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 Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos

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Arco

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MensagemAssunto: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Qui Maio 09, 2013 6:15 pm


A leste da cidade de Exanceaster existe uma densa floresta, que pode ser dividida virtualmente em duas partes. Existe a parte mais comum da floresta, chamada de Floresta Luminosa (Brennamǫrk), onde as pessoas caçam e se aventuram, onde as criaturas são naturais e as mesmas que as pessoas estão acostumadas a lidar no dia a dia em Winterheim.

Outra parte dessa floresta, a chamada Floresta Negra (Myrkrmǫrk), que além de possuir uma vegetação extremamente alta, densa e perigosa, é dita que se expande até uma parte subterrânea que pode levar até o coração da montanha. A Floresta Negra é um local conhecido por habitar criaturas não-naturais, monstros, espíritos e tudo de ruim que os Æsir, Alfár e Anões tentem a querer evitar.


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Arco

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Qui Maio 23, 2013 2:35 am





A AVENTURA


Depois de caminharem bastante, o grupo formado por Alcarothar, Berg, Erak, Hálfdan e Tullius já observava o sol nascer no horizonte. Eles apressaram o passo e chegaram fora da cidade a tempo, podendo observar cerca de quinze homens sentados ao redor de uma grande fogueira. Alguns se alimentavam, outros amolavam armas e um deles, o mais velho, palestrava para todos.

– Hoje iremos matar esse tal urso maldito, nem que isso custe as nossas vidas! Saibam que é um orgulho para um pai ter filhos como vocês! – Aquele homem era visivelmente Eddard, o Pai de Muitos, mas seu discurso fora interrompido por um dos filhos, que puxara o braço do pai e apontara na direção do grupo.

– Ora, ora! Vejo que Thoeak me conseguiu criaturas de coragem para enfrentar essa empreitada! Muito prazer, senhores, eu sou Eddard e esses são alguns de meus filhos. E vós, quem sois?



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Canário

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sex Maio 24, 2013 5:17 pm

Depois de uma longa caminhada até o leste da cidade de Exanceaster, o grupo viajou até Náttúramǫrk e se deparou com os homens de Eddard. Em volta de uma grande fogueira, cerca de quinze homens escutavam as palavras de Eddard que os motivavam. Não demorou muito até que o líder observasse a chegada do grupo, e se pronunciou questionando os homens, e assim Hálfdan se pôs a frente dos outros aventureiros e se dirigiu a Eddard. -- Prazer Eddard, sou Hálfdan Völund. E sim, Thoeak nos reuniu na taverna, eu e meu grupo queremos fazer parte de sua empreitada. Sim? -- olhou para o "Pai de Muitos" aguardando sua resposta.

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Cromático

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sex Maio 24, 2013 8:09 pm

Tullius acordou cedo tomou um caldo bem quente e seguiu viajem com Alcorothar, Berg, Erak e Hálfdan. No caminho, procurou formar uma aliança com o anão ruivo de vestes vermelhas e procurou saber um pouco mais de cada um que iria para a caçada.

Após saírem da cidade, chegam a Náttúramork, a floresta dos espíritos. O Azarento já ouviu várias histórias a respeito daquele local, todas envolvendo monstros nunca vistos por Tullius. Avista uns quinze, quatorze homens reunidos em volta de uma fogueira; comiam, amolavam armas e prestavam atenção em um homem, que pelas palavras, parecia ser o tal Eddard, Pai de Muitos. Ele pede que o grupo se apresente e depois de ouvir Hálfdan, Tullius se pronuncia.

-Pergunte quantas vezes quiser que nunca me cansarei de responder! Chamo-me Tullius Windhelm, O Azarento. Mas por favor, me responda meu caro, que urso é esse que é preciso vinte homens para ter sua morte?

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Erak Byrnison

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sab Maio 25, 2013 4:04 pm

Erak nunca ouvira falar daquele lugar. Além de ser novo na cidade, não tinha conversado com ninguém, exceto a mulher que o atendeu na taverna e Thoeak, que o recrutou para essa missão.
Acordara cedo, assim como todos os outros. Comeu qualquer coisa ainda na hospedaria, pois pensava que não comeria de novo tão cedo. Ou talvez pudesse comer a carne do urso mais tarde...
Chegou um pouco depois dos outros, ofegante. Ficou parado ao lado de todo mundo, esperando que alguém dissesse para ele onde estava o urso, ou o que ele deveria fazer para destruir o urso. Então, um home dirigiu-se a eles.

- Meu nome é Erak! - falou, batendo com a mão direita no peito, mostrando o quanto era forte. - Vou matar o urso!
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Mestre

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Ter Maio 28, 2013 6:37 am

Depois de longos anos, Alfrey finalmente volta ao convívio dos Aesir. Sente-se um pouco desconfortável, mas logo procura um lugar para receber informações e, quem sabe, como chegar a Valleyheim. Qual foi sua decepção ao saber que expedições já tinham partido! O jeito era esperar uma nova expedição, e torcer para poder estar nela. Sentado sozinho numa mesa dum canto da Taverna de Yggdrasil, ouve uma conversa sobre um grupo de homens procurando matar um Urso assassino na manhã seguinte. Curioso, decide procurar saber melhor sobre o assunto. E quem sabe isso não o ajudaria a alcançar seus objetivos...?

Enquanto o grupo de aventureiros chegava para se apresentar ao Pai de Muitos, Alfrey surgia logo após eles.
Desculpem a demora. Sou Alfrey Nood, e fiquei sabendo do Urso. Quero juntar-me a vocês.
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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Qua Maio 29, 2013 4:51 pm

A caminhada foi longa, mas Berg já estava acostumado com trajetos longos, logo não sentiu nenhum tipo de cansaço e conseguia caminhar tranquilamente com o grupo.

Ao longe, durante o nascer do sol, o jovem avistava um grupo relativamente grande de homens prestando atenção em uma espécie de sermão do mais velho do grupo. "Só pode ser Eddard.", pensou o rapaz enquanto caminhava em direção à fogueira onde todos estavam reunidos ao redor.

Eddard se apresenta e pergunta os nomes dos integrantes do gruo recém chegado.

- Prazer Eddard. Me chamo Berg e venho lhe pedir permissão para oferecê-lo minhas habilidades para ajudar a matar este urso que vocês caçam.

Se apresenta o rapaz, esperando a resposta de Eddard de pé e já se preparando para partir novamente.

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Arco

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Qua Maio 29, 2013 5:42 pm




PREPARATIVOS!

Dentre os homens que haviam chegado até ali, apenas Alcarothar não havia se apresentado a Eddard, ele ficara parado, observando os cavalos e fazendo gestos para eles, emitindo sons estranhos, como se tentasse se comunicar com os outros animais. Porém, Eddard não deu atenção aquilo e se focou nos recém chegados.

– Pois bem, Berg, Erak, Hálfdan, Tullius, Alfrey e Garoto-Cavalo, sejam bem vindos. É claro que aceito a ajuda de vocês. A criatura que vamos enfrentar não é nada fácil não e nenhuma ajuda é dispensável! – Ele sinalizou para que todos se sentassem na beira da fogueira, enquanto seus filhos desmontavam o acampamento. – Os garotos vão cuidar do acampamento, vocês sentem-se e descansem um pouco. Nós sairemos em algum tempo, até lá podemos nos conhecer melhor.

Eddard passou a próxima hora contando da sua vida e colhendo informações sobre os companheiros, parecia ser um bom homem e cheio de energia, apesar da idade relativamente avançada. Depois de contar da sua vida e de descobrir o que cada um se prontificou a falar, seus filhos disseram que era hora de partir.

– Não temos cavalos para todos, mas eu normalmente guio uma carroça e vocês podem vir sentados comigo, enquanto eu guio. Venham!

Todos vieram e se acomodaram na grande carroça, enquanto Eddard tomava as rédeas. Ele aproveitou aquele momento em que se direcionavam para dentro da caverna, para começar a contar a história do urso e o que levara ele a decidir entrar nessa aventura contra a criatura.

– Pois bem, como vocês todos já sabem, eu era um excelente arqueiro, talvez o melhor de Winterheim, mas a minha visão começou a falhar e eu não mais acertava os alvos a distância, portanto me coloquei a viajar o mundo. Em uma dessas viagens, a poucos meses, eu estava acompanhado de dois dos meus filhos e fomos atacados por esse tal urso, demônio das trevas. Ele era realmente grande e não conseguimos feri-lo direito. Mas, ele levou a vida de um dos meus filhos e eu resolvi que iria caçar esse desgraçado e me vestir com a sua pele! Tomei duas decisões, primeiro recrutei todos os meus filhos que consegui, enviando mensageiros aos quatro cantos de Winterheim, alguns estão aqui e vieram me ajudar, muitos não, enfim. Decidi também pedir ajuda a Thoeak, para que recrutasse guerreiros para me ajudar. Ele disse que seria difícil, por causa das expedições dos Jarls, mas ainda assim ele me trouxe valorosos guerreiros! Juntos, iremos eliminar esse demônio!

Depois de contar a sua história, ele acabou encostando próximo a uma grande árvore, enquanto vários dos seus filhos desmontavam dos cavalos e iniciavam o processo de remontar acampamento. Enquanto eles faziam o serviço, um poderoso rugido foi ouvido por entre as árvores, fazendo o chão tremer.

– Iremos acampar aqui, será nosso desafio ao desgraçado! Ele virá até nós, como sempre vem! E juntos iremos mata-lo! Quem está comigo?!? – Os filhos dele gritaram, inspirados pelo pai. Eddard retirou sua espada longa da cintura e o escudo, preparando-se para a batalha. – Vocês façam o que achar melhor, em alguns minutos esse lugar estará um inferno e eu não poderei tomar conta de ninguém!

Considerações em Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sex Maio 31, 2013 8:16 pm

Eddard contava sua história, mas os pensamentos de Alfrey estavam longe. Ele era um estranho ali. Talvez não tivesse sido uma boa ideia ter se juntado ao grupo. Ao chegar ao local, e ouvir o rugido assustador, o elfo imediatamente saca seu arco e flecha e se mantém a postos. Os filhos de Eddard bradam em resposta ao pai, e isso faz Alfrey lembrar de seu pai adotivo, que lhe deu seu próprio nome. Não havia dúvidas de que Eddard era amado por seus filhos, e que estes fariam tudo para honra-lo. Isso foi o bastante para inspirar Alfrey, que agora tinha um motivo para lutar.

Vou dar-lhes cobertura logo acima. Boa sorte a todos... - fala, e logo após isso corre para uma arvore e a escala, mantendo-se alerta nos galhos para qualquer coisa que se movesse. Atirará logo que ver o urso, e avisará assim que o ver.
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Canário

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Dom Jun 02, 2013 2:31 pm

Agora todos trabalhavam, junto ao seus filhos, Eddard se preparava para a fera que estaria por vir, logo aquele seria um campo de batalha, tudo podia dar certo, ou não. Hálfdan empunhava a Brudsikker, sua boa e velha espada, à tempos não a usava, e ajeitava seu escudo no outro braço. Podia ver todos à sua volta preparando-se para a criatura, era um mistério, e podia surpreendê-los a qualquer instante. Aquela certamente seria uma boa história para contar. Depois de pensar um pouco, o anão escuta o plano de Berg, e então caminha até uma das árvores por ali.

Vamos acabar com essa besta! -- gritou, preparando-se para o ataque, atento à qualquer movimento suspeito, pronto para a batalha.

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Última edição por Canário em Ter Jun 04, 2013 5:40 pm, editado 1 vez(es)
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Cromático

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Dom Jun 02, 2013 8:55 pm

Dentre as apresentações, chega um elfo loiro que se identifica como Alfrey Nood. Eddard os recepciona muito bem, seus filhos desmontam o acampamento e numa carroça o grupo sugerido por Thoeak segue ouvindo a história do tal urso.

Eles chegam ao local e descem da carroça, Tullius já se preparava para ajudar na remontagem do acampamento, quando todos ouvem um grande rugido vindo da floresta.

Num movimento rápido, o Azarento desamarra a maça da mochila. Ele a segura com força até os nós dos dedos ficarem brancos, fecha o único olho apto para a função e reza rapidamente para os deuses puxando todo o ar que pode. Ao expirar, começa a girar sua arma, observa toda situação ao redor e pensa em todas as possibilidades de ataque.

Ele corre para o meio do local e pretende alertar todos ao redor sobre qualquer atividade. Se a fera aparecer ele gostaria de chamar sua atenção, para que a mesma fosse em direção da morte certa.

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Seg Jun 03, 2013 8:05 am

O rugido ecoou na floresta como um agouro de morte pelas árvores. O corpo de Berg gelou e o medo tomava conta do jovem. "Não, não posso fraquejar agora. Não depois do que prometi a minha família."

Berg retomou sua coragem novamente, enquanto via todos se preparando para a batalha. "Pelo rugido da criatura, um ataque frontal simples seria inútil. Tenho que pensar em alguma coisa antes que esse urso chegue e mate todos nós.". Com esse pensamento uma idéia surgiu em sua cabeça.

- Erak, Tullius, Hálfdan venham até aqui. Alcarothar pare de flertar com os cavalos e venha também. Prestem atenção, simplesmente ficar nas linhas de frente é suicídio contra um monstro desses. Vamos tentar dividir as tropas, usando as árvores ao nosso favor para nos esconder e os filhos de Eddard como distração. Assim poderemos tentar passar sem sermos notados e atacar o urso por trás, dividindo sua atenção. Assim não importaria qual grupo que ele atacasse, alguém sempre estaria em suas costas. O que me dizem?

Pergunta Berg, apresentando seu plano para seus companheiros e se aproveitando da cobertura dada pelo arqueiro elfo Legolas Alfrey para ajudá-los na emboscada e esperando a resposta já se preparando para o combate.

Caso seu plano não seja aceito irá ficar nas linhas recuadas da "tropa" de Eddard, se defendendo sempre com seu escudo e atacando apenas quando tiver oportunidade, já que sua espada não seria tão efetiva contra um urso gigante.

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Erak Byrnison

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Seg Jun 03, 2013 10:23 am

Erak tinha seu próprio plano: atacaria o urso diretamente com seu porrete e seus enormes punhos. Confiava na sua força. Mas, pelo jeito, os outros não confiavam. Era o maior homem dali, isso era verdade, mas poderia sobreviver a um urso devorador de homens? Seu companheiro concluiu que não.

Erak era um idiota, mas, pelo menos, sabia disso. Decidiu concordar com a estratégia de Berg Gunnarsson. Acreditando que aquilo poderia dar certo.

Ele vai para trás de uma árvore, uma grande o suficiente para escondê-lo, a uns 15 metros de distância do animal. Enquanto esperava para atacar por trás do bicho, ficava imaginando o gosto da carne de urso. Com certeza seria deliciosa...
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Cromático

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Seg Jun 03, 2013 6:24 pm

Tullius já estava no lugar que pretendia, quando ouve uma proposta de estratégia vinda de Berg. Ele olha ao redor e pensa. Concordando, ele corre para uma arvore próxima de Erak.

Caso o urso lhe desse as costas, pretende atirar pedras e troncos nele. Se ele reagisse correria de qualquer jeito para a morte.

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Ter Jun 04, 2013 8:37 pm







PRIMEIRO ENCONTRO


Todos haviam assumido as posições que achavam mais adequadas, enquanto os filhos de Eddard terminavam de subir o acampamento e também se posicionavam. Alguns deles, que eram arqueiros como o pai fora antigamente, estavam posicionados sobre as barracas e arvores. Outros, menos habilidosos, se colocaram com suas armas e escudos em mãos, prontos para o pior.

Em pouco tempo, outro rugido – ainda mais poderoso e alto – foi ouvido por todos, instigando sentimentos diferentes em cada um. Uns, sentiam medo, outros sentiam inspiração para a batalha, alguém em especifico com sentimentos ainda mais negros e perigosos para todos presentes ali. Os passos da criatura já podiam ser ouvidos e todos se posicionaram na direção de onde a criatura estaria vindo.

Nesse instante, Alcarothar, que não havia se manifestado e tão pouco se apresentado até então, colocou-se no meio da clareira, com os braços abertos, de costas para a direção de onde o urso vinha e começou a falar alto para todos ali presentes.

– Vocês estão enganados! Não deveriam atacar uma criatura enviada pelos deuses! Esse urso é uma benção e não uma maldição para nós! Eu irei conversar com ele e nós iremos sair daqui amigos! – Apesar do grito de protesto de alguns, Alcarothar se recusou a sair dali e se virou para falar com o urso quando o mesmo já estava visível entre as árvores. – Grande guardião, gostaria de conver...

As últimas palavras foram suprimidas pelo enorme barulho de mordida que todos ouviram quando o urso enorme abocanhou e arrancou a cabeça do homem, enquanto disparava em uma corrida violenta na direção dos demais. Os filhos de Eddard atiraram flechas, que irritaram a criatura e o fizeram ir na direção de uma das árvores, batendo com a pata e arrancando uma grande lasca de madeira. O filho caiu lá de cima, provavelmente se quebrando todo com o impacto.

Rapidamente, o urso abocanhou o tórax do homem, arrancando suas entranhas e levando-o a morte no mesmo instante. Se demorou um pouco e continuou a devorar o corpo do homem, quando Eddard se aproximou dele com espada em mãos e causou um corte na pele da criatura. O urso-demoníaco se virou para os homens, ficando de pé sobre as patas traseiras e demonstrando ter mais de três metros de altura.

– Vamos, ataquem todos! Temos que matar esse demônio e nos cobrir com suas peles!





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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sab Jun 08, 2013 5:56 am

A visão era aterradora, fazendo Alfrey paralisar por alguns momentos. Um dos filhos de Eddard que estava próximo a ele foi morto pelo urso, que não parecia sentir muito efeito das flechas.
Estamos lidando com forças sobrenaturais aqui! - pensou, enquanto se recompunha para a batalha.
Devia haver um ponto fraco. Os deuses não permitiriam que uma criatura assim existisse sem um ponto fraco. Enquanto Eddard desferiu seu ataque ao urso, Alfrey analisou os passos da criatura, tentando achar uma fraqueza. E testava-os com suas flechas.
Achem a fraqueza do Urso! - Gritou.
Alfrey mira suas flechas na ferida aberta por Eddard e nas patas do animal, esperando encontrar o ponto fraco.

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Ter Jun 11, 2013 5:51 pm

Erak respirou fundo quando viu o urso. Nunca lutara com nada daquele tamanho. Não imaginava que um animal pudesse ser tão grande assim. Mas afinal, o que é que Erak sabia da vida?

A besta passou por ele, aparentemente não o viu. Estava preocupado tentando devorar a sua presa mais fácil ali: Alcarothar. Com apenas uma mordida, a cabeça dele foi separada do seu corpo.

Erak sentia a adrenalina no seu corpo. Lutara algumas vezes com animais, sempre em grupo. Eles sempre diziam para que Erak fosse na frente, distraindo o bicho enquanto algum arqueiro acertava em pontos críticos. Decidiu que seria bom usar as estratégias antigas para isso, mesmo com um urso duas vezes maior que qualquer outro oponente que já teve.

Avançou até o urso por trás, dando um golpe em suas costas. Esperava que seus colegas descobrissem como derrotar o urso logo, para que não acabasse morrendo como os outros.
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Cromático

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sex Jun 14, 2013 9:08 pm

Mais rugidos foram ouvidos e então Alcorothar começa com um discurso que termina com sua cabeça arrancada pela tal falada fera! Tullius agora enxergava o motivo de 20 homens serem convocados para a caçada. O elfo Alfrey sobe numa árvore e diz para todos encontrarem o ponto fraco da criatura, Erak golpeia o urso por trás.
 

Tullius então pretende dar o máximo de si, para correr todo o perímetro da clareira observando cada movimento da criatura, dando pausa para tacar na mesma, pedras e toras (o que a deixaria muito irritada). Quando descobrisse seu ponto fraco, tentaria convencer a todos sua descoberta, para ter o prazer de ver o sangue do urso escorrer no solo da floresta.

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MensagemAssunto: Re: Náttúramǫrk, a Floresta dos Espíritos   Sex Jun 14, 2013 9:38 pm

Hálfdan estava um tanto assustado, mas já havia passado por coisas muito piores, talvez não algo daquele tamanho, mas muito mais perigoso. Todos começaram a agir, era hora de exterminar a criatura. A criatura possuía uns três metros de alturas quando ficou sobre as patas traseiras. Alcarothar morria diante de todos, de forma fútil e desprezível, por um pequeno descuido, sem dúvidas a criatura era perigosa. Hálfdan não poderia simplesmente ir lá e atacá-la. Se mantém por um tempo atrás das árvores, com a Brudsikker e seu escudo empunhados, bem escondido ali, ele esperaria o momento certo para a atacar.

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