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 Porto de Exanceaster

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Inquisidor

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MensagemAssunto: Porto de Exanceaster   Qui Abr 18, 2013 7:42 pm



No porto de Exanceaster, Æsirs e anões trabalham sempre, seja consertando barcos, ou pescando. No porto, há vários barcos, de senhores diferentes, mas três em específicos se destacam, eram os barcos Tunglskin, do Jarl Aldryck Ælönmdarën, que significava Luz da Lua; Sigurvegari, de Kha'arg Dökvergar, que significava Conquistador; e por fim, o barco de Sigulf Svardstal, Víðirkæsia, A Lança do Mar.

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Aprendiz

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Qui Abr 18, 2013 10:34 pm

Ullr, havia saído da taverna em direção ao porto, para cumprir os objetivos propostos pelo seu novo mestre. “Hersir”. Esse era o novo título elfo. Ullr prometeu a si mesmo que não importava o caminho, mas ele daria o seu máximo para obter seu reino de novo.

- Balder, me ajude em minha caminhada. Traga paz ao meu ser. - Disse fazendo uma pequena prece.


Chegou rápido ao porto, e não foi difícil encontrar os barcos. Chegou próximo deles e haviam uns homens ali. Então disse:

- Salve! Sou Ullr Brandörn, representante de Aldryck. Meu senhor deseja saber: como anda a construção dos barcos? Estarão prontos para amanhã como fora prometido?
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Qui Abr 18, 2013 10:49 pm




Ullr


Um homem caolho observa Ullr e lhe responde:

- Sim, avise o elfo que eles estão prontos.



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Arco

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Dom Abr 21, 2013 8:52 pm





ASSALTO AO PORTO
Uma agitação maior que o normal tomava contado do porto de Exanceaster, pois três barcos dotados de uma qualidade única e beleza chamativa, estavam aportados ali. Eram eles: Tunglskin, Luz da Lua; Sigurvegari, Conquistador; Víðirkæsia, A Lança do Mar. Cada um dos Jarls donos daqueles barcos, organizava tripulações para as prometidas expedições a Valleyheim.

Em meio a toda aquela agitação, dois barcos relativamente antigos e depreciados aportavam em Exanceaster, suas velas não apresentavam nada de especial e principalmente nenhuma semelhante entre si, mostrando que tratavam-se de barcos independentes, que não respeitavam a nenhum senhor em comum. Porém, cada um daqueles barcos carregava em seus remos onze guerreiros fortemente armados e totalmente desprovidos de honra.

O ataque veio muito rápido, assustando a todos que estavam ali a admirar os barcos. Os guardas do porto foram mortos rapidamente, sem nenhuma chance de resistirem à meia dezena de guerreiros cada um. Logo após a morte dos guardas, um dos homens se pronunciou a sua tripulação:

– Vocês seis, cuidem de rebocar os três barcos. O Corvo está esperando no barco dele. Os demais, ataquem todos que ousarem se aproximar.

Dessa forma, os quinze homens, fecharam a entrada do porto com uma parede de escudos de três camadas, sendo a última composta por arqueiros e lançadores de machados. Uma corneta de alerta tocou, alto, chamando a atenção de todos. Logo em seguida outras cornetas se espalharam pela cidade. Outros guardas de Exanceaster chegariam ali em breve, porém não a tempo de deter o roubo dos barcos.



Esquema:
 

Off:
 

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Fonte:
 


Última edição por Arco em Seg Abr 22, 2013 4:19 pm, editado 2 vez(es)
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Aquiles

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Dom Abr 21, 2013 11:28 pm

Lars depois de ouvir os gritos vindos do porto, e escutar as palavras de Aldryck para que atacássemos os homens no porto, sai pela porta da frente, com raiva no rosto, se preparando para acabar com esses vermes insolentes, que ousam interromper a espera para a viagem a Valleyhein.

Saindo da casa do elfo, Lars vê as pessoas correndo e gritando de medo correndo na direção contraria do porto. Ele nunca tinha visto uma cena parecida, em nenhuma de suas batalhas contras os viajantes que passavam por Landsby Fra, o cenário a sua volta era tão caótico. Algumas batalhas deixavam alguns feridos, que eram acertados por golpes errados das armas de Lars e seu inimigo, mas nada parecido com isso. O medo era terrivelmente visível no rosto das mulheres e crianças correndo por Exanceaster.

- Eles vão pagar por tais brutalidades – dizia Lars com sua espada em mãos, se arrastando pelo chão, levando consigo o barro formado pela terra do chão e a chuva da noite passada.

Chegando próximo ao porto, Lars vê uma parede de escudos enorme formada a sua frente, com enormes homens que se mostravam sem um pingo de honra, porem estavam fortemente armados, seria uma péssima ideia ataca-los sozinho, mas Lars é impulsivo e não ficaria esperando ajuda de qualquer outro guerreiro, enquanto o inimigo fazia e acontecia o que bem quisesse em Exanceaster.

Vendo que seria impossível passar pela parede de escudos que estava de pé entre ele e os novios, Lars ira gritar um desafio para o homem que grita ordens para todos:

- Seu fraco e insolente verme – grita Lars apontando sua espada para o homem – venha aqui e lute como um homem honrado tem que fazer. Prove sua força diante de Njörd, para Ele saber se és digno do respeito de seus homens.

Dizendo essas palavras, Lars ira esperar a resposta do inimigo, se preparando psicologicamente para o combate.

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Gama

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 12:15 am

Älskade chega rápido ao porto e se depara com uma cena crítica, o ataque inicial dos invasores fora feroz não deixando prisioneiros. O palpite dele de que o interesse era os navios das expedições estava correto.

Um ataque direto poderia ser rapidamente desfeito, pois a defesa dos ladrões parece bem elaborada... Vejamos... arqueiros e lançadores de machado... As chances são poucas, principalmente se eles forem bons com suas armas.

Ele observa uma carroça com feno seco na direção da barreira de escudos. Logo uma ideia lhe vem a cabeça:

Bem, se eu conseguir distrai-los com essa carroça, Kha'arg e os anões podem chegar para ajudar com o ataque. ele mal termina de pensar isso e um Aesir se poem em gritos desafiando o chefe dos invasores.

Ele pretende usar tal distração para chegar até uma tocha, se conseguir chegar até lá sem ser visto, pretende atear fogo ao feno e empurrar a carroça em chamas até a barreira fazendo a barreira se desfazer. Se isso der certo começara o ataque ao ladrões, com sua espada.
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 11:42 am

A caça é um elemento primordial na vida dos habitantes de Byrød. Alguns afirmam que os elfos da Floresta Sangrenta são os melhores caçadores de toda Winterheim. Eles são muito ágeis, conseqüência da necessidade de subir em árvores, montanhas e correr pro grandes distâncias. Se você um dia conseguir observar um Älvarød (Elfos vermelhos, os caçadores de Byrød) em uma batalha, verá que ele é como um predador contra sua presa: Ele seleciona seu alvo e o aniquila.

Ullr estava correndo seu trajeto da casa de Aldryck até o porto. Ele agradeceu à Odin pela localização ser tão próxima do porto. Imaginava como estariam os barcos no momento. Não fazia idéia de quem eram, mas tentava ver através da multidão que corria no sentido oposto.

Os gritos o deixavam louco, que tentava pensar em alguma coisa para salvar os barcos. Logo que chegou próximo ao porto conseguiu uma pequena visualização dos homens que atacavam. Bandidos e muito bem organizados, pelo visto. Uma flecha passou zunido pela sua cabeça e matou uma mulher que estava correndo.

- Vamos Ullr, você esteve aqui há algumas horas atrás. Não haviam barcos atracados e isso significa que foi um ataque planejado e os ladrões vieram de barcos também, pois senão, como levariam os nossos?

Pensando em ter um campo de visão melhor foi correndo sorrateiramente até a casa que ficava mais perto do cais. Pra sua sorte havia uma escada encostada atrás dela, e seu telhado era baixo. Ullr subiu rapidamente guardou sua machadinha e faca, e preparou seu arco. Escondeu-se o melhor que pôde e conseguiu ver tudo.

- Cinco, dez, quinze. Arqueiros e lançadores de machados. Os outros estão tentando rebocar os barcos. E ali estão os dois barcos que não vi anteriormente e devem ter trazido os homens.

Ullr desceu o telhado esgueirando-se até parar próximo à lateral da barricada. Preparou uma flecha e mirou na cabeça de um arqueiro. O plano era simples: Eliminar a última fileira e acabar com o resto em combate corpo-a-corpo. Se tivesse sorte contaria com a ajuda de Aldryck com seu arco imbatível.

Ullr estava calmo até que observou um atirador de machados ao canto decepar a cabeça de um homem que estava correndo tentando salvar sua filha que estava em seus braços. A cabeça do pobre homem voou pelos ares e seu corpo caiu ao chão, onde sua filha provavelmente seria pisoteada pela multidão ou acertada pelas flechas. Viu-se voltando à noite ao ataque dos trolls novamente, e com um grito de fúria começou a disparar flechas na última fileira.

Ali estavam presas e predador.

Ullr estava atirando e viu Aldryck correr e dar ordens. Ele vai continuar a atirar com o objetivo de atrair a visão dos inimigos para longe de Aldryck que tinha um plano. Se as flechas acabarem, irá para o corpo-a-corpo disposto a matar o máximo quanto puder.


Última edição por Aprendiz em Seg Abr 22, 2013 3:00 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 12:33 pm

Aldryck corria em velocidade na direção do porto, esquivando-se das pessoas em pânico. Ao chegar lá, a cena já estava feita. 15 homens formavam uma parede de escudos entre a cidade e os barcos, impossibilitando qualquer pessoa de passar por eles, enquanto outros homens amarravam os barcos para rebocá-los.

Aldryck olha o guerreiro que desafiava os ladrões a um combate honroso. Um imbecil graduado, imaginava o Elfo, pois ladrões eram as últimas criaturas do mundo a ter algum resquício de honra. Olhando pelo cenário completo, Aldryck via seu vassalo, Ullr, atirar flechas de cima de um telhado. Era uma boa posição, mas o Jarl duvidava que ele sozinho faria alguma coisa ainda em tempo de salvarem os barcos, e então, lhe veio a ideia. Sem pensar duas vezes, ele começava a retirar a armadura de couro, que só lhe pesaria, as botas, e uma das lâminas. Ficando apenas com as calças, uma das espadas ainda na bainha em suas costas, e a aljava de couro e seu arco. Ele correu então para uma das plataformas próximas as que os homens ocupavam, e tirou a aljava da cintura, para que não molhasse. E erguendo a aljava e o arco em cima da cabeça, ele começou a entrar na água, gritado:

- Todo o homem que seja rápido o suficiente para não depender de uma armadura me siga! Os demais, organizem uma parede de escudos para chamar a atenção dos ladrões, não se arrisquem! Apenas garantam que eles não olhem para nós!!!! - E tendo gritado isso a plenos pulmões, ele torcia para que a loucura e a frenesi dos homens apertados uns contra os outros na parede de escudos inimiga fosse o suficiente para fazer com que eles não o ouvissem e descobrissem seu plano.

Aldryck planeja percorrer a maior parte da plataforma lateral por baixo dela, no vão entre a água e a madeira, mantendo o arco e a aljava sobre a cabeça, para então nadar até o barco contendo os 5 homens que tentava roubar as demais embarcações. Dali, se tivesse companhia de mais pelo menos 2 homens, subiria no barco inimigo pelas costas dos assaltantes e os esfaquearia furtiva e rapidamente, para então sacar seu arco e suas flechas e começar a disparar contra a parede de escudos inimiga, que estaria completamente de costas para ele. Enquanto disparava as flechas, Aldryck gritaria para os seus companheiros, se estes não fossem arqueiros, que pulassem pelo barco até a plataforma, onde pegariam os arqueiros e os arremessadores de machados pelas costas, e criariam a desordem na parede de escudos adversária, pois a mesma teria de se virar para os dois lados, ficando completamente desorganizada, chegando a hora da parede de escudos de Exanceaster, se esta tivesse sido organizada, avançar e rechaçar os ladrões.

Se ninguém acompanha-se o elfo em sua empreitada traiçoeira, o mesmo, estando em extrema desvantagem, iria jogar seu arco e suas flechas sobre algum tablado, ou até mesmo para dentro do barco adversário e sacar sua espada curva para cortar as cordas que rebocavam os barcos e tentar puxar um ou dois inimigos pela beirada da embarcação inimiga para a água, onde, sem armadura alguma, seria rápido e eficiente em cortá-los e matá-los, diminuindo o número de adversários.

Mesmo em menor número, se seu plano desse certo, esses assaltantes pensariam duas vezes antes de roubar os barcos de Aldryck, Sigulf e Kha'arg.

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 3:02 pm

Vissla pois se a correr pelas ruas, já que essa missão poderia lhe conceder uma vaga até Valleyheim. O combate direto não lhe agrada, então pensou em procurar ruas paralelas as principais, tentando encontrar outros caminhos até o porto.

Viu de alguma distância a barreira de escudos criada pelos possíveis ladrões.

"-5.., 10.., 15! 15 homens protegendo a entrada do porto, um combate frontal assim é muito imprudente..."

-Todo o homem que seja rápido o suficiente para não depender de uma armadura me siga! Os demais, organizem uma parede de escudos para chamar a atenção dos ladrões, não se arrisquem! Apenas garantam que eles não olhem para nós!!!!

Vissla ouviu o elfo, poucos metros a frente.

"-Finalmente alguém com um plano."

Ao perceber o plano de adentrar a água seguindo por debaixo do porto, se escondeu em um beco e sem ser visto, separou seus mais pesados pertences e os enrolou na capa, escondendo-os em um canto. De lá partiu portando seu colete de adagas afiadas seguindo logo atrás de Aldryck.


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"Isso é apenas uma máscara. Um símbolo. Quem está por trás dela é que realmente importa."



Última edição por Fabricadora em Seg Abr 22, 2013 9:23 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 3:09 pm

Kha'arg sai de sua ferraria após despachar todos para ajudar nos ataques ao porto. Várias pessoas assustadas correm em direção contrária ao porto, extremamente assustadas. Kha'arg pára um deles e pergunta o que está acontecendo.

- Uma parede de escudos no porto! Qualquer um que chega perto é morto na hora...

- Parede de escudos?! Eu sei o que fazer...

Kha'arg volta à sua ferraria e de lá sai com Vopnfaðir em suas costas, Heimarvörður encaixado em seu braço direito, uma tocha na mão direita e uma ânfora na mão esquerda.

O anão chega ao porto vindo de uma marina diferente daquela em que os barcos dos Jarls estavam ancorados.

A parede de escudos estava sendo atacada de frente por vários e de cima por um arqueiro.

Kha'arg observa Aldryck avançar lateralmente, como ele mesmo planejara, tentando se infiltrar pela água.

- Elfo esperto...hehehe...

O anão espera o grupo de Aldryck passar e segue então pela lateral, flanqueando a parede de escudos. Ele se compacta atrás de Heimarvörður de forma que o escudo proteja os pontos vitais de seu corpo, deixando quase nada para ser atingido.

De onde o anão vinha, mesmo se a parede de escudos percebesse sua aproximação, o ângulo disponível de ataque desta era extremamente estreito, fazendo com que Heimarvörður providenciasse uma defesa muito eficiente.

Ao chegar a uma certa distância, o anão lança a ânfora que se encontrava em sua mão esquerda, atrás de seu corpo, protegida pela defesa de Kha'arg. Graças à sua força elevada, Kha'arg podia lançar a ânfora de uma distância considerável. A ânfora continha óleo de foca, comumente usado para manter tochas e fogueiras acesas. A ânfora seria lançada no meio exato da parede de escudos e se quebraria ali, espalhando o óleo na região central da parede.

Após o lançamento, o anão lançaria a tocha que guardava na mão direita, atrás de Heimarvörður, para incendiar a região central da parede de escudos.

Se tudo acontecesse como o planejado, a região central se incendiaria e tais membros, buscando a água do mar para apagarem as chamas, acabariam por empurrar os membros das bordas para as águas também, desfazendo-se assim a parede de escudos em sua totalidade.


Última edição por Etéreo em Seg Maio 13, 2013 1:43 pm, editado 3 vez(es)
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Onda

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 3:37 pm

Após uma curta corrida, mas muito dolorosa, finalmente Reno chega ao porto. Notando a dimensão da situação o Álfar fica perdido, sem saber que caminho tomar em um terreno aberto e com uma gigantesca(para os seus padrões) parede de escudos.

Quando pensava em desistir Reno ouviu Aldryck Ælönmdarën, o Jarl álfar que também estava planejando uma expedição, convocar homens leves para ajudá-lo. Se aproximar tanto de um álfar não era algo que lhe agradasse, pois temia ser reconhecido, mas o nobre provavelmente possuía um plano, algo que Reno certamente não tinha. Já que o momento não favorecia muita reflexão o jovem trovador corre até a plataforma de onde o nobre fizera seu chamado.

Sem muita dificuldade, mas com a dor no tornozelo aumentando cada vez mais, Reno termina sua escalada e de frente para o Jarl se apresenta fazendo uma reverência:

– Reno Ælfwine ao seu dispor nobre álfar.

Reno então tira seu colete de couro e sua camisa e os coloca junto com a algibeira e a flauta e um canto da plataforma. Segurando suas duas adagas ele espera ansiosamente algum comando ou ação do nobre.

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Última edição por Irlandês/Reno em Ter Abr 23, 2013 1:15 am, editado 2 vez(es)
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Réptil

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 3:57 pm

De longe, Ulrich conseguia ver a muralha criada pelos invasores e a cena foi suficiente para fazer com que o homem parasse para analisar a situação. Foi preparado para um combate em meio à desordem, onde poderia abater os inimigos enquanto os mesmos tentavam saquear e estuprar, mas aqueles homens tinham um mínimo de disciplina – e possivelmente um líder entre eles.

Conseguia ver alguns guerreiros tentando investidas e planejando estratégias, principalmente Kha’arg com seu Heimarvörður a tira colo.

- Acalme-se, Charlotte. Sei que quer dar trabalho para as Valquírias após a batalha, mas hoje não ganharemos com aço. Você precisaria ser um urso para atravessar esses escudos. – o Aesir sorri com a ideia que acabara de ter. – Se não temos ursos...

Procurando ao redor, Ulrich tenta encontrar um estábulo para fazer com que os cavalos avancem contra a parede de guerreiros no intuito que quebrar a formação e, consequentemente, deixá-los vulneráveis. Se conseguisse instigar ao menos um cavalo para o “ataque”, provavelmente alguns outros iriam segui-lo e, quebrada a formação, um ataque dos outros guerreiros poderia cair sobre os invasores. Quando percebesse que a batalha estava equilibrada (seja em experiência ou em número) faria com que sua espada enviasse algumas almas a Valhalla.
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Velox

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 4:46 pm

Galdur foi para o meio da rua quando Kha'arg iniciou seu pronunciamento, rapidamente o anão voltou para a ferraria e escutou as insinuações do mestre ferreiro. Os companheiros desceram ao porto, o Jar acompanhou-os munido de tocha e ânfora, pretendia destruir a barricada com fogo. Galdur seguiu o nobre anão com rápidas passadas curtas, os maiores chegaram mais rápido.

-"Saqueadores malditos, estão tentando roubar os barcos" - pensou o anão, fitando diretamente o escudo humano que os bandidos formaram.

Muitos dos companheiros da taverna já se encontravam no porto, uns escondidos, esperando pela hora certa, e um louco que chamara a atenção dos bandidos para um combate corpo a corpo.

"Ora! Mas o que este louco pensa que está fazendo, cautela é mais que obrigação em situações como esta" - Pensou o anão.

Virando-se para o lado ele vê Kha'arg iniciando sua investida de fogo, e sem ter o que fazer naquele momento, visto que um ataque frontal seria eminente suicídio, Galdur, como bom anão que é, soube esperar que os mais afoitos e preparados tomassem a investida inicial.

"Sou um guerreiro de combate, e é em combate que mostrarei meu valor ao Jarl" - O anão imaginou que deveria mostrar sua forla ao mestre ferreiro, e esperaria a oportunidade certa para faze-la.

Quando os bandidos se espalhassem ou caíssem do tablado portuário, o guerreiro anão partiria com toda a força que dispõe, e usando de suas habilidades em combate corpo a corpo, partiria com seu machado de duas mãos para cima de alguns bandidos visando detê-los ou, e caso os objetivos de Kha'arg fossem alcançados, iria joga-los de novo ao mar se estes tentassem subir ao tablado.

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Cromático

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 6:06 pm

Tullius corria em direção ao porto, acabara de sair da Ferraria Dökvergar. Desviava freneticamente para que a multidão que corria em sentido contrário não tropeçasse nele. Cansado, chega ao Porto de Exanceaster e observa a situação inimiga: dois barcos, 22 homens, uma parede de escudos formada por quinze guerreiros, seis indo em direção das embarcações que iriam para Valleyheim, lançadores de machados e arqueiros. "Eram homens inteligentes, mas não eram páreos para dos defensores de Exanceaster."

Um aesir de espada longa desafia o líder dos ladrões. "Ato corajoso, mas muito burro e imprudente". Älskade aproveita para correr em direção de uma carroça de feno. Aldryck retira boa parte das vestes e entra na água, dando ordens para todos. Kha’arg avançava lateralmente em direção da parede de escudos. Galdur parecia esperar o plano do Filho de Vol’gar funcionar para agir.

Tullius se esconde atrás de uma casa. Observa um elfo mirando uma flecha nos guerreiros de cima de um telhado. O franzino de vestes escuras se movimentava freneticamente ao ataque e o aesir que vestia uma pele de urso parecia procurar algo nos arredores.

Ele procura um barril, se esconde atrás dele e prepara sua maça.

Quando os desonrados ladrões caírem na água, pretende ajudar Galdur para que continuem lá. E se tiver a chance pretende deter o grupo de ladrões.

Se tudo der certo, terá a parcela de glória que aqueles homens terão em mandar aqueles vândalos para o Valhala.

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"Ele matou o basilisco em vão
Deixando-o inerte no arenoso chão.
Corre o veneno através da lança
E mata o mouro, quando a mão alcança."
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Enxurrada



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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 6:24 pm

Chegando ao Porto, Alcarothar vê uma cena horrenda: Homens fugindo, matando uns aos outros, crianças implorando por suas mães, etc. Era a oportunidade perfeita para demontrar seu valor para os Jarls. A situação era a seguinte: Ladrões invadiam o Porto e lá formavam um paredão de escudos. Um elfo e um Æsir estavam em cima de casas, atirando flechas nos ladrões, um estúpido Æsir desafiava o líder do ladrões, outro Æsir Jogava uma carroça de feno em chamas No paredão de Escudos Kha'arg levava uma ânfora e uma tocha consigo, claramente pretendendo atear fogo aos escudos. Um Æsir estúpido liberou alguns cavalos do estábulo, levando eles para a frente de batalha. Ao longe Alcarothar ouviu Aldryck chamar os homens rápidos para consigo e que os fortes formassem uma parede de escudos. Tentando consertar a estupidez do Æsir, que com certeza iria conduzir os cavalos para a morte, Tillianson ordena que os cavalos ajudem na Defesa do Porto, correndo em circulos na frente do muro, na tentativa de desnortear os inimigos, e ajudando ao máximo Kha'arg a passar pela batalha. Logo a seguir, Alcorothar ira tirar todas as vestimentas da cintura para cima, ficando apenas de calça, bota e espada na bainha. Ele correu até Aldryck, e com ele já estava outro Æsir, que se apresentou como Reno. Tillianson cumprimentou Reno e se colocou a serviço do Jarl Aldryck.


Última edição por Luiz em Seg Abr 22, 2013 7:21 pm, editado 1 vez(es)
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Ciclone

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 22, 2013 7:04 pm

Balthazar corre para o porto, fazendo seu caminho entre a multidão assustada. Esbarra e empurra os fugitivos, abrindo caminho entre a massa de pessoas como um peixe nadando contra a corrente. Ao chegar ao porto, se depara com uma visão deveras indesejada. Um grupo de homens formando uma barreira de escudos, impedindo a passagem de quem quer que se aproximasse.

“Barba de Odin, devem haver 20 homens ali. Enfrentá-los diretamente seria cortejar Hel.” Pensa consigo mesmo, ao se tomar refugio da vista dos homens. “Preciso bolar um plano de ação, esmagá-los sem combate direto.” Analisa o ambiente, buscando recursos a usar em sua investida. Ele vê um outro guerreiro, alto, cabelos castanhos e um cavanhaque bagunçado. Era Älskade, um homem que nunca vira na vida, e que também se protegia da vista dos ladrões. Balthazar nota a face do homem, e tem a sensação de que ele também planejava atacar, e que já tinha um plano em mente.

-Olá... hey... amigo! – Sussurra, após jogar uma pequena pedra no sujeito, querendo chamar sua atenção caso ele não o tenha notado. - Meu nome é Balthazar Othorssen, e tenho motivos pessoais para não deixarem roubar nada nesse porto, e acredito que você também. O que acha de trabalharmos em conjunto para derrubar esses patifes?

Caso Älskade aceite, Balthazar irá desenvolver um plano de ação em conjunto com o sujeito. E caso ele já possua um, irá ajudá-lo da maneira que puder.

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Espectro

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Ter Abr 23, 2013 1:04 am

Hagg finalmente pisou na cidade de tanto ouvira ao longo da estrada, e seria ali o ponto de partida para o que ele esperava ser a maior jornada de sua vida.

- Agora é só achar esses tais Jarls que eu tenho que conquistar para conseguir um lugar em seus navios. - Hagg disse para si mesmo. Ele não tinha muito apreço por homens do mar, principalmente aqueles que estavam no comando, mas não conseguiria pisar em Valleyheim sem a confiança deles.

Primeiro lugar que ele pensou em conseguir alguma informação precisa foi em uma taverna, nada melhor que bravos guerreiros bebados sabendo tudo o que sabem, mas então lhe veio a cabeça que seria mais rápido ir para o porto, onde os trabalhadores teriam mais informações.

Não demorou muito para chegar ao porto, onde viu dois navios maltratados se aproximando dos três navios majestosos que se encontravam ancorados. Hagg já imaginava que aquilo iria trazer alguma confusão, mas preferiu assistir e ver no que ia dar.

Guardas mortos, uma barreira de escudos, ladrões rebocandos os navios, e as cornetas da cidade soando. Por um momento Hagg desejava estar junto dos ladrões, mas eles não confiariam nele, assim como ele não confiaria nos ladrões. Foi então que aesirs, anões e álfars surgiram, cada um seguindo o proprio nariz, com ideias uma mais mirabolante que a outra, ao invés de se organizarem como um grupo.

Quando viu um álfar retirando as partes pesadas de sua armadura a alguns metros e o ouviu gritar, abriu um sorriso no rosto pois era o que estava esperando.

-Um equipamento invejável, espírito de liderança, e um plano em mente, é para ele que devo me mostrar eficaz.

Seguindo os passos do elfo, ele se apressou em tirar suas peças até ficar somente com a calça no corpo e adaga na mão, escondeu suas coisas num arbusto e correu para se aproximar ao máximo do álfar, se conseguisse, prosseguir lado a lado com ele, ignorando os demais que pareciam bajular o nobre, e com um sorriso e aceno com a cabeça mostrar apoio ao seu plano.

Hagg não sabe ao certo o plano do álfar, mas irá seguí-lo, e na hora do ataque, ser o mais ágil que conseguir para esquivar de ataques e contra-atacar mirando principalmente o pescoço dos inimigos.
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Sex Abr 26, 2013 4:02 am





PRIMEIRO ATO
ESTRATÉGIAS, ESTUPIDEZES E ENROLAÇÕES

Off:
 

Os bandidos se movimentaram rapidamente e dominaram a situação. Sua posição de batalha mostrava que eles dispunham de certos conhecimentos de guerra, porém não o suficiente para saber que ao contrário do que pensaram, não haviam feito a parede de escudos no local certo.

Era natural que houvesse resistência da população de Exanceaster, principalmente das possíveis tripulações dos barcos que estavam sendo roubados. E essa resistência se deu, inicialmente, através de um homem – Lars. Ele se posicionou em frente a parede de escudos, com sua espada em mãos e colocou-se a gritar contra o líder dos bandidos.

- Seu fraco e insolente verme, venha aqui e lute como um homem honrado tem que fazer. Prove sua força diante de Njörd, para ele saber se és digno do respeito de seus homens.

Belas palavras, uma atitude realmente idiota. O primeiro machado foi lançado de trás da parede de escudos, porém Lars esquivou-se rapidamente de lado, deixando-o passar. O segundo machado, foi bloqueado por um violento golpe da pesada espada de Lars, a Ceifadora de Vidas. Porém, aquele movimento deixara Lars completamente exposto aos três atacantes que restavam: os arqueiros. Três flechas foram disparadas, cortando o ar rapidamente e acertando o alvo. A primeira atravessou as peles e fincou-se no coração do homem, a segunda, mais mortal ainda, acertou-lhe no pescoço e a terceira fincou-se em suas tripas.

– Eles não são meus homens, somos todos homens do Corvo! E o que o Corvo ordena, nós obedecemos! A ordem de hoje é pilhar... – Gritou o líder dos bandidos, enquanto apontava para Lars – E MATAR!

Ceifadora de Vidas caiu no chão, ao lado de Lars. Ele se ajoelhou, levando ao pescoço, que sangrava muito. Sua visão ficou turva e ele não conseguiu falar nada, apenas soltou alguns grunhidos inaudíveis. Quando tombou para frente, sua vida se foi rapidamente. Estava morto.

Outro homem, consideravelmente menos imprudente que Lars, assumiu o papel de distrair os bandidos enquanto os demais agiam. Ullr subiu sobre uma das casas e colocou-se a atirar com seu arco contra os bandidos, sem muita precisão, devido à grande distância que separava-o de seus inimigos. Algumas de suas flechas se prendiam nos escudos das duas primeiras fileiras da parede, porém nenhuma fora precisa o suficiente para acertar os atiradores da terceira fileira. De lá pode observar o quão Lars foi irresponsável e como cavara a sua própria morte.

Kha'arg chegara ali preparado para colocar os bandidos em uma situação difícil, trazendo consigo uma tocha e uma ânfora de óleo de foca. Sua estratégia era boa, porém fora traído por suas curtas pernas. Sua movimentação, em completa situação defensiva, tornou-o ainda mais lento e a sua aproximação não passou despercebida. Algumas flechas dos bandidos acertaram seu escudo, se destruindo no processo e mostrando-se completamente inúteis. Porém, quando o anão arremessou a sua ânfora, não conseguiu seu objetivo final. Os atiradores de machado conseguiram acertá-la no ar, fazendo com que o óleo jamais chegasse ao seu destino e fosse disperso pela forte maresia que açoitava o porto. O anão então segurou seu martelo com força, preparando-se para agir quando alguém rompesse aquela parede de escudos, acreditando que Aldryck teria êxito em seu plano de ataque. Observou Lars cair morto a alguns metros dele, sem poder fazer nada. Iria vingar-se dos inimigos assim que possível.

O calor da batalha e a possível dança-final com a morte costumava afetar os homens de maneiras diferentes, alguns cometiam atos heroicos e eram lembrados para sempre, outros fugiam de forma covarde e jamais eram citados de forma boa, porém, outros conseguiam pensar em estratégias mirabolantes e realizar verdadeiras ações divinas em meio ao combate, salvando todos de uma forma inteligente, criativa e totalmente inesperada – pelo menos deve ter sido isso que Ulrich escutara em sua infância na taverna em que cresceu e tentara repetir ali.

Porém, a sabedoria de Odin não estava acompanhando aquele guerreiro nessa batalha. Ele buscou um estábulo e o encontrou com facilidade, porém ao soltar e espantar os cavalos, percebeu que seria impossível guia-los para caminhar sobre pranchas de madeira, na direção do mar e contra uma parede de escudos. Qualquer cuidador de cavalos ou até mesmo uma pessoa que soubesse cavalgar, saberia disso. Os cavalos não gostavam do mar e muito menos de superfícies instáveis. Eles podiam se aventurar ali, se tivessem um guerreiro em suas costas o obrigando, mas como não era o caso, eles colocaram a se dispersar por toda a cidade, atrapalhando mais do que ajudando.

– Ei, vejam! Um dos bandidos aqui tentando roubar os cavalos! Peguem-no! – Um homem, responsável pelos cavalos, colocou-se a gritar enquanto apontava para Ulrich.

Alcarothar parecia possuir algum delírio de grandeza e poder, pois ao notar o que havia acontecido com os cavalos na entrada da cidade, jogou-se entre eles e começou a realizar movimentos com as mãos, gritando comandos para os cavalos – que obviamente não obedeciam. O acusador de Ulrich apontou também para Alcarothar, gritando acusações contra ele. Agora os dois eram suspeitos de estar envolvidos com os bandidos.

Todas aquelas distrações serviriam bem para os planos de dois grupos ali presentes. O primeiro, formado por Älskade e Balthazar, que seguindo as ideias do primeiro, juntos preparavam uma carroça de feno que seria decisiva para o fim daquela batalha. Porém, aquele plano demoraria um pouco mais de tempo do que a situação precisava.

O outro grupo, liderado por Aldryck, guardava seus equipamentos e se preparava para agir. Vissla, Hagg e Reno juntaram-se ao elfo e entraram na água, utilizando das passarelas como apoio e cobertura. Seu objetivo era dar a volta e pegar os ladrões de barcos por trás, impedindo que eles tivessem sucesso em sua empreitada.

Galdur, o anão, esperou que alguém desfizesse a parede de escudos, para batalhar ao lado dos outros contra os bandidos. E Tullius se escondeu, aguardando uma oportunidade para atacar os inimigos quando os mesmos não tivessem chance de reação.



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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Sab Abr 27, 2013 8:01 pm





SEGUNDO ATO
SANGUE E PUNIÇÃO

Finalmente Älskade e Balthazar haviam conseguido incendiar a carroça e ela descia a ladeira em direção a parede de escudos. Porém, ao realizar a manobra, eles não consideraram que um corpo morto estaria deitado em frente a parede e isso mudou bastante a situação. A carroça, já em alta velocidade, ao se chocar com o corpo, virou-se, arremessando o feno em chamas contra a parede de escudos.

Aquilo obrigou os guerreiros e desfazerem a parede, o que permitiu aqueles que estivessem perto o suficiente do combate a agir. Kha'arg e Galdur já estavam com suas armas em mãos e avançaram contra os bandidos. Toda aquela agitação, fez com que o líder dos bandidos se preocupasse e começasse a gritar paras os ladrões de barco:

– Os idiotas conseguiram romper a parede de escudos, vamos embora daqui! O Corvo está esperando por esses barcos. Tudo pelo Corvo! – E todos os seus homens, mesmo os que estavam com chamas no corpo, começaram a gritar: – CORVO, CORVO, CORVO!

Os ladrões já haviam concluído toda a ação de amarrar os barcos e já começavam, juntamente com o líder, a assumir os remos do barco deles, que iriam rebocar os outros três. Porém, eles não esperavam pela aparição de Aldryck e seu bando. Pegando os inimigos de surpresa, foi fácil para Aldryck, Vissla, Hagg e Reno eliminarem todos os sete com facilidade. Aldryck acertara o líder quando ele tentara avisar os companheiros. Sua flecha acertou dentro da boca do bandido, saindo na nuca e fazendo-o cair morto instantaneamente. Vissla arremessou duas de suas adagas contra outro dos bandidos, fazendo as lâminas perfurarem na altura dos pulmões e levando o bandido a morte certa. Hagg e Reno chegaram por trás, sendo que o primeiro degolou seu inimigo e o segundo esfaqueou o seu na altura dos rins, várias vezes. Restavam três bandidos ali, que voltavam a gritar “– Corvo, Corvo, Corvo!” , enquanto avançavam contra os guerreiros.

Na extinta parede de escudos, Kha'arg usara seu escudo para empurrar um dos bandidos contra seu companheiro, tirando a sustentação dos dois. Logo em seguida, com seu martelo, esmagou o crânio do primeiro inimigo e logo em seguida, acertou o tórax do segundo, fazendo-o cair no chão com os ossos quebrados e os pulmões perfurados. Galdur, com seu enorme machado, havia acertado o escudo de um dos homens, destruindo o mesmo e acertando o braço do inimigo, fazendo-o gritar em uma dor terrível. Quando esse bandido caiu no chão, o anão terminou de usar seu machado para dividir a cabeça dele em duas.

Os gritos “– Corvo, Corvo, Corvo!” se misturavam aos gritos da batalha, tanto de dor como de ódio. Outro bandido, que tentava acertar Galdur pelas costas, foi morto por uma flecha certeira de Ullr no peito, fazendo-o perder a tentativa. Älskade e Balthazar chegavam ao combate, portando suas espadas e davam cabo de mais dois inimigos.

Mesmo depois das mortes rápidas, os guerreiros de Exanceaster ainda encontravam-se em desvantagem numérica. Eles eram cinco e os inimigos dez. Porém, isso não os amedrontaria. Eles enfrentariam todos ali, mesmo que tivessem que terminar essa batalha nos dias de batalha de Valhalla. Kha'arg e Galdur, lutando juntos, eliminaram mais três inimigos. Ullr matara mais um, pois estava difícil atirar daquela distancia sem acertar os aliados. Älskade e Balthazar mataram mais um cada um. Vendo que seriam esmagados e que seus aliados responsáveis por roubar os barcos também estavam em conflitos, os três bandidos tentaram fugir para os barcos.

Nos barcos, Aldryck acertava uma segunda flecha, agora no peito de outro bandido, fazendo-o morrer. Dessa vez, Vissla acertara o pescoço de outro bandido, que morrera com um enorme sangramento e engasgando enquanto tentava chamar pelo seu líder. O ultimo dos bandidos no barco foi morto por um ataque combinado de Hagg e Reno.

Entre os três fugitivos, um foi morto pela última flecha que restara a Ullr. O outro fora morto por Älskade, com sua espada. E o terceiro, jogou-se na água, desaparecendo e estando provavelmente morto.

O combate havia se encerrado, muitas mortes do lado dos bandidos, pouquíssimas mortes do lado dos guerreiros de Exanceaster. Porém, nem toda confusão havia terminado. Quatro guerreiros não haviam participado ativamente do combate, cada um tendo seus problemas próprios.

Halfdan havia corrido para forra da ferraria, em direção ao porto, mas de alguma forma – por mais retardado que isso parecesse – o anão havia se perdido e demorara demais para chegar ao seu destino. Quando chegou, o combate já havia sido encerrado e ele ficou observando, apático, todo o porto. Sendo despertado de seu devaneio por um grito de um aesir que vinha atrás, misturado com um barulho de muitos cavalos.

– Cuidado, anão! – Gritava um dos dez soldados que vinham cavalgando em velocidade na direção do Porto.

Não se sabe se foram as suas pernas curtas, ou se foi o medo que sentiu, mas Halfdan não se moveu e foi acertado por um dos cavalos, que o atropelara e deixará para ser pisoteado pelos outros. Um dos guardas parou e ficou para ajudar o anão, pois o mesmo encontrava-se inconsciente e gravemente ferido.

Ulrich e Alcarothar haviam sido cercados por algumas pessoas, que apontavam espadas, pedaços de pau e até pedras para eles, enquanto outras tentavam colocar os cavalos de volta nos estábulos. Quando a guarda chegou, cinco soldados se direcionaram até eles e gritaram:

– Vocês dois, baixem as suas espadas! Iremos levá-los conosco e vocês vão entregar tudo sobre o maldito Corvo! – Disseram apontando as espadas.

Tullius, que havia ficado escondido esperando a melhor oportunidade de melhor atacar os bandidos, quando eles passassem por ali. Porém, para sua surpresa, o combate havia acontecido todo nas rampas de madeira do porto e nunca chegara até ele. Então, ele saiu de trás do barril, com sua maça em mãos e uma mulher que estava ali, gritou para ele:

– Você é mesmo um covarde! Guerreiros ali lutando e morrendo, enquanto você se escondia com suas armas atrás de um barril. Você não é melhor que os bandidos que nos atacaram. – Outras mulheres se uniram a elas, gritando: – Covarde! Vagabundo! Frouxo!

Enquanto tudo isso acontecia, a tripulação de Sigulf havia chegado com a pilhagem até o porto, usando o barco dos bandidos que haviam lhe atacado. O Jarl descia do barco e caminhava na direção de Aldryck e Kha'arg.

– Eu ouvi eles gritarem pelo Corvo e vi um barco de madeira negra se afastar ao longe, enquanto remávamos para cá. Isso devia ser impossível. Eu matei o bandido que atendia por Corvo, seis meses atrás.

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Sab Abr 27, 2013 8:06 pm

Aldryck, descalço, trajando apenas as calças, se espanta ao ouvir a declaração de Sigulf, de que o mesmo já tinha matado o bandido de alcunha Corvo. No entanto, o Jarl também tinha dito que o ladrão possivelmente estivera ali, e agora fugia em seu barco negro.

Sem dizer uma só palavra, Aldryck salta entre as embarcações, indo até o tablado, e dali dispara em corrida até a frente do corpo, saltando e desviando dos diversos cadáveres que ali se encontravam. Ele vê Ullr descendo de um telhado e grita:

- Ullr! Consiga-me cinco escudos entre os mortos, quantas flechas conseguir pegar, e algumas armas. - Gritava sem olhar para o vassalo, parando de correr agora, no lugar onde tinha deixado seus pertences, enquanto ele juntava seu equipamento, pondo tudo sobre o ombro, sem tempo para vesti-lo, ele continua a gritar para o jovem elfo - Jogue tudo em meu barco, estamos partindo neste exato momento!

Então, o elfo corre em direção ao porto, arremessando todo o seu equipamento para cima do barco, ele o vestiria durante a viagem.

- Balthazar! Recomponha-se, vamos embarcara! - Gritava Aldryck arrumando seu barco, pegando os mantimentos dos barcos dos bandidos e passando para o seu. - Você! Raygar correto? Venha! - Grita o elfo para Raygar, que estava no barco roubado por Sigulf. - Eu preciso de mais um para minha tripulação, urgente!

Aldryck se apressava, pois cada segundo poderia custar a missão. Homens tinham vindo a Exanceaster na tentativa de roubar seu barco! Ameaçando por completo o seu objetivo de navegar para o leste. Esse Corvo, seja lá quem era ele, pagaria caro por isso, Aldryck estava determinado a encontrar este ladrão, para que ele nunca mais pudesse atrapalhar seus planos.

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Sab Abr 27, 2013 9:48 pm

Alcarothar se encontrava numa situação deprimente. Ao tentar consertar o caos que Ulrich causara, foi confundido com um dos bandidos d'O Corvo. Os soldados da guarda, quando chegaram, disseram:
– Vocês dois, baixem as suas espadas! Iremos levá-los conosco e vocês vão entregar tudo sobre o maldito Corvo!
Alcarothar deu um passo a frente e, depois de pigarrear chamando a atenção de quem estava por perto, disse:
—Caros irmãos de Winterheim e nobre guarda, o que houve aqui foi um Terrivel mal entendido. Eu, Alcarothar Tillianson, cresci e vivi nestes estábulos, até que comecei a morar na Taverna Yggdrasil, onde construí uma forte amizade com Thoeak, o anão. Eu não estava tentando roubar cavalo algum, tanto que tenho o meu próprio. Eu estava apenas tentando concertar a bagunça que esse homem— Apontou para Ulrich — Causou. Se vocês ainda não estão acreditando em mim, isto serve como meu argumento final — Alcarothar sacou sua espada, e exibiu ela a todos presentes — Esta espada eu ganhei do nobre Huin Krillian, quando consegui capturar um ladrão que roubou pertences de sua familia. Porém, se todos meus argumentos não os convenceram, não oferecerei resistência. — Alcarothar fincou sua espada no chão e fez uma reverencia aos guardas.
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Dom Abr 28, 2013 12:24 am

Fim de batalha, sangue esfriando, e todos agora olhavam ao redor, calculando os danos da batalha, menos Hagg, que mantinha seu foco no elfo. Percebeu que este conversou com mais um aesir e um anão, provavelmente os outros Jarls, e após isso o ele saiu correndo, gritando com seu vassalo. Hagg se pos a correr ao perceber a agitação de Aldryck, para tentar alcançá-lo.

Aldryck:
 

-- Senhor - Gritou o ladrão, correndo atrás do elfo, e depois falando mansamente. - Eu sou Hagg, e lutei ao seu lado contra esses ladrões. Não sei se sou exatamente alguém que você queira em sua tripulação, mas digo que posso mostrar meu valor, se for aceito em seu grupo. - Após a resposta do elfo, Hagg correu para recolher suas coisas, e até mesmo alguma coisa dos ladrões mortos.


Última edição por Veloz em Dom Abr 28, 2013 3:04 am, editado 1 vez(es)
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Etéreo

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Dom Abr 28, 2013 2:44 am

Após o fim do combate e da carnificina, Kha'arg olha a sua volta ainda processando o que acabara de acontecer. Não era a primeira vez que ele havia presenciado um assalto como aquele. A forma como aquele grupo agira não era desconhecida pelo anão. Mais vívido ainda em suas memórias era o nome que eles gritavam: "Corvo". Ele analisa tudo de maneira breve, reparando nas condições em que o porto estava depois daquilo e, acima de tudo, o estado dos três barcos que estavam perfeitamente salvos.

O anão segue adiante, em direção a Aldryck, acompanhado de Galdur. Não demora muito e Sigulf se junta aos outros dois Jarls.

- Eu ouvi eles gritarem pelo Corvo e vi um barco de madeira negra se afastar ao longe, enquanto remávamos para cá. Isso devia ser impossível. Eu matei o bandido que atendia por Corvo, seis meses atrás.

As palavras de Sigulf deixam Kha'arg estupefato. O que ele estava deduzindo em sua cabeça poderia ser verdade no fim das contas. Antes que o anão pudesse pronunciar uma palavra se quer, Aldryck partiu em disparada, saltando os corpos que jaziam no porto e gritando com seu vassalo. O elfo planejava zarpar naquele exato instante. Kha'arg percebe o que o elfo iria fazer e se preocupa, tornando a Sigulf:

- Sigulf, isso não é bom!! Você diz que matou O Corvo há seis meses. No entanto, há aproximadamente três anos, eu enfrentei uma corja de bandidos exatamente como essa. Organizados, motivados e sempre gritando um nome: "Corvo!". Eventualmente eu me deparei com o dito-cujo. Eu nunca vi a face por debaixo do manto pois, depois que terminei com ele, não havia face para se ver. - Kha'arg lustrou momentaneamente a face de Vopnfaðir - Então, nosso caro bandido já deveria estar morto há muito tempo...a não ser que ele saiba como regenerar uma cabeça esmigalhada. Se esse for o caso, Aldryck está caçando um homem que voltou da morte pelo menos duas vezes! Não me sinto confortável em deixar o garoto ir sozinho...

Neste momento, Kha'arg faz uma pausa e esfrega o rosto. Com uma feição carregada, ele se dirige novamente ao amigo Jarl:

- Perdoe-me, meu amigo. Parece que tenho deixado minha rabugice tomar conta de minhas ações. Se o corvo não apresentou uma ameaça grande demais para mim ou para você, estou seguro de que Aldryck retornará triunfante. Às vezes me esqueço de que, na realidade, ele é mais velho do que eu. Malditos elfos!

Kha'arg dá uma breve risada que é interrompida pela chegada de Älskade portando notícias sobre o resultado do acontecido. O Jarl é informado que Hálfdan estava gravemente ferido.

- Parece que minha tripulação está em falta de um! Ou melhor...meio! HAHAHAHA!

O anão adorava zombar da altura de sua raça. Após olhar em volta à procura dos candidatos prévios à sua tripulação, Kha'arg fixa seus olhos em Reno e Vissla.

- Vocês dois! Reno e o garoto encapuzado que não me disse seu nome! Bem vindos à tripulação do Sigurvegari! Venham conosco à Ferraria para que possamos reunir os materiais faltantes e zarpar dessa terra tediosa!

Kha'arg volta-se para Sigulf e diz:

- Eu vou seguir o ímpeto de nosso amigo élfico, Sigulf. Prefiro colocar nosso destino em movimento a deixá-lo à deriva, esperando que as Norns o entrelace com os demais. Contudo, antes de partir tenho um favor a lhe pedir.

Kha'arg entrega um brasão de ferro que estava em seu bolso. Um brasão nunca antes visto nas terras de Winterheim.

- Se, por obra do acaso, você encontrar uma criatura portando este brasão, traga-me um pouco de seu sangue. É algo que necessito muito para uma criação inigualável. Eu pediria o mesmo a Aldryck, caso o orelhudo não tivesse se atirado ao mar com tanta pressa! De qualquer forma é hora de zarpar. Que Njörðr abençoe sua viagem, meu caro amigo, e que todos retornemos com riquezas e histórias que durem até o fim dos dias!

Assim que a conversa com Sigulf é encerrada, Kha'arg se direciona à Ferraria Dökvergar com sua tripulação: Älskade, Galdur, Reno e Vissla.


Última edição por Etéreo em Seg Maio 13, 2013 1:48 pm, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Dom Abr 28, 2013 7:03 pm

Aldryck carregava seu barco, pronto para zarpar, quando um homem magro, de cabelos ruivos e curtos se oferece para ingressar em sua campanha. O elfo não gastou um segundo analisando o homem, mas lembrou que o mesmo lutara ao seu lado na emboscada pelas costas dos inimigos, e isso foi motivo o suficiente para que ele o aceitasse.

- Pois venha, estamos a partir neste exato momento! - E com estas palavras, Aldryck desfaria o nó das cordas que prendia seu barco ao dos ladrões, e poria os remos a postos, para que assim que os demais integrantes subissem no barco, eles pudessem partir o quanto antes.

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MensagemAssunto: Re: Porto de Exanceaster   Seg Abr 29, 2013 9:22 am

O plano de Kha’arg não funcionou como Tullius gostaria. Poderia ter corrido para lutar ao lado de Galdur, poderia ter ajudado Älskade e outro homem, mas não fez nada disso. Talvez fosse seu título ganhando força outra vez.

Ao se levantar, observa o homem que desafiara os ladrões morto e Hálfdan gravemente ferido. Um grupo de mulheres o insultavam com palavras que ecoavam na sua cabeça. O Azarento estava muito irritado.

Mais á frente, cinco guardas abordam Alcarothar e o outro aesir que vestia pelos brancos. Ele corre naquela direção e pronuncia:

-Guardas! Estes homens não possuem nenhuma ligação com o tal Corvo! Apesar de imprudente, a atitude deles teve intenção nobre. Se quiserem um inimigo que saiba sobre O Corvo, ele se jogou na água alguns instantes atrás. Tem a palavra de Tullius Windhelm.

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"Ele matou o basilisco em vão
Deixando-o inerte no arenoso chão.
Corre o veneno através da lança
E mata o mouro, quando a mão alcança."
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