao máximo em manter a calma, respirava fundo, cerrava os punhos com força…

Respira, Jean, respira… mantenha a calma, seus amigos estão aqui, tudo isso ja passou, a tempestade ja passou, lembra? Não foi cul -

Foi sim! O que aconteceu comigo foi culpa sua!

THOMAS!?

O desespero tomou conta do seu corpo instantaneamente, seus olhos, agora abertos, brilhavam como no seu último surto, sua pele começou a brilhar e seu sangue fervia.

- Não… NÃO! - Negava enquanto seus poderes tomava conta do seu corpo que já se encontrava avermelhado.

Ele olha pro lado e vê os seus companheiros, ele tentava se agarrar em algo para não cair no mar de raiva… Em vão.

Vamos, Jean! TRAGA DOR E SOFRIMENTO PARA SEUS AMIGOS, ACABE COM ELES, RASGUEO ENQUANTO CHORA EM SEUS CORPOS MUTILADOS!!

- CALE A BOCA!!!! - Gritava desesperado.

Em um último momento de desespero consciente, Jean foca o gigante azul a sua frente, ja que sua raiva iria domina-lo ele ao menos iria foca-la no inimigo a sua frente saltando para o combate corpo-a-corpo.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!

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Arsenal

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 1:43 pm

“O que o Tiago tava pensando batendo na cara descontrolado daquele jeito?” Pensava Arsenal enquanto percorria os corredores do complexo a frente do grupo, a atitude de Morfo não o agradou, e fazer aquilo na frente dos novatos poderia torna-lo uma péssima influência. “Quando essa missão terminar eu vou bater um papo como ele”

Conforme avançavam nos corredores, o som de passos começava a ser ouvido, junto com um leve tremor a cada passo, parecia ser alguém bem grande. O Grupo segue o barulho até chegar em uma sala na entrada de uma sala, ao ver a cena, Arsenal faz um sinal com a mão para o grupo parar e se abaixarem, a cena é terrível, uma sala banhada em sangue, com resto de corpos espalhados, e um gigante azulado no outro lado da sala tentando entrar em uma sala.

-Umbra, esconde a gente por enquanto.- O rapaz observa com mais atenção os corpos, e se alivia uma pouco por não reconhecer nenhum dos companheiros do outro time neles, então ele volta sua atenção para o gigante.

-Pessoal, acho que a gente só vai alcançar nosso objetivo passando pelo chefão ali, eu não quero arriscar vocês agora, então eu quero Réplica, Olímpica e Umbra atacando a distancia, Morfo, absorve o material mais resistente que você tiver nesse cinto aí, nós dois vamos pegar o bicho de pau, Antares, você vai com a gente, mas você vai atacar somente na retaguarda, não o encare de fren...- De repente Antares que estavam com um semblante estranho, salta na direção do Gigante, surpreendendo Arsenal.

-QUE?

A segurança dos novatos era prioridade para Arsenal, então criará para si um traje Juggernaut com uma metralhadora giratória para atirar no Gigante e chamar toda a atenção dele enquanto os outros atacam, quando estiver próximo, criará punhos gigantes com espinhos para o mano a mano.

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Morfo

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 2:05 pm

Aquele pode não ter sido o melhor exemplo de Tiago para os novatos, enquanto corria junto com o time, ele respirava fundo para manter sua sanidade. Os últimos meses haviam sido calorosos para ele, de volta a ação como justiceiro em Nova Capital, ele agia de forma diferente aquela que um dia Amanda havia o instruído. Não temia a morte e muito menos ferir alguém, talvez não estivesse tão maduro quanto pensava, ele ainda agia impulsivamente, não poderia colocar sua equipe em risco e muito menos assustá-los. Ele prezava para que nada saísse de seu controle. A figura de Nova partindo na batalha contra Nasgaroth era algo que ainda o perturbava, todas as noites. Ele apalpa o pingente por baixo de seu uniforme, idêntico ao que havia presenteado a colega em seu último encontro. - Não é assim que ela gostaria que fosse. - ele suspira recobrando seus valores.

Ao lado de Antares, Morfo se depara com os corpos dilacerados e o forte cheiro de sangue. - Droga...esse moleque vai estourar... - suspirou, tentando manter a calma, aquilo estava mexendo com o ânimo de Tiago, mas ele sabia, que mais ainda com o de Jean. -... absorve o material mais resistente que você tiver nesse cinto aí, nós dois vamos pegar o bicho de pau - Sem pensar muito ele acessa seu cinto de materiais e puxa um pingente de diamante, transformando seu corpo inteiro. Pesado, ele se prepara pra bater de frente com a criatura. - Honrarei seu posto de grandalhão, amigo. -  ele lembra dos golpes de Tubarão nas missões, e assim passa a modificar sua estrutura para crescer como um golem de diamante (NÃO VAI NÃO!). Ele parte pra cima da criatura azul, junto de Arsenal, após conter a mesma ele tentaria acalmar Jean para que o mesmo mantivesse calmo.

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- Então é isso? Acabou o Força Heroica?

- Nunca acaba. – Granizo entra na sala. – Enquanto o mundo precisar de nós, isso nunca acaba. O Força Heroica não acaba. Mas realmente, vocês precisam de um tempo.

- E quanto à Nova?

- Ela sabe se cuidar, Tiago. Precisa confiar nela. Ela volta.
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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 2:24 pm

Réplica segue com o grupo pelas instalações do local, quase sempre por último, na retaguarda dos demais. Ele sente os ferimentos arderem enquanto retorna sua pele ao estado normal, demorava mais que o normal devido ao cansaço e também não conseguia fazer tão rápido quanto Morfo. Um pensamento rápido passa pela cabeça de Alexandre:

- Morfo, quando essa missão terminar eu vou bater um papo como ele...

Talvez devesse deixar para Arsenal, já que ele era quem tinha mais experiência do grupo e além do mais, Réplica era apenas mais um novato. Devia deixar estas decisões para o líder do grupo e seguir como um bom soldado. Se uma coisa em que Alexandre era bom, além de imitações, era seguir ordens.

Arsenal faz um sinal e todos param. Todos observam aterrorizados a cena com o inimigo a frente.

Réplica, ainda ofegante, ouve o plano de Carlos, mas talvez não conseguiria se manter acordado depois de mais um combate em tão pouco tempo. A concentração que tinha no plano é quebrada pelo avanço de Antares. Tentou segui-lo, mas seu reflexo foi lento demais.

Pensou no plano e tentou, mais uma vez, invocar os poderes de Arsenal. Alexandre se posicionaria ao lado de Carlos, e junto com ele pretende disparar a quantidade máxima de projéteis azuis que pudesse para desviar a atenção do monstro, mesmo que isso o esgotasse totalmente.

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"Isso é apenas uma máscara. Um símbolo. Quem está por trás dela é que realmente importa."

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Impacto

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 6:58 pm

Pouco se soube de Nova após ela partir em sua missão pessoal. Não sabiam seu motivo, muito menos para onde fora. Mas todos depositaram sua confiança na garota, acreditando que ela voltaria eventualmente. Ela sabia se cuidar. Pelo menos era o que Diego achava, até se deparar com sua antiga companheira, desacordada e provavelmente sendo utilizada em experimentos mal-intencionados.

Então, todos sentem a aproximação daquela enorme criatura. Ao ver sua ferocidade, Impacto logo imagina que ele tenha sido o causador da morte dos três membros da P.E.G.A.S.U.S. e possivelmente o culpado por Nova ter sido capturada.

Por um momento, o rapaz fraqueja. Se aquele monstro fez o que fez com seus próprios aliados, o que ele seria capaz de fazer com a Força Heroica caso eles se descuidassem? Por mais que tivessem treinado antes, essa era a primeira vez em que enfrentavam uma situação de perigo maior sob sua liderança. Não era um grande estrategista, reproduzindo em grande parte o que aprendera com Arco e seu pai. Mas se uma coisa era certa, era que se dependesse de Impacto, seus aliados nunca perderiam a confiança para continuar lutando até o fim.

— Força Heroica, não se deixem abalar pelo inimigo. Eu sei que estamos pela metade aqui, porém nós somos melhores do que ele. Vocês já sabem o que fazer. Não se preocupem comigo, concentrem-se em fazer sua parte, que eu vou dar a ele um alvo.

Impacto, então, partiria para o combate corpo-a-corpo com o inimigo, usando toda a energia absorvida para aumentar seus atributos físicos para ocupá-lo pelo maior tempo possível enquanto seus aliados executassem o resto do plano.

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Olímpica

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sex Jun 29, 2018 10:30 pm

Olívia se sentia eufórica em fazer parte de um equipe como esta.
Ela via seus aliados lutando com perfeição contra os inimigos elementais, e aquilo a deixava maravilhada.
Mais uma vez Umbra se mostrou um aliado de extrema importância, sem ele as coisas não teriam sido tão fáceis...

Bom sonhos otário...caramba, depois dessa o Umbra até merecia um beijo... pena q ele não ia gostar... aff, desperdício... Pensa a garota, enquanto retoma o fôlego após derrubar o oponente.

- Ai trevoso, a gente é foda! Diz a esportista dando um soquinho no ombro do controlador de sombras, como sinal de agradecendo pelo apoio.

Não demora muito e os seis jovens seguem adiante. O grupo liderado por  Arsenal se depara com uma criatura enorme de pele azulada destruindo uma parede, um forte cheiro de morte impregnava o local todo. Corpos e sangue no chão, a cena era horrível, coisa de filme de terror ou Tarantino.

- Meu Deus, eu... Ao ver tudo aquilo a garota fica pálida na hora e começa a vomitar.

O máximo que ela havia visto até então era um colega de atletismo com uma fratura exposta na perna, e um ou outro cadáver em seu perigoso bairro. Ela sempre evitava olhar os "presuntos" largados nas valetas. Mas dessa vez não tinha como não olhar, a coisa toda estava na cara.

Merda, merda, o que eu to fazendo aqui? esses corpos... quem são essas pessoas? eu não quero morrer...
-Pessoal, acho que a gente só vai alcançar nosso objetivo passando pelo chefão ali--- A fala de Arsenal chama a atenção de Olímpica a fazendo esquecer mesmo que por alguns segundos aqueles pensamentos negativos. Ela volta a focar no objetivo principal.
Sua missão, atacar a distancia.

Ainda bem, nem fudendo que eu  vou chegar perto disso, não quero ficar como essa gente...credo, ok Liv, respira...foco! A garota respira fundo e se concentra.

Ela separa algumas esferas em sua mão, as de espuma haviam se esgotado, mas ainda restavam as de luz e fumaça. Seriam o bastante para atrapalhar a criatura caso ela tentasse atacar algum de seus aliados. Olímpica faria o apoio a eles, atrapalhando a criatura a fazendo baixar a guarda, para que os "peso pesados" tivessem a chance de atacar com mais segurança.
E se preciso for, ela até usaria seu bastão como "lança" o arremessando nos olhos da criatura, ela sabe que tem mira pra isso, mas sabe também que perderia sua arma no ataque, já que não seria louca de ir lá para pega-la de volta.
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Umbra

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sab Jun 30, 2018 1:02 am

Eu conheci o Matheus do jeito mais romantico possivel pra era digital em que a gente vive: o tinder. Sei que nao parece romantico, mas se voce pensar bem as pessoas mal saem de casa pra comer hoje em dia, tem delivery ate de papel higienico, manas!!!!

Ele ja tinha depressao na epoca e a minha tava trancafiada. Ele achou que eu era bem resolvido o suficiente e feliz o tempo todo pra aguentar a barra dele, e eu projetei nele toda a minha felicidade, como se ele fosse resolver todos os meus problemas e ficar comigo o tempo todo. Quando a gente viu que nos dois estavamos enganados ja era muito tarde. Ele ja nao saia de casa nem pro trabalho e eu tava mais sozinho do que eu jamais estive, porque toda essa expectativa pra uma coisa que nao existia, e eu, que so nao queria ficar sozinho, fiquei abandonado com uma jaula arrombada.

Nao acho realmente uqe teria durado de qualquer forma, mas obviamente nao queria que fosse daquele jeito. Que aquilo tivesse acontecido. Queria que ele tivesse me deixado ajudar ao inves de ter me afastado. Aquilo ainda me assombrava as vezes.

Apesar da dificuldade e dos poucos amigos, no Instituto eu nao me sentia sozinho. Por mais que nao fosse popular nem nada assim, de alguma forma, e por algum motivo, Agnes e Fernanda se importavam comigo. E tinha o jean. Nunca interagi com ele, mal trocamos bom dia, mas eu conseguia me identificar com ele de alguma forma.

---

Com os tres meta derrotados, nos encontravamos, os seis, diante de um enorme monstro azul.

- Ah, pronto... - resmunguei, olhando a criatura com certo pavor.

Quando olhei pors lados, tentando procurar alguma explicacao nos rostos dos meus colegas, notei que algo errado acontecia com Jean.

- Eu e meu íma pra gente doida - pensei, sem entender o que acontecia mas certamente ja esperando o pior.

Nesse momento, Arsenal tomou a lideranca novamente e tracou seu plano, me pedindo pra atacar de longe.

- Ah mas voce pode ter certeza. Eu nao chego perto disso ai de jeito nenhum nao, Paix.. er.. Arsenal. - disse sme pensar muito e quase cometendo um suicidio social.

De repente, Antares partiu pra cima do monstro sem aviso previo, pegando o grupo todo de surpresa. Esse garoto via dar trabalho.

Preciso tentar parar o monstor de alguma forma. Usar as sombras para agarrar os membros da criatura eh sempre valido. Como sei que isso nao vai funcionar por muito tempo, pretendo focar m cegar o inimigo para que meu time tenha vantagem alguma vantagem contra ele. Alem disso, e principalmente, Antares vai fazer alguma cagada. Eu sinto isso. Por isso, pretendo manter as garras das sombras da capa prontas para auxilia-lo caso ele precisse de um back up.

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Solar

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   Sab Jun 30, 2018 7:49 pm

Os garotos se posicionam. Sísmico dá um passo para trás, enquanto Centelha coloca suas mãos na cintura, procurando suas pequenas bombas. Garuda se coloca no plano principal de visão de seu inimigo, enquanto transforma seus fragmentos metálicos em pequenas partículas, enchendo o ar de cinza. Espectro, mais debilitado e ferido, tenta usar o computador para retirar as informações necessárias, enquanto seus companheiros distraem o monstro. Estática, com suas mãos carregadas de energia elétrica, tenta romper o invólucro da cápsula de vida de Nova, tentando acordá-la.

Impacto parte para o ataque. O rapaz, mesmo com receio, toma a frente de seus amigos, tentando um combate corpo a corpo. O monstro lança de seus olhos uma intensa rajada de chama azul, acertando o rapaz em cheio, que é jogado contra a parede, fazendo um estardalhaço. Ele se levanta, balançando a cabeça, com um zunido em seus ouvidos. Vendo que conseguira se carregar por inteiro, o rapaz solta um sorriso, avançando novamente.

Arsenal olha para Antares, que parece em conflito. O rapaz dá as ordens, mas logo ouve um barulho. O monstro havia atacado, então era certo de que seus amigos estavam do outro lado. Morfo começa a preencher seu corpo com diamante maciço (NÃO, ELE NÃO VAI VIRAR UM GOLEM!), mas logo são surpreendidos por Antares, que avança ferozmente para cima de seu oponente.

Impacto atinge o rosto do inimigo com um soco, que nada sente. Quando seria atacado, o inimigo sente ser incomodado pelas costas. Antares aplicava uma série de socos contra este. O monstro, com as costas das mãos, gira, levando um pedaço da parede ao lado da porta, além de acertar Antares em cheio, que voa pela antessala.

Arsenal cria uma armadura para si e, juntamente de Morfo, partem para o ataque. Arsenal segura as mãos do inimigo enquanto Morfo, por debaixo dele, cria um espinho de diamante em seu punho, furando o pé deste. O grito de dor é ensurdecedor. O monstro solta mais uma de suas rajadas de energia pelos olhos, acertando tanto Arsenal como Morfo. A armadura do primeiro amortece sua colisão, enquanto o segundo é salvo pelas sombras de Umbra.

Olímpica, tremendo, vai em direção ao monstro, correndo e pulando em ziguezague. De seu cinto, a garota joga uma esfera de luz no rosto do inimigo, que se cega momentaneamente. Com seus bastões, ela desfere golpes nos joelhos, tentando fazer com que o vilão caia, em vão. Quando o inimigo percebe a presença de Olímpica, tenta ataca-la, mas é impedido por uma densa fumaça. Os metais de Garuda infestam o rosto do gigante, que se irrita. Suas rajadas oculares começam a ler lançadas para todos os lados, atingindo paredes e teto.

Centelha:
- Garuda! Ele vai destruir tudo!

Centelha atira contra o tórax do inimigo, enquanto Garuda retira a nuvem de metais do rosto inimigo, redimensionando a mesma, as transformando em projéteis. Antares se levanta e, enquanto Umbra tenta segurar as pernas do vilão, o rapaz pula em cima deste. Jean desfere socos na face do oponente, que finalmente sente os golpes, mas não tanto a ponto de cair.

Ao longe, Réplica dispara projéteis de energia contra o inimigo, na direção da barriga. O ataque distrai momentaneamente o monstro, que abre brecha para Antares e Impacto atacarem juntos. Antares golpeia o rosto do inimigo, enquanto Impacto soca a atrás do joelho do mesmo. Centelha atira diversas pequenas rajadas contra o rosto do vilão. Arsenal, com sua armadura, segura o inimigo pelos ombros, enquanto Garuda atinge as costas deste com espinhos de metal. Morfo, ainda em sua forma de diamante, dá dois golpes no estômago do gigante. Ele começa a sentir os ataques.

Espectro:
- Estática, preciso da sua ajuda.

Ao ver a moça não conseguindo quebrar o módulo de vida de Nova, Espectro tenta traçar um novo plano.

Espectro:
- Consegui descobrir um jeito de mexer nisso, mas vou precisar da sua ajuda. Os dados já estão no pen drive, mas não consigo salvar a Nova por enquanto. Quero que você sobrecarregue isso. .

Estática:
- Como você sabe que isso vai dar certo?

Espectro:
- Confie em mim. Assim que eu reiniciar esse computador, quero que você use o máximo de poder nele. Isso deve criar uma sobrecarga.

Estática:
- Ensinam informática no seu monastério?

Espectro a encara por alguns momentos, deixando-a com uma certa vergonha de seu comentário. Rajadas de energia são lançadas contra eles, mas são interrompidas por Sísmico, que cria barreiras rochosas para protegê-los, e Garuda, que usa sua telecinese para desviar os ataques.

Espectro:
- Ao meu sinal.

Os punhos cerrados de Antares e do monstro se chocam. O rapaz leva a pior, sentindo a dor em uma das juntas de seus dedos. O monstro avança, mas é agarrado pelas sombras de Umbra que, em um grande esforço, não o deixa escapar. Réplica, agora com luvas de energia, avança contra o monstro. Com a ajuda de pequenas plataformas de sombra, pula em direção ao rosto do inimigo, o acertando em cheio. Quando o monstro vira o rosto, solta uma poderosa rajada azul contra o rapaz, que é apenas alvejado de raspão, graças aos poderes de Garuda, salvando-o. Ainda assim, Réplica ainda é jogado ao chão pela potência do golpe. Umbra o salta de bater de cabeça no solo.

Solo este que começa a tremer. Junto a Espectro e Estática, Sísmico ergue as mãos abertas para frente. Um tremor localizado, logo abaixo do inimigo, começa a se formar. Sísmico cerra os punhos e, com bastante dificuldade, abre uma fenda exatamente onde seu inimigo se situa. Ele cai. Os heróis se entregam ao cansaço.

Espectro:
- AGORA, ESTÁTICA!

Fernanda atira com todo seu poder contra a máquina. Uma feixe de luz ilumina a o laboratório, chegando à antessala. A luz começa a apagar e acender, de forma frenética. O monstro pula de dentro do buraco formado, avançando contra os heróis. Antares pula em direção à este, com ferocidade. Os dois se chocam. As luzes se apagam novamente, ficando assim por algum tempo. Quando reacendem, os heróis só veem Antares e o monstro se baterem, em uma luta corpo a corpo feroz. O sangue espirra e um lado para o outro. Antares, a medida que ficava com mais raiva, parecia ficar mais forte. Seus olhos flamejavam, enquanto suas veias pareciam estourar pra fora do corpo.

No entanto, um soco o joga para longe, fazendo-o se chocar contra a parede, sem chances para Umbra tentar amortecer a colisão. O monstro anda, enquanto os heróis tentam impedi-lo de chegar à um combalido Jean. Ele pega Morfo pelo pescoço, jogando-o contra Réplica. Arsenal tenta pará-lo, mas sua armadura é destruída pela ferocidade do ataque inimigo. Olímpica é jogada para longe com um tapa do vilão. Umbra a salva, mas os dois acabam se chocando. Mãos de terra tentam segurar o monstro, enquanto Centelha tenta cegar seu inimigo com sua fumaça. Em vão.

Garuda usa de sua telecinese para impedir que inimigo progrida ao seu objetivo. Seu esforço é grande, não tendo sucesso. Impacto o ataca pelas costas, mas logo é detido, sendo arremessado contra Garuda logo em seguida. Estática tenta atordoar o inimigo, usando seus ataques elétricos, mas não surte efeito. O monstro é imparável. Neste momento, Espectro surge entre o monstro e Antares. Ele permanece parado, encarando o inimigo.

Sísmico:
- SAI DAÍ, DAVI! ELE VAI TE MATAR SE VOCÊ ENFRENTÁ-LO!

Espectro:
- Mas eu não vou enfrenta-lo...

Neste momento, um vulto passa rapidamente ao lado de Sísmico. Com apenas um golpe, o monstro vai de encontro à parede já meio destruída, a destruindo por completo. A moça, de cabelos negros e olhos azuis, paira no ar, flutuando em frente ao inimigo.

Nova:
- NÃO... MACHUQUE... MEUS AMIGOS!

As palavras de Nova inflamam os garotos, que se levantam. Mesmo quase sem forças, eles se dirigem à Antares e, consequentemente, à luta. Eles veem a vitalidade da moça que, até poucos segundos atrás, estava desacordada sabe lá há quanto tempo. Nova soca o rosto do vilão seguidamente, fazendo com que este não reaja. Arsenal e Réplica criam construtos para aprisionar os membros do gigante, enquanto Umbra utiliza suas sombras para prender o torso e o pescoço do mesmo.

Impacto:
- Pessoal, já terminamos o que viemos fazer! Vamos colocar esse lugar abaixo.

Sísmico começa a se concentrar mais uma vez, enquanto seus companheiros, munidos de bombas temporizadas, começam a coloca-las em lugares estratégicos.

Luminos:
- Bzzkzzztkzzz... Força Heroica, me ouvem? Bzzzkzztzzzzkzzz...

Morfo:
- Os comunicadores voltaram a funcionar!

Arsenal:
- Luminos? Estamos bem, conseguimos o que viemos pegar! Estamos saindo!

Luminos:
- Vocês ficaram aí muito tempo sem comunicação! A Pegasus mandou um grupo de soldados para buscarem vocês!

Arsenal:
- O que?

Luminos:
- Eles estavam próximos!

Os passos são ouvidos. Um batalhão chega ao campo de batalha subterrâneo. Logo, eles assistem à Nova derrotando o inimigo, com a ajuda do restante do grupo. O trabalho em equipe funcionara daquela vez. A moça finalmente cessa seu ataque. Os membros da Pegasus utilizam uma grande quantidade de tranquilizantes para deter o inimigo, que permanece imóvel no chão. Impacto ajuda Antares a se levantar, enquanto os outros descansam um pouco.

Arsenal conversa com os soldados da Pegasus. O rapaz descobre que todos os soldados, incluindo os metas ainda vivos, foram pegos e serão levados ao QG dos militares para interrogatório. O rapaz liga o sinalizador em seu pulso. Morfo parece feliz que Nova está de volta. Centelha, Umbra e Estática se ajudam a caminhar, enquanto Espectro e Garuda fazem o mesmo. Sísmico recebe o auxílio de Olímpica e Réplica.

Os heróis se separam da Pegasus, cada um pegando seu avião. Nova, ainda confusa com o que está acontecendo, senta em uma das cadeiras do FHalcão. Ela toma um café preto quente, enquanto ouve as perguntas de seus colegas.

Impacto:
- Onde você esteve todo esse tempo? Não paramos de te procurar, sua doida.

Nova:
- Eu... Eu não sei... Me desculpem... Não podia ficar.

Arsenal:
- Por quê? Pelo que aconteceu com o Conde? Qualquer um de nós teria feito o mesmo. .

Nova:
- Me desculpem, pessoal...

Arsenal:
- Mas sério, onde você se meteu todos esses meses? E como esses caras te pegaram? .

Nova:
- Eu... Eu só me lembro de estar na costa do Panamá... Eu ia pegar um navio clandestino pra República Dominicana... Eu... Eu não posso ficar...

Morfo:
- O quê? Por quê?

Nova:
- Eu sou um alvo... Se eu for com vocês, eles vão atrás e vão pegar vocês também. Eu sou perigosa, gente.

Impacto:
- Ei, a gente se protege, entendeu? Sempre se protegeu! Somos uma família. .

Morfo:
- Fica com a gente, Nova...

Nova:
- Eu... Eu não posso... Até descobrir quem eu sou... O que eu sou... Não posso ficar com vocês... Eu tenho que ir...

Instituto Victória Cardoso, 8h37:

Ao chegarem no Instituto, Nova conversa com seus antigos companheiros, um pouco com os novatos e também com Granizo e os demais. Ela se despede de todos, indo embora mais uma vez, não antes de receber um comunicador das mãos de Granizo e um dos souvenirs das mãos de Tiago. Os garotos se dirigem à enfermaria, para se curar de seus ferimentos, enquanto Arsenal e Impacto se dirigem à sala de Granizo. Logo, se deparam também com Luminos.

Granizo:
- Fico feliz que estejam bem.

Impacto:
- É... Nós também, velho.

Arsenal coloca o pen drive na mesa. Os dois rapazes se sentam, de frente para Bruno.

Arsenal:
- Parabenize o Davi por isso. Mas afinal, o que é isso.

Granizo:
- Bom, meus queridos pupilos, isso é tudo que sabemos sobre a Fuerza Baja.

Impacto:
- Fuerza Baja? Que diabo é isso?

Granizo:
- Bom... Anos antes de eu ir para a Coréia, eu tomei conhecimento de um grupo terrorista que começava a se enraizar na América Central. Eles tinham apoio de máfias locais e até de governos. Tinham aparato militar pesado e o intuito de unificar várias nações em uma bandeira, perpetuar o poder, governar pela força do medo.

Luminos:
- Que história mais bacana, hein...

Granizo olha para Luminos com um ar sério, fazendo o rapaz se calar.

Granizo:
- Eu, obviamente, não consegui fazer nada, mas deixei alguns de meus alunos espionando alguns países. Finalmente, nos últimos meses, esse grupo começou a dar as caras. Por que vocês acham que a Pegasus se reorganizou tão rápido depois dos últimos incidentes? Por que acham que eles queriam tanto acabar com aquele complexo em El Salvador? Por que acham que pediram nossa ajuda? Ninguém faz nada de graça...

Impacto:
- Tá me dizendo que esses caras vão vir pra cá?

Granizo:
- Não, Diego. Eles já estão aqui.

Parque Municipal de Nova Capital, 10h12:

Um senhor senta em um banco de madeira. Ele olha para o que antes era a estátua do herói Fabricador, agora sem nada. O velhinho coloca sua bengala deitada no que sobrou de espaço no banco, abre seu jornal e começa a ler. Sua boina, que fazia sombra em uma parte de seu rosto, mexe levemente de acordo com o vento. Um homem senta no banco de costas para o velho, solta um pigarro e diz:

Homem Misterioso:
- Eles destruíram o complexo. Levaram os metas e já devem ter interrogado os soldados.

Velho:
- Isso não importa mais. Este complexo não era tão importante assim. Quanto aos metas... Deixem que se divirtam com eles. Os soldados irão se matar antes de dizer o pouco que sabem.

O sotaque carregado do velho indicava ascendência europeia, mais precisamente Alemanha ou Áustria.

Homem Misterioso:
- Parece que copiaram informações no computador do laboratório e libertaram a garota chamada Nova.

Velho:
- Humpf... Ela não tinha mais serventia pra nós mesmo... Quanto aos dados, nada que preocupe. Estamos mais avançados do que planilhas de velhas linhas genéticas.

O homem volta a olhar para o lugar vazio onde a estátua ficava. Ele dá um suspiro longo, enquanto o outro homem se despede com um aceno de cabeça e se levanta. O velho comenta consigo mesmo.

Velho:
- Velhas linhas genéticas...


Fim de episódio.

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MensagemAssunto: Re: T04E01 – Amanhecer Violento:   

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T04E01 – Amanhecer Violento:
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