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 [Jogador] - Terremoto

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AutorMensagem
Tubarão

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Mensagens : 345
Data de inscrição : 05/06/2012
Aluno Iniciante

MensagemAssunto: [Jogador] - Terremoto   Qui Abr 23, 2015 11:08 pm

Codinome: Terremoto
Nome:Gilberto Menezes
Idade: 55
Área: Barão da Conquista (ZC)

VANTAGENS:
- Geocinese: 4
- Sensor Sísmico: 2
- Geoconversão: 2
- Combate: 2

Visual

História
Péééééé
tun tak ti catum, tun tak ti catum- o som vindo da casa se espalhava por toda a rua
Cleck
-Sim? - A menina que abriu a porta devia ter pouco mais de 10 anos, a pele escura e os cabelos presos em tranças. Os dois agentes se entreolharam por um segundo.

-Oi, você deve ser a Alana,não é? – Disse enquanto a mulher enquanto se abaixava até ficar na altura do rosto da garota que assentia – Nós somos amigos do seu avô, ele está em casa?

Outra afirmativa com a cabeça, a menina abriu o portão por completo e se virou de costas enquanto começava a correr e gritava em direção a casa:

- Vovô, vovô! Visita pra você!

Eles cruzaram o jardim e entraram na sala onde um grupo de crianças assistia TV, todo o grupo se virou quando o casal bem vestido passou pela porta da frente e só voltaram a si graças a risada infantil da garota que retornava nos braços do avô. Sua pele era bem mais clara que a da neta e ele obviamente já possuía uma idade avançada, mas ninguém poderia supor as 5 décadas que ele já vivera. Ambos os agentes engoliram em seco quando viram o sorriso do homem se derreter em uma expressão séria  a medida que seus olhos viajavam da neta até eles.

-Aqui não, venham até a cozinha. – Ele disse colocando a neta no chão e voltou por onde saíra.


----------
-Senhor Menezes, desculpe-nos interromper você hoje ma...

-Como me acharam?

-Desculpe, mas isso é confidencial. Nós sabemos que o senhor está afastado há anos mas seu país precisa que você seja um herói novamente.

-Minha pátria!?- Ele virou com violência derrubando algumas coisas que estavam na bancada- - Herói!? Quando eu me voluntariei pra servir a pátria e ser chamado de herói eles me enfiaram no meio de uma floresta e teriam me deixado lá pra morrer como um ninguém se não fosse aquele maquinário estúpido e aquela merda de cristal! Depois disso eles me encheram de honras e agradecimentos enquanto me faziam soterrar trabalhadores e atacar estudantes que só queriam seus direitos. Tudo em nome da minha pátria! Desculpe, eu parei de usar meus poderes a anos e carrego muitos pecados da “minha pátria” por culpa do exército.

tun tak ti catum, tun tak ti catum

- Senhor, nós sabemos a verdade. Tanto sobre o incidente dos sumidouros tanto sobre o que você fez nos últimos anos da ditadura, desculpe se não nos fizemos claros, mas nós não somos o exército, nós somos algo... novo. – Ela estendeu uma pasta sobre a mesa, na frente dela algo podia ser lido:

- Sindicato?

________________________________________________________________________
FICHA Força Heroica:
 


Última edição por Atômica em Ter Ago 18, 2015 12:38 am, editado 3 vez(es)
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Terremoto.

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Mensagens : 178
Data de inscrição : 26/07/2012
Aluno Iniciante

MensagemAssunto: Re: [Jogador] - Terremoto   Qui Jun 18, 2015 12:38 pm

Conflito de Gerações
(Epílogo - Centro - Balaclava)

Uma chuva de ferro atingiu o chão, dezenas de facas tilintavam ao caírem enquanto os que antes a seguravam levantavam as mãos e derrubavam lágrimas. A força tática de NC agora se espalhava pelo shopping removendo os civis e ajudando os que haviam sido atacados.

Terremoto entretanto andava na direção oposta da porta que havia sido aberta, sua cabeça latejava enquanto alternava entre as preocupações com a saúde debilitada, a família dividida e as noites de insônia recente. Ele poderia fingir que sua responsabilidade heroica estava cumprida e ir pra casa, mas isso não seria ser ele mesmo. Seu sensor sísmico lhe dizia que alguém ainda estava dentro do shopping, certamente a pessoa que havia invadido o shopping e dado início ao caos, agora ele se abaixava ao seu lado.

-Ei, tudo bem ai garota?

-Ah, sim, ta tudo ótimo. Tá tudo mega ótimo. Eu só to aqui deitada no chão de um shopping cheio de reféns e um maníaco armado por que deu uma canseira depois do almoço mesmo.

Ele respirou por um segundo, seu coração ainda batia acelerado por causa dos tiros e das pessoas ensanguentadas que estavam sendo removidas do local, a última coisa que ele precisava era de alguém parecido com sua neta mais velha.

-Você sabe como se é perigoso se meter num lugar assim? Deixa esse tipo de coisa pra polícia e pros vigilantes.

-Ah claro, dhur, eu saio por ai de collant porque acho sexy. Fala sério.

-Claro... você deve ser a famosa Super Ironia, não é? De qualquer forma você não é meio nova de mais pra isso?

-E você é muito velho e chato pra isso, hein? Não, perai, você não me conhece? -A voz dela se elevou subitamente -Como assim você não me conhece!?Pelo amor de deus, você já ouviu falar de internet!? Cybernética, sabe!? Super heroína, pró gamer e web celebrity!? Sério, qual o teu problema? Você ao menos como ligar uma televi-

-Não interessa quem porras você é! Tudo que eu vejo é uma garota inconsequente e arrogante que acha que se vestir de forma idiota e ter poderes é o mesmo que ser um herói. Ao menos uma vez na vida você já pensou que tem pessoas que podem morrer por conta dessa sua maneira inconsequente de ser?

Todo o estresse da situação subiu de uma vez em sua cabeça e logo depois sumiu, o arrependimento veio de súbito e tudo que ele pode fazer foi apertar os olhos.

- Olha, garo—Cybernética, da próxima vez só tenta ser mais cuidadosa numa situação com civis, tá certo?

O silêncio passou entre os dois, por um segundo Cybernética não sabia o que responder e tudo que Terremoto fazia era olhar pra baixo com vergonha de si mesmo

-Ah, foi mal ai super senil, eu prometo me inscrever amanhã de manhã no seu instituto formador de heróis ou qualquer merda desse tipo. Quer saber mesmo¿ Eu não tenho que ficar prestando atenção no que um velho babaca igual a você fica falando, falous ai.

Um par de patins surgiu nos pés da garota formado por cores brilhantes e ela passou acelerada pelo herói.

Mais tarde Terremoto estava sentado em caso enquanto esperava que alguém atendesse ao telefone do outro lado da linha, a televisão no mudo mostrava uma reportagem do ataque ao shopping através de câmeras de segurança, por um breve momento a imagem da discussão entre supers apareceu em tela apenas para ser cortada pelo quadro de esportes, do outro lado uma voz familiar disse alô.

-Oi, é, sou eu. Desculpa por mais cedo, não, não, eu to bem, só... só algum maluco com uma arma no shopping. Não, é, eu to bem sim, só um pouco, bem você sabe. Não amor, eu juro que to bem, é só que... bem... eu meio que gritei com uma adolescente hoje..
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